Quarta-feira - 18:25 - TikTok anuncia que removeu mais de 10,4 mil vídeos extremistas e com desinformação durante e após atos golpistas. Veja Abaixo

15 de fevereiro de 2023 · AM · Notícias em Geral

A rede social chinesa TikTok divulgou nesta quarta-feira que removeu no Brasil mais de 10,4 mil vídeos da plataforma entre 8 de janeiro, dia dos ataques golpistas em Brasília, e o dia 15 do mês passado com conteúdos que violaram suas políticas de desinformação e de extremismo violento, o que inclui ameaças e incitação à violência, bem como a promoção do terrorismo. A plataforma também informou que recebeu duas ordens judiciais do Supremo Tribunal Federal, determinando a remoção de 5 links relacionados ao episódio.

Os números constam em um comunicado assinado pelo diretor de Políticas Públicas do TikTok no Brasil, Fernando Gallo. O TikTok foi a única plataforma até o momento a divulgar dados sobre remoção de conteúdos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. O GLOBO procurou a Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, o Twitter e o YouTube para saber se as plataformas irão divulgar informações sobre a moderação de conteúdo no período e ainda aguarda resposta.

De acordo com o comunicado, foram retirados do ar 1.304 vídeos que violavam a política de extremismo violento, 5.519 vídeos "por transgredirem a política de desinformação com riscos de danos no mundo real" e 3.614 vídeos por violação da política de desinformação sobre eleição, o que inclui a contestação do resultado do pleito.

Ainda segundo a plataforma, entre 16 de agosto e 31 de dezembro, período que compreendeu a campanha eleitoral e a transição de governo, o TikTok também removeu 66.020 vídeos com desinformação sobre as eleições brasileiras. Segundo o balanço, 91,1% dos casos foram detectados proativamente, e 79% foram removidos sem que tivessem uma única visualização. Ainda sobre as eleições, o TikTok divulgou que cumpriu 90 ordens judiciais para a remoção de 222 links. Desse total, 52 ordens partiram do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e 38 dos tribunais regionais eleitorais.

"Durante o período eleitoral e também após a troca de governo, nos preparamos para uma série de cenários, como desinformação eleitoral danosa, compartilhamento de teorias da conspiração e ameaças de violência. Como o cenário no Brasil era único, também atuamos para remover conteúdo falso afirmando que não seria possível verificar, validar ou aceitar o resultado da eleição. Nossa preparação nos permitiu atuar de forma rápida para endereçar conteúdo danoso de maneira adequada no país.", diz Gallo as e incitação à violência, bem como a promoção do terrorismo. A plataforma também informou que recebeu duas ordens judiciais do Supremo Tribunal Federal, determinando a remoção de 5 links relacionados ao episódio.

Os números constam em um comunicado assinado pelo diretor de Políticas Públicas do TikTok no Brasil, Fernando Gallo. O TikTok foi a única plataforma até o momento a divulgar dados sobre remoção de conteúdos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro. O GLOBO procurou a Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, o Twitter e o YouTube para saber se as plataformas irão divulgar informações sobre a moderação de conteúdo no período e ainda aguarda resposta.

De acordo com o comunicado, foram retirados do ar 1.304 vídeos que violavam a política de extremismo violento, 5.519 vídeos "por transgredirem a política de desinformação com riscos de danos no mundo real" e 3.614 vídeos por violação da política de desinformação sobre eleição, o que inclui a contestação do resultado do pleito.

Ainda segundo a plataforma, entre 16 de agosto e 31 de dezembro, período que compreendeu a campanha eleitoral e a transição de governo, o TikTok também removeu 66.020 vídeos com desinformação sobre as eleições brasileiras. Segundo o balanço, 91,1% dos casos foram detectados proativamente, e 79% foram removidos sem que tivessem uma única visualização. Ainda sobre as eleições, o TikTok divulgou que cumpriu 90 ordens judiciais para a remoção de 222 links. Desse total, 52 ordens partiram do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e 38 dos tribunais regionais eleitorais.

"Durante o período eleitoral e também após a troca de governo, nos preparamos para uma série de cenários, como desinformação eleitoral danosa, compartilhamento de teorias da conspiração e ameaças de violência. Como o cenário no Brasil era único, também atuamos para remover conteúdo falso afirmando que não seria possível verificar, validar ou aceitar o resultado da eleição. Nossa preparação nos permitiu atuar de forma rápida para endereçar conteúdo danoso de maneira adequada no país.", diz Gallo no comunicado.

 

Fonte: Extra