Segunda-feira - 20:15 - Caso Letycia: MP-RJ interroga professor suspeito de ser mandante do crime. Veja Abaixo

27 de março de 2023 · WM · Notícias em Geral

Outras quatro pessoas também estão presas suspeitas de ter envolvimento no crime

 

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) irá interrogar o professor e empresário Diogo Viola de Nadai, na tarde desta segunda-feira (27). Diogo é suspeito de ser o mandante do assassinato da gestante Letycia Peixoto Fonseca, com quem mantinha um relacionamento fora do casamento. Letycia estava grávida de 8 meses, quando foi morta a tiros, no Parque Aurora, no último dia 2.

O interrogatório acontece às 15h, na sede do MP-RJ, em Campos dos Goytacazes. Devem estar presentes o promotor de Justiça Fabiano Rangel, a delegada titular da 134ª Delegacia do Centro, Natália Patrão, e o advogado de defesa de Diogo, Thiago Carvalho. Familiares de Letycia estão no lado de fora da sede do MP aguardando os depoimentos.

 

 

 

Diogo Viola de Nadai, de 40 anos, foi preso no último dia 07 de março, suspeito de ser o mandante do assassinato de Letícia Peixoto Fonseca, de 31 anos, com quem tinha uma relação amorosa. No dia da prisão, Diogo preferiu ficar em silêncio durante o interrogatório. De acordo com a delegada Natália Patrão, o suspeito se negou a fornecer material genético para o exame de DNA, que confirmaria se ele era ou não pai do filho de Letycia.

 

 

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Quatro pessoas, suspeitas de ter envolvimento no crime também estão presos, sendo eles o condutor da moto, o atirador, o proprietário da moto e um homem que seria um intermediário.

Relembre o crime

Letycia Peixoto Fonseca, de 31 anos, grávida de 8 meses, foi morta a tiros no momento em que chegava em casa, por volta das 21h. O crime aconteceu na no dia 2 de março, na Rua Simeão Scheremeth, no Parque Aurora. O bebê, que seria chamado Hugo, morreu no Hospital da Beneficência Portuguesa, no dia seguinte (3 de março).

Letycia estava dentro de um carro da empresa onde trabalhava, quando foi surpreendida pelos suspeitos em uma motocicleta. Eles encostaram próximo ao veículo e efetuaram os disparos. Letycia sofreu 05 perfurações, sendo na mão esquerda, na face, no ombro e dois no tórax.

 

No momento em que os suspeitos fugiam, a mãe de Letycia, na tentativa de defender a filha e segurar um dos suspeitos que efetuou os disparos, ela foi empurrada ao chão e baleada. As duas foram socorridas por um familiar para o Hospital Ferreira Machado, a mãe de Letycia foi atendida e liberada. A gestante não resistiu ao ferimentos e morreu após dar entrada na unidade. Uma cesárea de emergência foi realizada e o bebê, nasceu de de 30 semanas, pesando 1,7 kg.

 

A criança foi transferida para o Hospital Beneficência Portuguesa, onde ficou internado na UTI Neonatal. Ele faleceu às 8h do dia 3 de março, por consequência de insuficiência respiratória e distúrbio cardiovascular.

No momento do crime, a tia-avó da vítima, de 50 anos, estava no banco do carona do veículo. Ela tem síndrome de Down e Letycia a deixava em casa após um passeio de carro para acalmá-la. casamento. Letycia estava grávida de 8 meses, quando foi morta a tiros, no Parque Aurora, no último dia 2.

O interrogatório acontece às 15h, na sede do MP-RJ, em Campos dos Goytacazes. Devem estar presentes o promotor de Justiça Fabiano Rangel, a delegada titular da 134ª Delegacia do Centro, Natália Patrão, e o advogado de defesa de Diogo, Thiago Carvalho. Familiares de Letycia estão no lado de fora da sede do MP aguardando os depoimentos.

 

 

 

Diogo Viola de Nadai, de 40 anos, foi preso no último dia 07 de março, suspeito de ser o mandante do assassinato de Letícia Peixoto Fonseca, de 31 anos, com quem tinha uma relação amorosa. No dia da prisão, Diogo preferiu ficar em silêncio durante o interrogatório. De acordo com a delegada Natália Patrão, o suspeito se negou a fornecer material genético para o exame de DNA, que confirmaria se ele era ou não pai do filho de Letycia.

 

 

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Relembre o crime

Letycia Peixoto Fonseca, de 31 anos, grávida de 8 meses, foi morta a tiros no momento em que chegava em casa, por volta das 21h. O crime aconteceu na no dia 2 de março, na Rua Simeão Scheremeth, no Parque Aurora. O bebê, que seria chamado Hugo, morreu no Hospital da Beneficência Portuguesa, no dia seguinte (3 de março).

Letycia estava dentro de um carro da empresa onde trabalhava, quando foi surpreendida pelos suspeitos em uma motocicleta. Eles encostaram próximo ao veículo e efetuaram os disparos. Letycia sofreu 05 perfurações, sendo na mão esquerda, na face, no ombro e dois no tórax.

 

No momento em que os suspeitos fugiam, a mãe de Letycia, na tentativa de defender a filha e segurar um dos suspeitos que efetuou os disparos, ela foi empurrada ao chão e baleada. As duas foram socorridas por um familiar para o Hospital Ferreira Machado, a mãe de Letycia foi atendida e liberada. A gestante não resistiu ao ferimentos e morreu após dar entrada na unidade. Uma cesárea de emergência foi realizada e o bebê, nasceu de de 30 semanas, pesando 1,7 kg.

 

A criança foi transferida para o Hospital Beneficência Portuguesa, onde ficou internado na UTI Neonatal. Ele faleceu às 8h do dia 3 de março, por consequência de insuficiência respiratória e distúrbio cardiovascular.

No momento do crime, a tia-avó da vítima, de 50 anos, estava no banco do carona do veículo. Ela tem síndrome de Down e Letycia a deixava em casa após um passeio de carro para acalmá-la. Ela não se feriu.

 

Fonte: Campos Informa