Segunda-feira - 13:35 - Prefeituras enfrentam problemas com a falta de remédios nas farmácias populares. Veja Abaixo
Seis em cada dez cidades enfrentam problemas com a falta de remédios
Brasileiros estão enfrentando um sério problema para encontrar remédios nas farmácias públicas, prova disso são as reclamações que as mídias vem recebendo.
A última pesquisa feita pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) de cada dez cidades, seis enfrentam a escassez de medicamentos. A pesquisa ouviu quase 60% das prefeituras do país, 3.178 municípios.
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Entre os medicamentos, há falta de antibióticos do componente básico em 89,4% dos municípios respondentes e medicamentos para transtornos respiratórios do componente básico em 55,2%. Outros itens como medicamentos para o sistema nervoso do componente básico 41,9%; Medicamentos para o sistema nervoso do componente especializado 41,7%; anti-hipertensivos do componente básico 40,5%; medicamentos para controle da diabetes do componente básico 33,4%; e 23,7% dos Municípios responderam que ainda faltam outros medicamentos.
Os principais fatores para a falta de medicamento, é a escassez no mercado, a alta inesperada da demanda, falha dos fornecedores, assim como os efeitos negativos da pandemia da Covid-19 e da guerra entre Ucrânia e Rússia.
É dever do Poder Público fornecer medicamentos, ainda que não padronizados, desde que se mostrem indispensáveis ao tratamento do paciente que não possui condições de adquiri-los, e cuja pretensão encontra respaldo na Constituição Federal.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, este é um problema crônico. “É claro que não podemos negar que ainda podemos sentir os efeitos da pandemia e da guerra na Ucrânia, mas não podemos justificar a omissão da área pública para resolver esse que é um problema gravíssimo e já se tornou crônico”, afirmou.
A situação preocupa a CNM, pois pode afetar a população quanto ao controle de doenças crônicas, como diabetes, por exemplo, e a recuperação de quadros infecciosos que exig s, ainda que não padronizados, desde que se mostrem indispensáveis ao tratamento do paciente que não possui condições de adquiri-los, e cuja pretensão encontra respaldo na Constituição Federal.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, este é um problema crônico. “É claro que não podemos negar que ainda podemos sentir os efeitos da pandemia e da guerra na Ucrânia, mas não podemos justificar a omissão da área pública para resolver esse que é um problema gravíssimo e já se tornou crônico”, afirmou.
A situação preocupa a CNM, pois pode afetar a população quanto ao controle de doenças crônicas, como diabetes, por exemplo, e a recuperação de quadros infecciosos que exigem o uso de antibióticos, sendo que quadros clínicos leves podem gerar complicações e levar ao aumento das demandas por internação hospitalar.
Com informações da CNM.
