Segunda-Feira - 12:27 - 1º lote da vacina da Pfizer vai ser entregue às capitais dos estados, diz Conasems. Veja Abaixo

19 de abril de 2021 · AM · Notícias em Geral

Vacina precisa ser mantida em freezers a -70ºC e poucas cidades têm estrutura para garantir armazenamento nas condições necessárias, segundo o conselho. Remessa deve chegar ao país no final de abril com cerca 1 milhão de doses, de acordo com Ministério da Saúde.

As capitais dos estados devem ser priorizadas na distribuição do primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer, com previsão de chegada no final de abril, segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

A previsão do Ministério da Saúde é que uma remessa com cerca de 1 milhão doses chegue ao país nos últimos dias de abril.


  • Queiroga diz que governo conseguiu antecipação de doses da Pfizer


As doses da Pfizer precisam ser mantidas em freezes ultracongelantes a uma temperatura de -70º C. A vacina foi a primeira a obter registro sanitário definitivo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o secretário executivo do Conasems, Mauro Junqueira, como o imunizante demanda cuidados especiais, ainda não há uma definição se todas as capitais receberão a vacina.

"Está sendo discutido. Vai ser por adesão daquelas que têm condições de manter estas vacinas, sem risco de perda", afirmou Junqueira.

O G1 entrou em contato com o Ministério da Saúde e aguarda retorno.

De acordo com a secretária municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, a capital paranaense é uma das cidades que se colocou à disposição para receber parte dos imunizantes.

"Poucas cidades têm logística para poder receber e aplicar esta vacina. Ela tem uma logística muito complexa, com manutenção em freezers especiais de -70ºC, e um preparo depois que a gente tira ela do freezer. A aplicação dela precisa de todo um cuidado. A gente tem essa logística, e se coloca à disposição para receber essa vacina, que pode agilizar o processo de vacinação da nossa população", afirmou a secretária.

A cidade finalizou a vacinação da primeira dose em idosos com mais de 65 anos no sábado (17), mas não ampliou a imunização para o grupo de 60 a 64 anos por falta de doses.

A estimativa da prefeitura é que 98 mil pessoas façam parte da faixa etária na cidade.

"A última remessa nós recebemos 2 mil doses para este público", disse a secretária.

Distribuição io da Saúde é que uma remessa com cerca de 1 milhão doses chegue ao país nos últimos dias de abril.


  • Queiroga diz que governo conseguiu antecipação de doses da Pfizer


As doses da Pfizer precisam ser mantidas em freezes ultracongelantes a uma temperatura de -70º C. A vacina foi a primeira a obter registro sanitário definitivo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o secretário executivo do Conasems, Mauro Junqueira, como o imunizante demanda cuidados especiais, ainda não há uma definição se todas as capitais receberão a vacina.

"Está sendo discutido. Vai ser por adesão daquelas que têm condições de manter estas vacinas, sem risco de perda", afirmou Junqueira.

O G1 entrou em contato com o Ministério da Saúde e aguarda retorno.

De acordo com a secretária municipal de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, a capital paranaense é uma das cidades que se colocou à disposição para receber parte dos imunizantes.

"Poucas cidades têm logística para poder receber e aplicar esta vacina. Ela tem uma logística muito complexa, com manutenção em freezers especiais de -70ºC, e um preparo depois que a gente tira ela do freezer. A aplicação dela precisa de todo um cuidado. A gente tem essa logística, e se coloca à disposição para receber essa vacina, que pode agilizar o processo de vacinação da nossa população", afirmou a secretária.

A cidade finalizou a vacinação da primeira dose em idosos com mais de 65 anos no sábado (17), mas não ampliou a imunização para o grupo de 60 a 64 anos por falta de doses.

A estimativa da prefeitura é que 98 mil pessoas façam parte da faixa etária na cidade.

"A última remessa nós recebemos 2 mil doses para este público", disse a secretária.

Distribuição

De acordo com o Conasems, as cidades que ficarem sem o imunizante da Pfizer receberão, em iguais proporções, doses das outras fabricantes.

"Ninguém vai ficar com mais doses do que o outro", afirmou o secretário executivo do conselho.

Os imunizantes da Coronavac e da AstraZeneca/Oxford, que têm sido usados na campanha de vacinação no Brasil desde janeiro, precisam ser mantidas a temperaturas entre 2ºC e 8ºC.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) confirmou que a distribuição dos imunizantes da Pfizer vai acontecer nas capitais e informou que há a possibilidade de que freezers sejam distribuídos aos estados para armazenamento das doses.

 

 

 

Fonte: G1