Blog do Adilson Ribeiro

Domingo – 10:55 – Coronavírus: quando a falta de ar é preocupante e devo ir ao hospital? Veja abaixo:

Se a falta de ar for leve, a pessoa deve monitorá-la, mas se não passar, procure o sistema de saúde

Um dos sintomas mais preocupantes da infecção por coronavírus é a falta de ar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), ao analisar 55 mil casos confirmados na China, 19% das pessoas tiveram dificuldade para respirar.

 

Falta de ar é um sintoma de estar infectado por coronavírus?

 

Sim, é o sintoma mais preocupante da covid-19, doença causada pelo coronavírus. Normalmente estará associada a outros sintomas, como tosse, febre, coriza ou garganta inflamada.

 

Estou com falta de ar. Devo ir ao hospital?

 

Os médicos consultados pela reportagem do VivaBem recomendam que, se o Writing Studio lica que os sintomas da falta de ar causada pelo coronavírus podem ser chiado no peito e estar muito ofegante. “Normalmente, a pessoa respira, em média, 16 vezes por minuto. Se a pessoa respirar mais que 24 vezes por minuto, é um sinal de risco”, diz.

 

Outro sinal característico e que indica gravidade são as pontas dos dedos e a boca roxos. “Isso pode ser um sinal grave, por isso o ideal é não perder tempo nessa hora.”

 

Além de falta de ar, quais são os sintomas da infecção por coronavírus?

 

Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios como: febre que não cessa com remédio, tosse seca ou com catarro e dificuldade para respirar. Mas também podem surgir cansaço, dores articulares, congestão nasal, dor de garganta e diarreia. Esses sintomas são normalmente leves e podem progredir.

 

Muitas pessoas infectadas não desenvolvem os sintomas nem sentem-se mal. Cerca de 80% dos casos se recuperam sem tratamento especial. No entanto, 1 em cada 6 casos tem grave falta de ar. Idosos, pessoas com diabetes, pressão alta e outros problemas cardiovasculares são mais suscetíveis a desenvolver sintomas sérios.

 

Sou asmático. Como diferenciar a falta de ar?

 

Por mais que pacientes asmáticos estejam no grupo de risco, é importante que ele procure o hospital somente se estiver sintomas do coronavírus associados, isto é, febre, tosse ou coriza, por exemplo.

 

O primeiro passo é tentar notar se o episódio de falta de ar é semelhante ao de episódios anteriores. Por exemplo, um paciente com asma provavelmente conhece as características de suas crises asmáticas e saberá se há algo diferente em uma nova crise. A asma não costuma causar febre. É preciso observar essas diferenças. Se elas existirem e você estiver em dúvida, busque atendimento médico.

 

Se o paciente sofrer uma crise de asma e conseguir tratar em casa com remédio controlado e inalação, não há por que procurar um hospital. “É melhor ficar em casa para não se expor ainda mais ao vírus e correr o risco de ficar contaminado”, ressalta Gomes.

 

Além disso, se o paciente faz uso de medicação contínua, trata a asma e outra doença respiratória, o ideal é se isolar e respeitar a quarentena.

 

Além de covid-19, o que pode ser quando a pessoa está com falta de ar?

 

 

    • Asma: os sintomas incluem tosse seca, falta de ar, respiração ofegante, chiado, pressão no peito ou ritmo cardíaco acelerado;

 

    • Bronquite: o principal sinal é a tosse (seca ou com catarro), mas também pode ocorrer falta de ar, chiado ao respirar, febre e calafrios;

 

    • DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica): a falta de ar é um dos principais sintomas, podendo ser leve no início da doença e muito intensa na fase avançada. Outro sintoma comum é a tosse;

 

    • Transtorno do pânico: um ataque de pânico pode provocar uma série de sintomas físicos, como falta de ar e sensação de sufocamento, sudorese, náusea, tontura, palpitações e dor no peito (que pode até ser confundida com um infarto).

 

 

Falta de ar pode ser ansiedade?

 

Sim. A ansiedade patológica pode se manifestar de diversas formas, as mais comuns são:

 

 

    • Transtorno de pânico: é um quadro em que a pessoa é tomada por ataques de medo súbitos, em que começa a ter taquicardia, sudorese, ondas de frio e calor, sensação de falta de ar, de opressão ou aperto no peito, mal-estar gástrico, vômitos, diarreia, vertigens e tonturas. Pode ainda ter a sensação de morte ou tragédia iminente.

 

    • Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): é caracterizado por uma preocupação excessiva sobre situações rotineiras, mas que a pessoa sempre antecipa com finais catastróficos. O TAG é acompanhado de sensações físicas como tensão muscular e os mesmos sintomas do transtorno do pânico só que em ondas, não em crises.

 

 

Fonte: UOL

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