Quarta-Feira - 16:44 - Siamesa de 1 ano, que nasceu unida à irmã pelo tórax, deixa hospital pela primeira vez: "Parecia impossível". Veja Abaixo
Sara, 1 ano, foi a primeira a receber alta, em abril. Nesta quarta-feira (22), foi a vez da irmã, Eloá. As gêmeas siamesas nasceram em São Paulo, em setembro do ano passado. Após a cirurgia de separação, finalmente, as duas poderão se reunir em casa, em Rondônia, pela primeira vez. "Era algo que parecia impossível no início, mas quando Deus quer, nada é impossível", disse o pai, em entrevista exclusiva à CRESCER
"Dia mais do que sonhado e 'pra lá' de especial. O milagre da alta da nossa guerreira Eloá chegou", anunciou o pai, Vanderson Maia, em suas redes sociais. Ele e a esposa, Jaqueline Camer, que são de Alvorada do Oeste, interior de Rondônia, há 1 ano, revezavam-se entre a cidade natal e a capital paulista, onde as meninas estavam internadas. As irmãs siamesas Sara e Eloá nasceram no dia 23 de setembro de 2020, unidas pelo tórax. Elas foram separadas em dezembro, durante uma cirurgia de 8 horas no Hospital das Clínicas, em São Paulo.Desde então, foram diversos tratamentos e cirurgias. Sara recebeu alta primeiro, em abril deste ano. Já Eloá saiu do hospital pela primeira vez nesta quarta-feira (22). Segundo o pai, que está em Rondônia com Sara e o filho mais velho, a esposa e a filha já embarcaram rumo à casa da família. "Elas vão chegar no aeroporto de Rondônia esta tarde. Depois, Eloá fará uma estabilização na UTI de Ouro Preto do Oeste, cidade vizinha. Ela deve ficar lá dois dias e, no fim de semana, finalmente virá para casa", disse. No entanto, a menina ainda necessitará de ventilação mecânica, pois não consegue respirar sozinha. "Por isso, teremos um serviço de home care. A expectativa é que isso dure de 1 ano e meio a dois anos até ela passar por uma nova cirurgia de correção no coração. Eloá colocará uma prótese para proteger seu coraçãozinho", explicou o pai à CRESCER.
Apesar das dificuldades, a família está feliz e confiante na recupe erreira terá a oportunidade de conhecer o mundo fora do hospital após um ano de internação, muitas batalhas vencidas, muitas graças alcançadas e desafios superados", finalizou.
Fonte: Revista Creser
