is contra o crime organizado. Não causa surpresa que criminosos costumam utilizar o dia da visita íntima para iniciar motins, indiferentes à vida e à integridade física dos visitantes”, explica o deputado Charlles Batista.
Na avaliação do parlamentar, o modelo atual de visitas íntimas penaliza a sociedade, dentro e fora dos presídios.
“O combate ao crescente poder do crime organizado não pode esbarrar nas regalias concedidas aos detentos. A restrição e proibição de visitas íntimas ajudará muito no trabalho dos agentes de segurança pública, impedindo a organização e execução de crimes”, conclui Charlles Batista.
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Fonte: Jorge Luiz.