Sexta-feira - 16:50 - Acusado de homicídio em bar da Barra da Tijuca é preso em Maricá. Veja Abaixo

14 de outubro de 2022 · AM · Notícias em Geral

Em Maricá, Policiais Civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam nessa quinta-feira, 13, o homem acusado de matar o comparsa e estelionatário Bruno Alves da Silva, 38 anos, em um bar na Barra da Tijuca. O crime, que aconteceu em 4 de setembro.

Fábio de Oliveira Júnior, que estava foragido desde o dia do assassinato, foi encontrado no bairro de Itaipuaçu, a partir de informações obtidas pelo setor de inteligência da especializada. Contra ele havia um mandado de prisão temporária.

 

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Além do acusado, estava no local sua namorada, que está grávida e é suspeita de ter entrado com a arma do crime no estabelecimento onde ocorreu o homicídio. Ela foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo as investigações, o assassinato teria sido motivado por um desentendimento entre os dois, envolvendo os golpes que a dupla aplicava em máquinas de cartões de crédito.

Relembre o caso

Na noite do crime, Bruno chegou ao local acompanhado da mulher e encontrou um grupo de amigos. Os suspeitos – três homens e uma mulher (esposa de um deles) – já estavam no estabelecimento. Segundo os agentes, a arma do crime entrou no bar dentro da bolsa da acusada, na tentativa de que o marido escapasse da revista pessoal.

Ao avistarem Bruno, ainda de acordo com os policiais, dois dos criminosos se dirigiram à sua mesa, o ameaçaram e ofenderam, sem que o mesmo esboçasse qualquer reação. Em determinado momento, um dos homens desfere um tapa no rosto da vítima, que reage com um soco e derruba o agressor no chão.

Uma briga generalizada, a partir deste momento, se inicia no local, com garrafas e cadeiras sendo arremessadas. Antes de atirar, Fábio foi acertado com um soco desferido por Bruno. Neste momento, ele recebeu da mão de um dos comparsas a arma usada no crime. Enquanto a vítima estava sendo socorrida pela esposa, o grupo fugiu do local.

Momentos depois Fábio retorna à cena do crime e grita para a mulher: “Fui eu que matei”, atravessa a rua e vai embora. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança do local.

Vítima era conhecida por aplicar golpes

Em 2014, a quadrilha que Bruno liderava junto com seu irmão gêmeo, André Alves da Silva, foi desarticulada. De acordo com a sentença judicial, a quad , Policiais Civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam nessa quinta-feira, 13, o homem acusado de matar o comparsa e estelionatário Bruno Alves da Silva, 38 anos, em um bar na Barra da Tijuca. O crime, que aconteceu em 4 de setembro.

Fábio de Oliveira Júnior, que estava foragido desde o dia do assassinato, foi encontrado no bairro de Itaipuaçu, a partir de informações obtidas pelo setor de inteligência da especializada. Contra ele havia um mandado de prisão temporária.

 

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Além do acusado, estava no local sua namorada, que está grávida e é suspeita de ter entrado com a arma do crime no estabelecimento onde ocorreu o homicídio. Ela foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo as investigações, o assassinato teria sido motivado por um desentendimento entre os dois, envolvendo os golpes que a dupla aplicava em máquinas de cartões de crédito.

Relembre o caso

Na noite do crime, Bruno chegou ao local acompanhado da mulher e encontrou um grupo de amigos. Os suspeitos – três homens e uma mulher (esposa de um deles) – já estavam no estabelecimento. Segundo os agentes, a arma do crime entrou no bar dentro da bolsa da acusada, na tentativa de que o marido escapasse da revista pessoal.

Ao avistarem Bruno, ainda de acordo com os policiais, dois dos criminosos se dirigiram à sua mesa, o ameaçaram e ofenderam, sem que o mesmo esboçasse qualquer reação. Em determinado momento, um dos homens desfere um tapa no rosto da vítima, que reage com um soco e derruba o agressor no chão.

Uma briga generalizada, a partir deste momento, se inicia no local, com garrafas e cadeiras sendo arremessadas. Antes de atirar, Fábio foi acertado com um soco desferido por Bruno. Neste momento, ele recebeu da mão de um dos comparsas a arma usada no crime. Enquanto a vítima estava sendo socorrida pela esposa, o grupo fugiu do local.

Momentos depois Fábio retorna à cena do crime e grita para a mulher: “Fui eu que matei”, atravessa a rua e vai embora. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança do local.

Vítima era conhecida por aplicar golpes

Em 2014, a quadrilha que Bruno liderava junto com seu irmão gêmeo, André Alves da Silva, foi desarticulada. De acordo com a sentença judicial, a quadrilha inseria dispositivos coletores de dados de cartões magnéticos em caixas eletrônicos de lugares como o Aeroporto Internacional Tom Jobim. Com o equipamento conhecido como ‘chupa-cabra’ inserido, o bando copiava informações sigilosas dos cartões para outros recarregáveis, que eram usados em compras e saques de dinheiro.

Naquele ano, a estratégia era considerada sofisticada. O esquema se reproduzia no comércio em máquinas de empresas credenciadas e contou com participação de garçons, seguranças e motoristas de táxi.