O Brasil atingiu hoje a marca de 32,1 milhões de pessoas que completaram a vacinação contra a covid-19. Até o momento, 32.118.717 brasileiros receberam a segunda dose ou a dose única da Janssen, o equivalente a 15,17% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.
Com relação às vacinas que necessitam de duas doses, a primeira delas foi aplicada em 912.894 pessoas nas últimas 24 horas. O total de vacinados nesta etapa inicial é de 86.332.655, o correspondente a 40,77% da população do país. Entre ontem e hoje, a segunda dose foi aplicada em outras 490.678. No mesmo intervalo de tempo, 177.261 brasileiros foram imunizados com a dose única da Janssen.
O Brasil conta com quatro vacinas contra a covid-19 atualmente. A recomendação dos laboratórios responsáveis pela produção da CoronaVac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech é de aplicação de duas doses de seus imunizantes para um combate mais eficiente à doença. Já a fabricante da Janssen indica a aplicação de apenas uma dose de seu imunizante. Proporcionalmente, o Rio Grande do Sul permanece como o estado que mais aplicou a primeira dose: 47,92% de seus habitantes.
Mato Grosso do Sul continua na liderança entre os estados que, em termos percentuais, contam com a maior parcela de habitantes com vacinação completa —isto é, receberam a segunda dose ou a dose única: 28,14% da população local. Queiroga: Covaxin está vetada, e país vacinará todos adultos até fim do ano..
Em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil já tem a quantidade suficiente de vacinas para imunizar completamente toda a população adulta con e ou a dose única da Janssen, o equivalente a 15,17% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.
Com relação às vacinas que necessitam de duas doses, a primeira delas foi aplicada em 912.894 pessoas nas últimas 24 horas. O total de vacinados nesta etapa inicial é de 86.332.655, o correspondente a 40,77% da população do país. Entre ontem e hoje, a segunda dose foi aplicada em outras 490.678. No mesmo intervalo de tempo, 177.261 brasileiros foram imunizados com a dose única da Janssen.
O Brasil conta com quatro vacinas contra a covid-19 atualmente. A recomendação dos laboratórios responsáveis pela produção da CoronaVac, Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech é de aplicação de duas doses de seus imunizantes para um combate mais eficiente à doença. Já a fabricante da Janssen indica a aplicação de apenas uma dose de seu imunizante. Proporcionalmente, o Rio Grande do Sul permanece como o estado que mais aplicou a primeira dose: 47,92% de seus habitantes.
Mato Grosso do Sul continua na liderança entre os estados que, em termos percentuais, contam com a maior parcela de habitantes com vacinação completa —isto é, receberam a segunda dose ou a dose única: 28,14% da população local. Queiroga: Covaxin está vetada, e país vacinará todos adultos até fim do ano..
Em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil já tem a quantidade suficiente de vacinas para imunizar completamente toda a população adulta contra a covid-19 até o fim do ano. Com isso, não seriam necessárias novas compras para incluir no PNI (Plano Nacional de Imunização). "Já temos cerca de 600 milhões de doses de vacinas contratadas, e isso pode fazer com que tenhamos a certeza de que até o final do ano todos aqueles acima de 18 anos já terão recebidos as duas doses de vacina", falou. Por isso, adquirir doses da Covaxin ou da Sputnik V está fora de questão.
A compra da Covaxin, fabricada pela Bharat Biotech e negociada no Brasil pela Precisa Medicamentos, está sob suspeita de sobrepreço e suposta prevaricação por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Essas hipóteses estão sendo tratadas na CPI da Covid, no MPF (Ministério Público Federal) e na PF (Polícia Federal). "A vacina produzida pela Bharat Biotech, Covaxin, tem sido alvo de discussões. O Ministério da Saúde, através de sua Diretoria de Integridade, que é composta de integrantes da CGU (Controladoria-Geral da União) e da nossa assessoria jurídica, orientou a suspensão desse contrato por questão de conveniência e oportunidade", explicou.
Veículos se unem pela informação Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de saúde das 27 unidades da federação.
Fonte: Uol