Quarta-feira - 15:40 - Mulher sobrevive após cair 1.200 metros depois que paraquedas não abriu por sabotagem do ex-marido. Veja Abaixo

02 de abril de 2025 · AM · Notícias em Geral

Victoria Cilliers caiu de uma altura de 1.200 metros após seus dois paraquedas falharem. Milagrosamente, ela sobreviveu a um impacto que, segundo especialistas, era impossível de suportar. Mas o mais chocante foi descoberto depois: o equipamento havia sido adulterado, e o principal suspeito era seu marido. A história chocou o Reino Unido e trouxe à tona uma tentativa de assassinato cuidadosamente planejada.

Era domingo de Páscoa de 2015, e Victoria, uma instrutora de paraquedismo do Exército Britânico, aceitou o salto como um presente de Emile, seu marido na época. Ao saltar do avião, ela percebeu que algo estava errado, pois o paraquedas principal não abriu: as cordas estavam emaranhadas. Depois disso, ele tentou abrir o reserva, mas também não conseguiu completamente, pois ficou parcialmente aberto e não conseguiu impedir a queda.

Ela caiu no chão, e os agentes dos serviços de emergência que chegaram ao local pensaram que não haveria nada que pudessem fazer, mas, contra toda a lógica, Victoria estava respirando.

O solo úmido e recentemente arado, juntamente com seu baixo peso corporal e posição de queda, salvaram sua vida. Ainda assim, ela teve uma fratura na pélvis, a coluna fraturada em quatro lugares, costelas quebradas e um pulmão colapsado.

Quatro semanas após o acidente, enquanto Victoria se recuperava em casa após várias cirurgias, a polícia revelou: seus paraquedas não falharam por acidente, eles foram sabotados intencionalmente, e o principal suspeito era seu marido, Emile Cilliers.

Victoria já notava sinais preocupantes em seu relacionamento com Emile: ele desaparecia sem aviso, tinha uma amante e até filhos escondidos na África do Sul. Ele também mentiu sistematicamente, manipulou suas contas bancárias.

Após um julgamento de seis semanas, o júri o considerou culpado da tentativas de homicídio, e Emile foi condenado à prisão perpétua.

Fonte: O Globo