Domingo - 16:10 - CPIs da Saúde e Transporte: vereadores de Campos citam 'fatos graves'. Veja abaixo
“Posso garantir que isso não vai acabar bem. É um caso de polícia, são coisas muito graves". A declaração é do vereador Thiago Rangel (Pros), ao comentar sua proposta de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal para apurar indícios de fraudes, desvios e irregularidades no setor do transporte público em Campos. Uma empresa de bilhetagem, vencedora da licitação, o custo dos terminais e o impedimento da RioCard são alguns dos alvos de Thiago Rangel, que também cita “destruição de provas”. Além desta, há ainda a CPI da Saúde proposta pelo vereador Juninho Virgilio (Pros). Ambas devem aquecer o clima na reabertura das atividades do Legislativo a partir de 15 de fevereiro quando se reiniciam as sessões plenárias. As duas CPIs necessitam cada uma de nove assinaturas de vereadores para a instalação. Mas ambas já contam com apoio mais do que suficiente dos parlamentares e já foram inclusive protocoladas na Câmara. Os dois vereadores falaram ao Campos 24 Horas.
Thiago Rangel explicou a necessidade de instalação da CPI do Transporte. “CPI é uma coi/wp-admin/post-new.phpsa que a gente sabe como começa, mas não sabe como termina, mas posso garantir que isso não vai acabar bem. É um caso de polícia, são coisas muito graves”, afirmou o vereador.
“A população tem o direito de saber como uma empresa de bilhetagem (Billing Pay) vencedora da licitação deu entrada no seu CNPJ um mês antes do certame para gerenciar o cartão do sistema de transporte, entre outras coisas muito graves que ocorreram no governo passado”, disse ainda Rangel.
O vereador disse que os ex-gestores do transporte “destruíram provas e omitiram dados e que durante o processo de transição não houve transparência”. (leia mais abaixo)
Rangel destacou que a CPI afirma compromisso de investigar os atos do ex-presidente do IMTT (Instituto Municipal de Trânsito e Transporte). “Queremos ter acesso a documentos e avaliar os contratos na gestão dele no IMTT, qual o custo dos terminais, como eram feitos os repasses para esta empresa, quem são os seus responsáveis e quais as outras empresas que entraram como concorrentes na licitação”, declarou.
A CPI também vai investigar os motivos que impediram a RioCard Mais, que atua em Campos há mais de 12 anos, de participar desse novo modelo de transporte. “Mesmo com toda a documentação e preço mais barato para as empresas de ônibus e usuários, a RioCard ficou de fora, com enorme dificuldade em quebrar a barreira imposta pela prefeitura e obter junto ao IMTT a homologação necessária para operar”.
“As primeiras informações dão conta de que “os números de telefone cadastrados como da Billing Pay são os mesmos de um escritório de advocacia e de uma empresa de móveis, mas com sócios e os endereços são diferentes, não havendo nenhuma ligação com a empresa de bilhetagem”, revela o vereador. (leia mais abaixo)
Segundo Thiago Rangel, a CPI do Transporte já conta com 15 vereadores a apoiá-la. Além do voto dele se somam ainda os vereadores Bruno Vianna(PSL), Maicon Cruz (PSC), Diego Dias (Podemos), Alvaro Oliveira(PSD), Luciano Rio Lu (PDT), Leon Gomes(PDT), Dandinho de Rio Preto (PSD), Juninho Virgílio (Pros), Marquinho do Transporte (PDT), Bruno Pezão(PL), Anderson Matos (Republicanos), Marcos Elias (PSC), Helinho Nahim (PTC) e Nildo Cardoso (PSL).
CPI DA SAÚDE - Autor da proposta da CPI da Saúde, o vereador Juninho Virgílio (Pros) justifica a necessidade de sua instalação. “A CPI da Saúde é um clamor da população, que tem se manifestado pelas redes sociais e questionado onde foi parar esse dinheiro de mais de R$ 2 bilhões na Saúde durante o governo passado com atendimento tão precário.
Segundo lembra Juninho Virgílio, no ano passado foram gastos mais de R$ 800 milhões na área da Saúde. “As pessoas nos procuram para saber o que aconteceu. Quais foram os resultados de atendimento na ponta para a lativo a partir de 15 de fevereiro quando se reiniciam as sessões plenárias. As duas CPIs necessitam cada uma de nove assinaturas de vereadores para a instalação. Mas ambas já contam com apoio mais do que suficiente dos parlamentares e já foram inclusive protocoladas na Câmara. Os dois vereadores falaram ao Campos 24 Horas.
Thiago Rangel explicou a necessidade de instalação da CPI do Transporte. “CPI é uma coi/wp-admin/post-new.phpsa que a gente sabe como começa, mas não sabe como termina, mas posso garantir que isso não vai acabar bem. É um caso de polícia, são coisas muito graves”, afirmou o vereador.
“A população tem o direito de saber como uma empresa de bilhetagem (Billing Pay) vencedora da licitação deu entrada no seu CNPJ um mês antes do certame para gerenciar o cartão do sistema de transporte, entre outras coisas muito graves que ocorreram no governo passado”, disse ainda Rangel.
O vereador disse que os ex-gestores do transporte “destruíram provas e omitiram dados e que durante o processo de transição não houve transparência”. (leia mais abaixo)
Rangel destacou que a CPI afirma compromisso de investigar os atos do ex-presidente do IMTT (Instituto Municipal de Trânsito e Transporte). “Queremos ter acesso a documentos e avaliar os contratos na gestão dele no IMTT, qual o custo dos terminais, como eram feitos os repasses para esta empresa, quem são os seus responsáveis e quais as outras empresas que entraram como concorrentes na licitação”, declarou.
A CPI também vai investigar os motivos que impediram a RioCard Mais, que atua em Campos há mais de 12 anos, de participar desse novo modelo de transporte. “Mesmo com toda a documentação e preço mais barato para as empresas de ônibus e usuários, a RioCard ficou de fora, com enorme dificuldade em quebrar a barreira imposta pela prefeitura e obter junto ao IMTT a homologação necessária para operar”.
“As primeiras informações dão conta de que “os números de telefone cadastrados como da Billing Pay são os mesmos de um escritório de advocacia e de uma empresa de móveis, mas com sócios e os endereços são diferentes, não havendo nenhuma ligação com a empresa de bilhetagem”, revela o vereador. (leia mais abaixo)
Segundo Thiago Rangel, a CPI do Transporte já conta com 15 vereadores a apoiá-la. Além do voto dele se somam ainda os vereadores Bruno Vianna(PSL), Maicon Cruz (PSC), Diego Dias (Podemos), Alvaro Oliveira(PSD), Luciano Rio Lu (PDT), Leon Gomes(PDT), Dandinho de Rio Preto (PSD), Juninho Virgílio (Pros), Marquinho do Transporte (PDT), Bruno Pezão(PL), Anderson Matos (Republicanos), Marcos Elias (PSC), Helinho Nahim (PTC) e Nildo Cardoso (PSL).
CPI DA SAÚDE - Autor da proposta da CPI da Saúde, o vereador Juninho Virgílio (Pros) justifica a necessidade de sua instalação. “A CPI da Saúde é um clamor da população, que tem se manifestado pelas redes sociais e questionado onde foi parar esse dinheiro de mais de R$ 2 bilhões na Saúde durante o governo passado com atendimento tão precário.
Segundo lembra Juninho Virgílio, no ano passado foram gastos mais de R$ 800 milhões na área da Saúde. “As pessoas nos procuram para saber o que aconteceu. Quais foram os resultados de atendimento na ponta para a população que usa esses serviços?”, indagou o vereador.
Ainda de acordo com Juninho Virgílio, “não se trata de uma caça às bruxas, mas com todo esse dinheiro você não nunca encontra um Captopril, Losartana ou material básico para o trabalho dos funcionários nas unidades de saúde. Queremos saber o que houve com as dispensas de licitações”, acrescentou.
A CPI da Saúde já teria a assinatura de 15 parlamentares na Câmara. De acordo com Juninho, os vereadores Dandinho de Rio Preto(PSD), Maicon Cruz (PSC), Anderson Matos (Republicanos), Marcos Elias(PSC), Kassiano Tavares(PSD), Bruno Vianna (PSL), Bruno Pezão(PL), Alvaro Oliveira (PSD), Luciano Rio Lu(PDT), Thiago Rangel(Pros), Rogério Matoso (DEM), Helinho Nahim (PTC), Marquinho do Transporte (PDT)e Leon Gomes (PDT) fecharam questão em favor da CPI.