“Se conselho fosse bom, ninguém dava de graça.” O velho ditado ganha novos significados no Brasil de hoje, quando descobrimos que o principal conselheiro do presidente Jair Bolsonaro é o pastor Silas Malafaia. A confissão foi feita pelo filho zero um do presidente, Flávio, durante a CPI da Covid. Em mais uma tentativa de “lacração”, tática frequente do bolsonarismo, o homem da mansão de R$ 6 milhões acreditava que a simples menção ao pastor evangélico colocaria os integrantes da comissão em maus lençóis – não porque ele teria qualquer credibilidade para se opor à CPI, mas apenas porque ele tem sob sua influência milhões de fiéis que acreditam no que ele fala.
Em primeiro lugar, é difícil compreender por que um presidente – qualquer um – teria um pastor como conselheiro durante uma pandemia. Isso daria para entender se ainda vivêssemos na era das cavernas, quando as orientações sobre saúde eram feitas pelo líder religioso da tribo, geralmente um curandeiro charlatão. De certa forma, é essa a função de M Writing Studio STOÉ
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um bóm conselho e sempre muíto bóm para todas as pessoas desta vídas íssó guando as pessoas são de JESUS CRÍSTO
vocês já vírão o fílme gospel os treís conselhos vocês pressísa ver este fílme vaí mudar seu nodo de pessar e agír