Terça-Feira - 15:48 - Emprego e sucesso profissional: o atalho a seu alcance; entenda. Veja Abaixo
A educação, no sentido de gentileza, cordialidade e formalidade, é uma das mais poderosas ferramentas de inclusão, aceitação e ascensão profissional que existe.
Não há formação acadêmica, habilidades extraordinárias em matemática, física quântica, , habilidades extraordinárias em matemática, física quântica, línguas ou qualquer outro grande ativo intelectual que superem um cumprimento respeitoso, uma aproximação adequada, um comportamento atencioso e uma despedida sincera.
Não há também MBA em Harvard ou MIT que limpem a barra de um ‘e aí?’, na chegada, de um ‘véi’, durante, e de um ‘valeu’, na saída de uma entrevista de emprego. Muito menos de uma conversa entremeada por olhares constantes no celular, ou pior, sujeita a pausas para atender o telefone ou digitar alguma mensagem.
Acredite: uma leve e respeitosa inclinação ao cumprimentar alguém mais velho, vale mais do que um sapato de cromo alemão ou um Louboutin. Um ‘com licença’ ao sentar-se, vale mais do que a gravata ou o lenço Hermès. A atenção incondicional ao seu interlocutor trará mais respeito que a caneta Montblanc, a bolsa Chanel ou o Rolex à mostra.
Entenda: aparência, sem conteúdo, é como uma caixa de joias vazia; grife, sem glamour, vale tanto quanto promessa de político, e palavras sem sentido não impressionam; cansam.
Mais importante: jamais deixe de olhar nos olhos de quem você está conversando, por mais simples que seja seu interlocutor, por mais chata que seja a prosa, por mais desinteressado que esteja no assunto, por mais preocupações que tenha no momento.
Eu lhe garanto: não há nada mais constrangedor do que falar com as paredes, que é o que sentimos quando falamos com alguém, e este alguém está assistindo à TV, olhando para o computador ou brincando com o smartphone.
Por favor, crianças: sigam estes humildes conselhos e tornem o dia a dia profissional de vocês – e o nosso (dos velhos dinossauros) – um pouco menos irritante e mais produtivo.
Sucesso!
Fonte: ISTOÉ