Com 434 vagas abertas em agosto, Itaperuna foi o oitavo município do estado que mais abriu vagas de trabalho. Grande parte dessa força de trabalho vem das micro e pequenas empresas – cujo dia nacional é celebrado nesta quarta-feira (05/10) -, responsáveis por 61% das novas oportunidades abertas em agosto no Noroeste Fluminense. Os dados foram compilados pela Firjan, que conta com uma plataforma especializada neste setor para ajudar as pequenas empresas do Rio a ampliarem suas frentes de negócio.
“Os empreendedores mostram sua força na região, mas é importante observarmos também Writing Studio rtas em agosto no Noroeste Fluminense. Os dados foram compilados pela Firjan, que conta com uma plataforma especializada neste setor para ajudar as pequenas empresas do Rio a ampliarem suas frentes de negócio.
“Os empreendedores mostram sua força na região, mas é importante observarmos também o poder da indústria. Com este resultado de agosto, Itaperuna figura pela segunda vez neste ano entre as 10 cidades que mais contrataram em todo o estado do Rio”, destacou o presidente da Firjan Noroeste Fluminense, José Magno Vargas Hoffmann.
Em Itaperuna, Indústria e Construção foi a principal contratante (+273), seguido de Serviços (+107). A construção de edifícios foi a principal atividade (+172). Do total de 434 vagas abertas na cidade, 176 vieram das micro e pequenas empresas. Neste caso, a maioria é do setor de Serviços (+97), seguido do Comércio (+50).
Já considerando toda a região entre as empresas de menor porte, a Indústria e Construção foi a que mais contratou (+186). Atividades relacionadas a “Transmissão de energia elétrica” foram as que mais abriram vagas entre as pequenas e médias empresas em agosto (+62), seguida de “Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas” (+30).
“Estamos vendo a economia e, consequentemente, o mercado de trabalho avançando após as perdas ocasionadas principalmente pela pandemia da Covid-19. No entanto, sabemos que o país e o estado do Rio têm desafios para o crescimento sustentado nos próximos anos. Esperamos então que os próximos governantes avancem nas agendas para solucionar gargalos estruturais”, diz o gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart.