Sábado - 18:02 - Quem vai de Heineken é bom preparar o bolso: ela ficará mais cara em breve. Veja Abaixo
Vamos de mais prejuízo ao brasileiro, dessa vez, para os amantes daquela cervejinha gelada, ainda mais na estação que mais combina com a bebida: o verão.
Apesar do crescimento, tanto no Brasil quanto globalmente, no quarto trimestre de 2021, a Heineken se prepara para um novo aumento de preços em todo o mundo, sob justificativa da inflação.
Ela, que no Brasil é proprietária das marcas Kaiser, Schin, Glacial, Cintra, Baden Baden, Devassa, Eisenbahn e Amstel; aponta pressão inflacionária em itens como energia e o frete, causado pela alta de commodities (matéria-prima) como o petróleo. Em seu relatório aos investidores, a empresa demonstrou preocupação com a pressão dos custos, especialmente na sua cadeia de sup ravés dos números do terceiro trimestre de 2021, o que ocasionou uma redução de 5,1% no volume de cerejas vendidas em todo o mundo. Entretanto, logo no quarto trimestre, houve uma recuperação que levou a empresa a fechar o ano com um lucro de cerca de 3,3 bilhões de euros.
De acordo com o Grupo Heineken, apesar de ter trazido um impacto negativo na lucratividade devido à desvalorização do real frente ao dólar, a operação brasileira tem apresentado bons resultados, com um crescimento de 10% no volume de cerveja vendida no país, se consolidando como líder do segmento premium, impulsionada pelas marcas Heineken e Eisenbahn, no quarto trimestre de 2021.
Fonte: RJ Interior