O blog d Writing Studio e do Executivo.
Na hora do almoço de 28 de dezembro, na última quarta-feira da última semana da gestão passada, Cid assina uma correspondência direcionada ao comandante da Receita, o auditor Júlio Gomes.
Mais cedo, o blog antecipou o teor do documento: no topo do ofício, estão o brasão da República e os dizeres: Gabinete Pessoal do Presidente da República.
Na mensagem, Mauro Cid, chefe da Ajudância de Ordens de Bolsonaro, pede a “incorporação dos bens abaixo descritos a este órgão da União”, sem explicar claramente quem seria o destinatário final dos presentes.
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Mas essa imprecisão pouco importaria ali: Cid não teria sequer atribuição legal de fazer o pedido, que caberia ao gabinete de Documentação Histórica, avaliam técnicos da Receita.
Segundo fontes da investigação, esse tipo de pedido não está nas atribuições previstas para um ajudante de ordens.
O documento, ainda hoje classificado como inábil e irregular, seguiu seu caminho pelo alto escalão do governo Bolsonaro.
O texto terminava com um aviso claro: “Autorizo que os bens sejam retirados pelo representante Jairo Moreira da Silva”, primeiro-tenente da Marinha que, no dia seguinte (29 de outubro), embarcou em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para cumprir a missão.
Fonte: Portal Viu

E assim caminha este espaço do globo chamado Brasil. Esta colônia atravessada pelo trem pagador.
Procuram-se Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro.
Crimes: corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, entre outros.
Pena: detenção de quatro anos como presidente.
PESSOAL.vocês estam como o diabo, perceguindo, o BOLSONORO, deixa ele impas, por favor, tém outos safados hai dentro, muito pior,