Seg8unda-feira - 22:09 - PF prende no RJ integrante do esquema de recrutamento no Brasil para o grupo Hezbollah. Veja Abaixo
Prisão ocorreu neste domingo. Nome do detido não foi divulgado
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Em 2021, ele começou a ser investigado pela Polícia Federal por contrabando. Com o avanço das apurações, os delegados desconfiaram que a venda de produto ilegal tinha como objetivo financiar atos terroristas.(Leia mais abaixo)
Em uma rede social, Mohamed publicou uma foto com uniforme militar em cima de um blindado. O perfil foi apagado, mas as imagens fazem parte da investigação.(Leia mais abaixo)
O Fantástico teve acesso a trechos da representação policial da operação Trapiche. No pedido, o delegado afirma que Mohamad seria no mínimo simpatizante, senão apoiador e integrante do grupo libanês Hezbollah.(Leia mais abaixo)
O conteúdo compartilhado no seu perfil indica que Mohamad, em 2016, lutou na guerra civil na síria como integrante da força do grupo Hezbollah que apoiou militarmente o governo de Bashar Al-Assad.(Leia mais abaixo)
Ainda no documento, a polícia diz que "os indícios de que Mohamad integra o braço paramilitar do grupo libanês Hezbollah e o fato de constar recentes registros migratórios de todos os citados para o Líbano, associado às evidências de falta de condições financeiras e antecedentes criminais dos brasileiros natos, corroboram com a tese de que estamos diante de uma possível fase de recrutamento de brasileiros para atuações ilícitas, inclusive na hipótese de objetivos terroristas."(Leia mais abaixo)
Até agora, a investigação aponta que eles não tinham vínculo ideológico ou religioso com o Hezbollah.(Leia mais abaixo)
A PF acredita ter interrompido a formação de uma rede de mercenários que prestariam serviços para o Hezbollah. Este tipo de criminoso é chamado de proxy, bandidos que atuam por procuração e dinheiro.(Leia mais abaixo)
A Polícia Federal mostrou uma foto de Mohamad Khir Abdulmajid a um dos investigados, durante interrogatório, e ele afirmou que se parece com um dos mensageiros que encontrou no Líbano.
Fonte: G1
