Quinta-feira - 19:45 - Rio tem 810 casos confirmados de varíola dos macacos. Veja Abaixo
Um dos palestrantes, o médico infectologista Gustavo Albino Pinto Magalhães, gerente do Programa de Aids da Sms, explicou que o cárcere é um ambiente com alta probabilidade de disseminação da doença, em função do contato próximo e persistente entre os internos. Ele salientou a importância das medidas de prevenção, como evitar o compartilhamento de itens pessoais, higienizar os ambientes, lavar as mãos e usar máscaras.
O médico alertou que, geralmente, os sintomas da doença começam, em média, duas semanas após o contágio. Normalmente, o infectado tem febre, mal estar, adenomegalia e lesões na pele."É necessário isolar imediatamente o caso suspeito e monitorar a cela. Ver quem vai aparecer com febre, por exemplo. Também é preciso monitorar os visitantes da pessoa diagnosticada com a doença", disse.
