Quinta-Feira - 19:20 - Acusados de montar pirâmide financeira mantinham até 'fazenda' de computadores no Paraguai para simular operações com bitcoins. Veja Abaixo
A Delegacia de Defraudações (DDEF) da Polícia Civil do Rio indiciou cinco suspeitos de integrarem uma quadrilha acusada de manter um esquema de pirâmide financeira que cooptava vítimas em diversos pontos da capital fluminense e até em outros estados. Ao todo, de acordo com os investigadores, o grupo chegou a receber pelo menosR$ 14 milhões de centenas de pessoas, que aportavam desde valores menores até milhares de reais de uma única vez, na expectativa de obter retornos altíssimos alcançados a partir de supostas transações com criptomoedas.
Luiz Gustavo Santos de Pontes Galvanho, Max Moreira Quintino, Raphael Ramiro Cardoso de Lacerda, Thiago Achilles de Souza Braga e Wesley Sousa Aragão tiveram a prisão pedida à Justiça pela especializada. Eles respondem pelos crimes de estelionato, associação criminosa e crime contra a economia popular. Nenhum deles tinha passagens anteriores pela polícia.
Aos omissões quando traziam novas vítimas para dentro do esquema.
Nas redes sociais, Calvanho costumava ostentar uma vida de luxo, com fotos de viagens internacionais e bens de alto valor, como carros importados. Para Luxardo, o estilo das postagens ajudava a atrair interessados. Os perfis, contudo, acabaram deletados da internet. A polícia desconfia que o chefe do bando pode ter fugido em definitivo para Dubai, nos Emirados Árabes, após saber que estava sendo investigado.
Segundo a DDEF, embora o primeiro inquérito tenha sido concluído com o indiciamento dos cinco suspeitos, outras apurações estão em curso. Com a investigação desmembrada, o objetivo principal, agora, é detectar outras empresas envolvidas na fraude.
Fonte: Extra