Segunda-feira - 09:37 - Mulher é presa em banco no RJ ao tentar abrir conta com identidades falsas. Veja Abaixo
A Polícia Civil do RJ prendeu uma mulher em uma agência bancária quando ela tentava abrir uma conta com documentos falsos.
Segundo a 21ª DP (Bonsucesso), Juliana Eymar dos Santos, de 27 anos, estourava limites do cartão de crédito e do cheque especial das contas criadas com identidades frias.
Juliana estava em um Bradesco na Tijuca, na Zona Norte do Rio, quando foi abordada pelos agentes, na última sexta-feira (14). Ela se identificou como Gabriela Caputo Guimarães, de Minas Gerais.

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A polícia, no entanto, descobriu que na quinta-feira (13) Juliana foi abrir uma conta em uma agência na Uerj, no Maracanã, com outro sobrenome: Rocha de Carvalho Mateus.
A mulher foi presa em flagrante pelo uso de documento falso e tentativa de estelionato.
Em audiência de custódia, a Justiça negou os pedidos de liberdade provisória e concessão de prisão domiciliar e converteu o flagrante em prisão preventiva.
“Vale salientar que [Juliana] não se importou de deixar a filha em outro estado para vir ao Rio de Janeiro praticar crimes, não podendo, agora, se socorrer de sua condição de mãe para pleitear a concessão de prisão domiciliar”, sso), Juliana Eymar dos Santos, de 27 anos, estourava limites do cartão de crédito e do cheque especial das contas criadas com identidades frias.
Juliana estava em um Bradesco na Tijuca, na Zona Norte do Rio, quando foi abordada pelos agentes, na última sexta-feira (14). Ela se identificou como Gabriela Caputo Guimarães, de Minas Gerais.

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A polícia, no entanto, descobriu que na quinta-feira (13) Juliana foi abrir uma conta em uma agência na Uerj, no Maracanã, com outro sobrenome: Rocha de Carvalho Mateus.
A mulher foi presa em flagrante pelo uso de documento falso e tentativa de estelionato.
Em audiência de custódia, a Justiça negou os pedidos de liberdade provisória e concessão de prisão domiciliar e converteu o flagrante em prisão preventiva.
“Vale salientar que [Juliana] não se importou de deixar a filha em outro estado para vir ao Rio de Janeiro praticar crimes, não podendo, agora, se socorrer de sua condição de mãe para pleitear a concessão de prisão domiciliar”, diz um trecho da decisão.
As informações são do g1.