Sexta-feira - 15:40 - Há 60 anos, Brasil ganhava a Copa do Chile brincando. Veja Abaixo
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Há 60 anos, Brasil ganhava a Copa do Chile brincando.
A notícia de que Pelé não poderia mais jogar a Copa do Mundo de 1962 chegou ao Brasil de forma devastadora. Se o astro era apenas uma jovem promessa em 1958, no primeiro título mundial da seleção, naquela Copa ele encarnava a esperança de conquistar o bicampeonato. A imprensa endossava o sentimento generalizado na população: sem Pelé, o Brasil não vence.
O camisa 10 estava no auge da sua forma em 1962. Liderado pelo rei do futebol, o Santos se tornaria o primeiro clube brasileiro a conquistar a Taça Libertadores e o Torneio Intercontinental, em setembro daquele ano. Mas na Copa do Chile, três meses antes, o astro se lesionou no segundo jogo. O abalo da perda de seu melhor jogador quase custou à seleção a eliminação na primeira fase do torneio.
Amarildo, do Botafogo, foi o escolhido para a árdua missão de substituí-lo. A desconfiança da torcida foi superada pelo bom desempenho do atacante na estreia, que marcou os dois gols da vitória de 2 a 1 sobre a Espanha, no último jogo da fase de grupos.
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“O Brasil tem que agradecer aos céus por ter ganho essa partida, porque não merecia”, atesta o jornalista e escritor João Máximo, de 87 anos. O jogo decisivo ficou marcado pelo “pulinho” para fora da área de Nilton Santos, para evitar que o árbitro marcasse um pênalti para a Espanha. O juiz ainda anularia um gol de bicicleta dos espanhóis, sob contestação.

As informações são da DW.