Segunda-feira - 08:49 - Placar Lula e Bolsonaro é o mais apertado para 1º turno desde a redemocratização. Veja Abaixo
Petista tem 48,2% dos votos, contra 43,3% do atual presidente; Candidatos vão disputar segundo turno
O placar das eleições presidenciais deste ano foi o mais apertado já registrado em um primeiro turno desde 1989. A diferença entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que soma 48,2% dos votos válidos, e do presidente Jair Bolsonaro (PL), que marca 43,3% do total, é de 5,1 pontos, o equivalente a pouco mais de 6 milhões de votos.
A eleição mais acirrada até então foi a de 2006, quando Lula ficou à frente de Geraldo Alckmin, hoje seu vice, que disputou a presidência pelo PSDB. Na época, o petista, que acabou eleito no segundo turno, somou 48,6% dos votos, contra 41,6% de Alckmin.
É de Fernando Henrique (PSDB) a vitória com maior folga desde a redemocratização. Em 1994, o ex-presidente foi eleito já no primeiro turno, com 55,22% dos votos válidos.
Diferença entre primeiro e segundo colocado em disputas presidenciais de 1º turno
| 1989 - 13,29 |
| 1994 - 25,92 |
| 1998 - 21,35 |
| 2002 - 23,24 |
| 2006 - 6,97 |
| 2010 - 14,3 |
| 2014 - 8,04 |
| 2018 - 25,7 |
| 2022 - 5,1 |
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Em discurso após o resultado das urnas, Lula disse que o momento agora é de voltar a fazer campanha e ir às ruas, sem tempo para descanso.
Integrantes da campanha do ex-presidente já procuraram Tebet e Soraya Thronicke (União Brasil), na tentativa de atrai-las para o palanque petista no segundo turno. O plano é intensificar os contatos e agendar reuniões nos próximos dias.
— Começo amanhã a fazer a campanha. Eu tinha pensado, se ganhasse no primeiro turno, tirar três dias de descanso, fazer uma pequena lua de mel. Mas vai ter que esperar para o dia 30 de outubro — afirmou. — Quem sabe para desgraça de alguns, eu tenho mais 30 dias pra fazer campanha. Adoro fazer campanha, fazer comício, subir em caminhão, discutir com a sociedade brasileira, e vai ser importante, será a primeira chance da gente fazer um debate tête-a-tête com o presidente da República e saber se ele vai parar de dizer mentiras. É uma segunda cha data-mce-fragment="1">