Segunda-feira - 20:47 - Adolescente desaparecida volta para casa e diz que foi ao encontro de homem de 26 anos por vontade própria. Veja Abaixo
Ela chegou em casa sozinha por volta das 20h desta segunda-feira depois de três dias desaparecida. Segundo informou à família Sthefany Neves ficou na casa do homem, com quem havia marcado encontro numa rede social
A adolescente Sthefany Neves, de 17 anos, que estava desaparecida desde sexta-feira, reapareceu na noite desta segunda-feira. Por volta das 20h ela chegou em casa sozinha e bem para alívio da família que viveu a angústia de seu retorno desde às 11h quando o homem que estava com ela fez o primeiro contato por telefone. Aos pais , ela contou que foi ao ao encontro do rapaz, que segundo disse tem 26 anos, por livre e espontânea vontade. Eles teriam ficado durante todo o fim de semana na casa dele, no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ela disse ainda que estava arrependida de não ter feito contato antes com seus familiares e que estaria "gostando" do rapaz.
— Adolescente, só Deus na causa. Só Deus — desabafou Géssica Marinho das Neves, mãe de Sthefany ao chegar com a filha à delegacia para comunicar o retorno da menina.
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O dia foi de muita expectativa na casa dos pais de Sthefany. Por volta das 11h o rapaz que estava com a adolescente fez contato por telefone e disse que iria devolver a menina à família. A mãe chegou a falar com a filha por telefone, mas a espera foi loga. quase nove horas se passaram até que ela chegasse em casa. De acordo Sthefany, ela demorou porque teria vindo de "de trem e ônibus" até o bairro Bom Pastor, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, onde vive com a família.
— Ele disse que não é sequestro e que está trazendo ela para casa, mas só entrou em contato depois que viu a sua foto nas redes sociais. Disse que é trabalhador e que isso vai acabar com a vida dele, que ele vai ser demitido. Mas ele não pensou na gente. A nossa agonia é grande, uma hora ele falou que estava em Campo Grande, depois em Coelho Neto, depois em Marechal Hermes, mas não chega nunca — disse Géssica Marinho das Neves, mãe da menina, no final da tarde desta segunda-feira.
A mãe disse ainda que conversou com a filha por telefone:
— Ela falou comigo, disse que estava vindo para casa, falou que estava bem, mas a gente não sabe, né? Ele pode ter mandado ela falar isso. Eu senti a voz dela meio diferente, como se es r e que isso vai acabar com a vida dele, que ele vai ser demitido. Mas ele não pensou na gente. A nossa agonia é grande, uma hora ele falou que estava em Campo Grande, depois em Coelho Neto, depois em Marechal Hermes, mas não chega nunca — disse Géssica Marinho das Neves, mãe da menina, no final da tarde desta segunda-feira.
