Um dia após Eduardo Carvalho Vieira ser s a da casa junto aos outros rapazes, e que nenhum deles consumiu bebida alcoólica naquele dia.
Antes do disparo, Eduardo e os outros meninos também manusearam arma que acreditavam, segundo o depoente, estar desmuniciada. Portanto, ele negou que o grupo estaria brincando de roleta russa.
Ainda de acordo com o autor, ao ver o amigo baleado, ele se desesperou, e começou a gritar “matei meu amigo, meu deus”, jogando a arma em um matagal e fugindo à pé sentido ao trevo de São José do Calçado.