Sexta-feira - 16:04 - Vira-lata caramelo ganha o direito de ser "cãopanheira" de seu tutor no hospital. Veja Abaixo

11 de fevereiro de 2022 · AM · Notícias em Geral

Vamos para mais uma história de amor em quatro patas: Lucimara, uma vira-lata caramelo que simplesmente parou em frente à Santa Casa de São Paulo e ficou esperando seu dono, entre o domingo (6) e a segunda-feira (7).

O dono: o paciente é um homem com deficiência visual em situação de rua, que sofreu um atropelamento chegando ao pronto-socorro, localizado no bairro Santa Cecília, Centro da capital paulista, aproximadamente às 10h40 de domingo, com traumatismo craniano e dor no tórax.

“Logo na chegada todos se preocuparam com o paciente, mas também notaram a cachorrinha desesperada sem o dono", contou o Gestor-Médico dos prontos-socorros da Santa Casa.

Plano para adentrar na unidade médica: inicialmente, os funcionários do hospital colocaram um cobertor e comida. Mas, Lucimara ficou na porta e não parou de latir. Se acalmou, um pouco, quando a equipe trouxe uma camiseta do dono e a deixou no seu cobertor. Mesmo assim, ela não estava comendo a ração, nem as quentinhas que os profissionais de saúde estavam oferecendo. Queria ver o dono, só isso! De tanta insistência, conquistou o direito de virar "cãopanheira" de quarto do tutor.

O encontro: foi pura emoção não só para a cachorrinha e o paciente, mas para todos que presenciaram a angústia da bichinha em estar sem seu dono. Depois disso, foi só alegria, Lucimara o acompanhou durante os cuidados hospitalares e se despediu na equipe quando a alta ocorreu, no fim da segunda-feira (7).

Para o gestor-médico, além de ser um direito do paciente por ser deficiente visual, há um apoio emocional que pode, inclusive, favorecer a recuperação: "o momento de procura ao hospital é de muita fragilidade. Tanto para a pessoa, quanto para o animal. Essa separação é ruim para ambos".

Lucimara, desejamos saúde e felicidade para você e seu dono, após esse “susto” que só con mas também notaram a cachorrinha desesperada sem o dono", contou o Gestor-Médico dos prontos-socorros da Santa Casa.

Plano para adentrar na unidade médica: inicialmente, os funcionários do hospital colocaram um cobertor e comida. Mas, Lucimara ficou na porta e não parou de latir. Se acalmou, um pouco, quando a equipe trouxe uma camiseta do dono e a deixou no seu cobertor. Mesmo assim, ela não estava comendo a ração, nem as quentinhas que os profissionais de saúde estavam oferecendo. Queria ver o dono, só isso! De tanta insistência, conquistou o direito de virar "cãopanheira" de quarto do tutor.

O encontro: foi pura emoção não só para a cachorrinha e o paciente, mas para todos que presenciaram a angústia da bichinha em estar sem seu dono. Depois disso, foi só alegria, Lucimara o acompanhou durante os cuidados hospitalares e se despediu na equipe quando a alta ocorreu, no fim da segunda-feira (7).

Para o gestor-médico, além de ser um direito do paciente por ser deficiente visual, há um apoio emocional que pode, inclusive, favorecer a recuperação: "o momento de procura ao hospital é de muita fragilidade. Tanto para a pessoa, quanto para o animal. Essa separação é ruim para ambos".

Lucimara, desejamos saúde e felicidade para você e seu dono, após esse “susto” que só confirmou o tamanho do amor existente entre humanos e animais!