Quarta-feira - 14:32 - ‘Faraó dos bitcoins’: foragidas da Operação Kryptos são presas pela Interpol na República Dominicana. Veja Abaixo

31 de agosto de 2022 · WM · Notícias em Geral

Duas mulheres ligadas a Glaidson Acácio dos Santos, conhecido

Vem, estamos te esperando!

🚦JOIA, A AUTO ESCOLA QUE MAIS APROVA🚦

📲 (22) 99890-3131

Em 4 endereços:

🚧 Rua Pedro Alves de Oliveira, 75 - Cidade Nova Itaperuna;

🚧 Rua Rafael Vasconcelos, 35 - Bairro Niterói - Itaperuna;

🚧 Rua Irineu Sodré, 208 - Centro - Miracema;

🚧 Rua Ferreira Cesar, 165 - Centro - Laje do Muriaé.
Eles são umas das 22 investigadas pela Operação Kryptos, deflagrada em agosto de 2021, para combater o crime contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro e gestão temerária ou fraudulenta. As mulheres eram operadoras do esquema e organizavam a parte administrativa da empresa e também responsáveis pelos pagamentos. As duas, agora, aguardam o processo de extradição.


Saiba quem são os quatro dentro do esquema milionário:


Andrimar Morayma Rivero Vergel


Venezuelana, é casada com Vicente Gadelha Rocha Neto. Entre 2019 e 2021, ela e o marido fizeram cinco viagens para Dubai, capital dos Emirados Árabes, onde chegaram a abrir duas contas-correntes. De acordo com a Polícia Federal, o casal tinha a missão de "escoar o proveito criminoso oriundo do esquema desenvolvido pela GAS para paraísos fiscais".

Larissa Vianna Ferreira Dumas


Esposa de João Marcus Pinheiro Dumas Viana, ela é procuradora de uma conta da GAS em uma agência bancária de Cabo Frio. Para a polícia, os dois eram utilizados como intermediáriios "para a passagem de recursos para outras pessoas". O relatório acrescenta: "Além de serem interpostas pessoas de Glaidson para a movimentação de dinheiro em espécie, eles são titulares de empresas de fachada utilizadas pela estrutura criminosa".

João Marcus Pinheiro Dumas Viana


Segundo a PF, ele foi apontado como portador de depósitos em espécie em uma conta de Glaidson entre abril de 2019 e dezembro do ano passado. Ainda de acordo com os investigadores, as interceptações telefônicas realizadas com autorizações judiciais indicam que João "é um notório operador do fluxo de dinheiro em espécie do grupo".

Vicente Gadelha Rocha Neto


Além de ter feito viagens para Brasília na companhia de Glaidson e Tunay com o intuito de, segundo a PF, realizar encontros com Felipe, o paraibano foi o responsável pela compra de materiais de escritório para unidades da GAS em João Pessoa e Natal, no Rio Grande do Norte. Para os investigadores, Vicente era "o responsável pela expansão da estrutura criminosa para o Nordeste". Ele recebeu R$ 37,5 milhões de Glaidson ou da GAS entre 2018 e 2020.

 

Fonte:  Extra.