Segunda-feira - 21:18 - Empresa de rope jump orientava clientes a não falar com instrutores: “estão protegendo a vida”. Veja Abaixo
A empresa responsável pelo salto que terminou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, enviava orientações de segurança aos participantes antes da atividade. Em um áudio encaminhado por WhatsApp, a equipe da Entre Cordas pedia que os clientes não distraíssem os operadores durante os preparativos para o salto. “Não tirem a atenção dos operadores, eles estão cuidando e protegendo a vida de vocês”, dizia um dos trechos da mensagem.
No mesmo comunicado, a empresa ressaltava que esportes radicais envolvem riscos e afirmava que os profissionais eram treinados para evitá-los. O áudio foi recebido pela biomédica Josiane Francischini Pereira, de Ribeirão Preto (SP), que saltou da mesma ponte cerca de um mês antes do acidente fatal. Maria Eduarda, moradora de Jandira (SP), morreu após ser lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem a corda de proteção. Após o ocorrido, seis integrantes da empresa fugiram e foram presos posteriormente. Atualmente, três instrutores seguem detidos.
Fonte: Luiz Bacci