Terça-feira - 14:29 - Brasileira de 21 anos viaja para Argentina para abortar: ‘Não terei um filho que não quero. Veja Abaixo
Uma jovem chamada Sara, de 21 anos, fez um empréstimo de 5 mil reais para ir a Buenos Aires, Argentina, para um aborto. "Dar à luz uma criança que não quero, não posso criar, e é forçado seria tortura-lo. Então, quando encontrei esse método legal, foi um grande alívio", disse Sara.
A Associated Press e a estação de televisão alemã DW registraram as viagens da jovem. Além de Sara, outra mulher de 25 anos também foi à Argentina para interromper a gravidez. Sara não divulgou muitos detalhes da cidade onde mora para evitar ataques trei esse método legal, foi um grande alívio", disse Sara.
A Associated Press e a estação de televisão alemã DW registraram as viagens da jovem. Além de Sara, outra mulher de 25 anos também foi à Argentina para interromper a gravidez. Sara não divulgou muitos detalhes da cidade onde mora para evitar ataques nas redes sociais, pois o aborto é considerado crime no Brasil.
No dia 30 de dezembro, milhares de argentinos comemoraram a legalização do aborto até a 14ª semana. Isso não será mais apenas por causa de estupro ou a vida da mãe está em perigo. A jovem relatou que havia uma luz no fim do túnel após descobrir que o aborto não era crime na Argentina. A operação de aborto para esta jovem foi realizada em 14 de dezembro.
O Infobae citou Débora Diniz, uma pesquisadora latino-americana da Brown University, dizendo que por causa da legalização do aborto na Argentina, as mulheres não precisam mais ir aos Estados Unidos para fazer o aborto. No Brasil, o aborto é considerado crime, com pena máxima de três anos de prisão e o dobro da pena para o aborto. No entanto, a legislação penal brasileira só permite a interrupção da gravidez em caso de estupro. Em agosto passado, uma menina de 10 anos fez um aborto atrás de seu tio. O caso gerou uma grande revolta no país, onde muitas pessoas condenaram o aborto.
O juiz do Tribunal de Justiça do Espírito Santo espanhol, Antônio Moreira Fernandes (Antônio Moreira Fernandes) decidiu: “A vontade da menina é soberana”.
Segundo relatos, a jovem relatou que, após o procedimento, se sentiu aliviada.
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