Segunda-feira - 19:28 - Secretaria de Saúde do RJ recomenda não abrir hospitais de campanha atrasados. Veja abaixo

22 de junho de 2020 · WM · Notícias em Geral

Equipe técnica aponta, entre os motivos, os custos dos leitos; pasta garante que consegue atender a população em caso de segunda onda de contágio

Um estudo feito por uma equipe técnica da Secretaria Estadual de Saúde do RJ recomenda que os cinco hospitais de campanha que ainda não foram inaugurados no estado não sejam abertos.

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Nesta segunda-feira (22), Fernando Ferry pediu demissão da pasta. "Eu só queria dizer mais uma coisa: peço desculpas à população. Mas a única coisa que eu tenho a falar: eu tentei. Obrigado e espero que vocês me desculpem", disse ao Bom Dia Rio.










 

Das sete unidades de campanha prometidas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, apenas duas foram entregues, e com atraso: as unidades do Maracanã e de São Gonçalo.

 

As cinco unidades que ainda não foram entregues são as de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes e Casemiro de Abreu. O prazo inicial para a entrega destes hospitais era dia 30 de abril.

 

Estudo aponta vagas e custos

Entre os motivos apontados pela equipe para justificar a recomendação, estão a taxa de ocupação nos leitos das três esferas de governo no RJ -- cerca de um terço está em uso.

 

Especificamente para a Covid-19, segundo o relatório, a ocupação na rede estadual é de 59,9% para UTI para adultos e 56,7% para enfermaria de adultos.

 

A o feito por uma equipe técnica da Secretaria Estadual de Saúde do RJ recomenda que os cinco hospitais de campanha que ainda não foram inaugurados no estado não sejam abertos.

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Nesta segunda-feira (22), Fernando Ferry pediu demissão da pasta. "Eu só queria dizer mais uma coisa: peço desculpas à população. Mas a única coisa que eu tenho a falar: eu tentei. Obrigado e espero que vocês me desculpem", disse ao Bom Dia Rio.










 

Das sete unidades de campanha prometidas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, apenas duas foram entregues, e com atraso: as unidades do Maracanã e de São Gonçalo.

 

As cinco unidades que ainda não foram entregues são as de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Campos dos Goytacazes e Casemiro de Abreu. O prazo inicial para a entrega destes hospitais era dia 30 de abril.

 

Estudo aponta vagas e custos

Entre os motivos apontados pela equipe para justificar a recomendação, estão a taxa de ocupação nos leitos das três esferas de governo no RJ -- cerca de um terço está em uso.

 

Especificamente para a Covid-19, segundo o relatório, a ocupação na rede estadual é de 59,9% para UTI para adultos e 56,7% para enfermaria de adultos.

 

A equipe garante ainda que "considerando a possibilidade de uma segunda onda após a flexibilização, ainda assim podemos ofertar assistência à população com a ativação dos leitos que ora se encontram impedidos".










 

Outro motivo para a não abertura dos cinco hospitais de campanha no estado apontado pelo documento é o custo mensal de leitos.

 

Segundo o estudo, o custo -- incluindo o de pessoal -- por leito de UTI no hospital de apoio é de R$ 43.780,82; no de enfermaria, também com pessoal, é de R$ 33.951,45.

 

Fonte: G1