Ação cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão, no Rio e em São Paulo
Rio - O Ministério Público estadual (MPRJ) e a Polícia Civil fazem, desde o início da manhã desta quinta-feira, uma operação contra desvios na Secretaria Municipal de Saúde da capital. Os mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Rio e em São Paulo.
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Dentre os alvos está o ex-dirigente do Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), Eduardo Cruz, que foi preso em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A esposa dele, Simone Cruz, também foi capturada no mesmo endereço.
De acordo com as investigações, o esquema chefiado por Eduardo movimentou cerca de R$ 6,5 milhões em superfaturamento e contratação de fornecedores "laranjas" em contratos com a Secretaria de Saúde da capital.
Procurada pelo DIA, a prefeitura disse que a OS foi desqualificada pela atual gestão do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que, ao assumir, "herdou a contratação da Iabas da gestão do prefeito anterior, Eduardo Paes (DEM)".
"Crivella desqualificou a Iabas, após um processo com ampla defesa, por não atingir 50% das metas propostas no contrato de gestão. O motivo da desqualificação, portanto, foi má gestão dos recursos públicos, gerando desassistência aos usuários. A desqualificação da Iabas foi publicada no DO do município no dia 25 de abril de 2019 – e essa OS não tem mais contratos com a gestão municipal. A prefeitura atual ainda multou a Iabas em R$ 27,9 milhões", o município afirmou, em nota.
A reportagem tanta contato com os demais citados.
OPERAÇÃO PLACEBO
O Iabas também é investigado pela
Procuradoria-Geral da República (PGR) por irregularidades na instalação dos hospitais de campanha abertos pelo governo do estado para a pandemia do
novo coronavírus (covid-19). No último dia 26 de maio, durante a
Operação Placebo,
agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados à OS no Rio.
De acordo com a PGR, o instituto fraudou documentos e superfaturou o valor de insumos para as unidades temporárias. O esquema teria a participação de agentes públicos, incluindo gestores da Secretaria estadual de Saúde, responsáveis pelo processo de compra.
Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas), Eduardo Cruz, que foi preso em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A esposa dele, Simone Cruz, também foi capturada no mesmo endereço.
De acordo com as investigações, o esquema chefiado por Eduardo movimentou cerca de R$ 6,5 milhões em superfaturamento e contratação de fornecedores "laranjas" em contratos com a Secretaria de Saúde da capital.
Procurada pelo DIA, a prefeitura disse que a OS foi desqualificada pela atual gestão do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), que, ao assumir, "herdou a contratação da Iabas da gestão do prefeito anterior, Eduardo Paes (DEM)".
"Crivella desqualificou a Iabas, após um processo com ampla defesa, por não atingir 50% das metas propostas no contrato de gestão. O motivo da desqualificação, portanto, foi má gestão dos recursos públicos, gerando desassistência aos usuários. A desqualificação da Iabas foi publicada no DO do município no dia 25 de abril de 2019 – e essa OS não tem mais contratos com a gestão municipal. A prefeitura atual ainda multou a Iabas em R$ 27,9 milhões", o município afirmou, em nota.
A reportagem tanta contato com os demais citados.
OPERAÇÃO PLACEBO
O Iabas também é investigado pela
Procuradoria-Geral da República (PGR) por irregularidades na instalação dos hospitais de campanha abertos pelo governo do estado para a pandemia do
novo coronavírus (covid-19). No último dia 26 de maio, durante a
Operação Placebo,
agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços ligados à OS no Rio.
De acordo com a PGR, o instituto fraudou documentos e superfaturou o valor de insumos para as unidades temporárias. O esquema teria a participação de agentes públicos, incluindo gestores da Secretaria estadual de Saúde, responsáveis pelo processo de compra.
Na ocasião, também foram feitas buscas contra o governador
Wilson Witzel (PSC), a esposa dele, a advogada
Helena Witzel, e o ex-secretário
Edmar Santos,
preso no último dia 10 em um desdobramento da Operação Mercadores do Caos, que também investiga superfaturamento na Saúde do estado.