Terça-feira - 22:08 - 'É triste saber que o Brasil está passando vergonha lá fora', lamenta delegada sobre libertação de cônsul alemão. Veja Abaixo
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A Justiça também negou o pedido de sigilo da defesa do cônsul e determinou ainda a quebra de sigilo de dados dos aparelhos celulares apreendidos pela polícia durante a investigação.
Hahn estava preso desde o dia 6 de agosto. Ele deixou o Brasil rumo a Alemanha neste domingo (28), depois de a desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, relaxar a prisão do diplomata, na última sexta-feira (26), por considerar que havia demora na denúncia do Ministério Público contra Hahn. O cônsul chegou a Frankfurt nesta segunda-feira.
Na mesma sexta-feira, o Ministério Público informou, por meio de nota, que "a 1ª Promotoria de Justiça junto ao IV Tribunal do Júri da Capital não foi, até a presente data, intimada para oferecimento de denúncia" e que "assim sendo, nem mesmo se iniciou o prazo para oferecimento da peça acusatória". Nesta segunda-feira (29), porém, a promotora Bianca Chagas de Macêdo Gonçalves ofereceu denúncia contra o alemão por homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, com uso de meio cruel e sem dar chance de defesa à vítima. Na denúncia, a promotora pede a prisão preventiva do diplomata e a quebra de sigilo do celular de Uwe Hahn.
O MP também pede que não seja acolhido o pedido de sigilo do processo feito pela defesa do diplomata.
Fonte: Extra.
