Segunda-feira - 23:22 - Responsável por câmeras do clube onde petista foi assassinado é encontrado morto. Veja Abaixo
A Polícia Civil do Paraná confirmou que o vigilante do clube no qual o guarda municipal petista Marcelo Arruda foi morto pelo policial penal bolsonarista Jorge Guaranho e responsável pelo acesso às câmeras do local foi encontrado morto. Claudinei Coco Esquarcini era um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu. A polícia aponta tratar de um caso de suicídio pois câmeras de segurança mostram ele se jogando de um viaduto.
audinei trabalhou na Itaipu por 20 anos, sempre como agente de segurança na Divisão de Segurança da Central. Seu corpo foi encontrado em Medianeira (PR), onde trabalhava como segurança da Itaipu Binacional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE:
NA ÓTICA SHOWROOM EM ITAPERUNA SEU EXAME PODE SAIR POR APENAS R$: 10 REAIS. Rua 10 de maio em frente ao centro médico. Ligue para (22)9.8135-1753.
CLIQUE NO LINK E MARQUE JÁ SUA CONSULTA
https://api.whatsapp.com/send/?phone=5522981351753&text&app_absent=0

No último dia 9 de julho, Jorge Guaranho viu as imagens do aniversário do petista por meio de uma terceira pessoa cujo nome a Polícia Civil não revelou. Após isso, foi até o local e, gritando palavras de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL), xingou Marcelo Arruda e outras pessoas que participavam de uma comemoração temática pelo aniversário de 50 anos do guarda municipal. Eles discutiram, Arruda jogou um pouco de terra no carro de Guaranho e, após ser convencido pela mulher que estava com ele, o policial penal foi embora, prometendo voltar. Minutos depois, ele retornou, sacou a arma e atirou em Marcelo Arruda, que também estava armado. Após atingir o guarda municipal uma primeira vez, ele se aproximou do aniversariante já caído e atirou novamente. Marcelo Arruda conseguiu revidar os disparos e também atingiu Jorge Guaranho.
O guarda municipal morreu e o policial penal está em estado grave. A Polícia Civil indiciou o bolsonarista por homicídio qualificado por motivo torpe, mas descartou que o crime tenha caráter político.
De acordo com o portal "Metrópoles, o vigilante Claudinei conhecia o policial Jorge Guaranho. Em depoimento à policial, outro vigilante do local afirmou que não era usual que as imagens das câmeras fossem mostradas a outras pessoas e citou Claudinei como o responsável por permitir que Guaranho visse as imagens da festa com temática do PT.
Em nota, a Itaipu Binacional, onde Claudinei trabalhava na cidade de Medianeira (PR), manifestou seu pesar pela morte do funcionário. Procurada, a Polícia Civil do Paraná afirmou que o caso está sendo conduzido agora pela Secretaria de Segurança Pública do Paraná. A pasta, porém, não respondeu aos contatos da reportagem.
Fonte: O Tempo