Quinta-Feira - 18:30 - Justiça aceita denúncia contra proprietária da Casa Lotérica de Espera Feliz mas nega pedido de prisão preventiva. Veja Abaixo
Acusada vai responder por crime de furto qualificado.
A justiça recebeu, na última segunda-feira (29), denúncia contra Wanessa Laclau Bacellar de Souza Lopes. Ela é acusada de ter furtado parte dos auxílios emergenciais de 10 vítimas que foram receber o benefício na Casa Lotérica de Espera Feliz pela qual Wanessa é responsável.De acordo com a denúncia do Ministério Público, entre os dias 17 e 29 de abril dez pessoas foram lesadas. Elas teriam direito a receber R$ 1.200,00 de auxílio emergencial, mas Wanessa teria repassado apenas R$ 600,00.
O caso começou a ser investigado após várias pessoas beneficiárias do Bolsa Família procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social se queixando do valor baixo que teriam recebido de auxílio. A Secretaria fez um levantamento e verificou que essas pessoas tinham direito a valor superior ao que fora entregue na Casa Lotérica.
A Polícia Civil investigou e indiciou Wanessa como sendo a responsável pelos furtos dos valores, e pediu à justiça a prisão preventiva da acusada. A Promotoria de Justiça, através do promotor Dr. Vinícius Bigonha, ofereceu a denúncia e reiterou o pedido de prisão preventiva.
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O juiz da comarca de Espera Feliz, Dr. Mateus Leite Xavier, recebeu a denúncia, mas negou a prisão. Ele impôs outras medidas restritivas como o afastamento da suspeita das atividades da Casa Lotérica, o recolhimento domiciliar à noite e aos fins de semana, ela não poderá se comunicar com nenhuma das vítimas e não poderá sair da cidade sem autorização da justiça.
A denúncia do Ministério Público enquadrou a ação no crime de furto qualificado, com abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza. Se for condenada, a pena pode chegar a até 8 anos de prisão e multa, com aumento de até dois terços por conta da repetição do crime dez vezes.
Justiça aceita denúncia contra proprietária da Casa Lotérica de Espera Feliz, mas nega pedido de prisão preventiva
Acusada vai responder por crime de furto qualificado.
Publicado em 02/07/2020 - 11:36 | Última atualização: 02/07/2020 - 11:43
Publicado em 02/07/2020 - 11:36 | Última atualização: 02/07/2020 - 11:43
A justiça recebeu, na última segunda-feira (29), denúncia contra Wanessa Laclau Bacellar de Souza Lopes. Ela é acusada de ter furtado parte dos auxílios emergenciais de 10 vítimas que foram receber o benefício na Casa Lotérica de Espera Feliz pela qual Wanessa é responsável.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, entre os dias 17 e 29 de abril dez pessoas foram lesadas. Elas teriam direito a receber R$ 1.200,00 de auxílio emergencial, mas Wanessa teria repassado apenas R$ 600,00.
O caso começou a ser investigado após várias pessoas beneficiárias do Bolsa Família procurar a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social se queixando do valor baixo que teriam recebido de auxílio. A Secretaria fez um levantamento e verificou que essas pessoas tinham direito a valor superior ao que fora entregue na Casa Lotérica.
A Polícia Civil investigou e indiciou Wanessa como sendo a responsável pelos furtos dos valores, e pediu à justiça a prisão preventiva da acusada. A Promotoria de Justiça, através do promotor Dr. Vinícius Bigonha, ofereceu a denúncia e reiterou o pedido de prisão preventiva.
O juiz da comarca de Espera Feliz, Dr. Mateus Leite Xavier, recebeu a denúncia, mas negou a prisão. Ele impôs outras medidas restritivas como o afastamento da suspeita das atividades da Casa Lotérica, o recolhimento domiciliar à noite e aos fins de semana, ela não poderá se comunicar com nenhuma das vítimas e não poderá sair da cidade sem autorização da justiça.
A denúncia do Ministério Público enquadrou a ação no crime de furto qualificado, com abuso de confiança, ou mediante fraude, escalada ou destreza. Se for condenada, a pena pode chegar a até 8 anos de prisão e multa, com aumento de até dois terços por conta da repetição do crime dez vezes.
Durante as investigações Wanessa negou o crime e alegou problemas técnicos em seu equipamento para justificar as inconsistências nos pagamentos.
