Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 15:23

Sexta-feira - 15:24 - Padre leiloa a própria cueca por R$ 3 mil em festa. Veja Abaixo

Um vídeo que mostra o padre Thiago Zanardi, da Paróquia São Francisco de Assis, em Alvorada, no Tocantins, leiloando a própria cueca durante uma festa religiosa viralizou nas redes sociais nas últimas semanas. A gravação, registrada há cerca de um mês, gerou polêmica na cidade.
Nas imagens, o religioso aparece em cima de uma cadeira e chega a puxar o elástico da cueca. Segundo o sacerdote, todo o momento não passou de uma brincadeira entre os paroquianos.
Em missa realizada no último domingo (9), o padre explicou a situação aos fiéis. Ao falar sobre os valores arrecadados com o leilão da igreja - que, de fato, aconteceu — Thiago Zanardi começa perguntando: "Dentro deste valor, estão aqueles R$ 3 mil polêmicos da cueca do padre, né? Sabem dessa história?". O religioso explica que todo o momento não passou de uma brincadeira entre os paroquianos e que a situação veio à tona após um mês, quando uma funcionária do local onde o evento foi realizado, divulgou o vídeo para a imprensa.
"O padre já tinha perdido o chapéu, o cinto, a botina e alguém brinca: 'agora é a cueca do padre, né?' Quando eu me dei conta, estavam leiloando e já estavam em R$ 1.500, eu falei: 'por R$ 1.500 eu não vendo, não'. Subi numa cadeira, mostrei o cós da cueca. não tirei, é claro, né?"
Em tom de brincadeira, o padre diz que a pessoa que divulgou o vídeo é "uma funcionária do capeta, com o espírito de Ronquifuça".
Até o momento, a Paróquia São Francisco de Assis não se manifestou sobre o assunto. Thiago Zanardi finalizou afirmando que não sofreu nenhum tipo de advertência dentro da instituição religiosa e que a única pessoa para quem ele deve satisfação, é o Bispo da sua diocese, que não o penalizou.
Fonte: O Dia
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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 14:32

Sexta-feira - 14:33 - Polícia Militar realiza apreensão em fábrica que falsificava sabão em pó em Itaperuna. Veja Abaixo

A apreensão foi realizada na tarde desta sexta-feira, 14 de novembro no bairro Colibri em Itaperuna.

Ocorrência em andamento, aguarde...


Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM Itaperuna

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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 14:22

Sexta-feira - 14:23 - Alexandre de Moraes vota para tornar Eduardo Bolsonaro réu por atuação nos EUA para coagir STF. Veja Abaixo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira para aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo foi acusado de coação no curso do processo, devido à sua atuação nos Estados Unidos em favor de sanções contra autoridades brasileiras.

Caso a posição de Moraes seja aceita pela maioria dos ministros, Eduardo Bolsonaro se tornará réu e será aberta uma ação penal. A análise do mérito do processo, com absolvição ou condenação, ocorre em outro momento.

"A Procuradoria-Geral da República demonstrou presença da justa causa necessária para a instauração de ação penal contra o acusado Eduardo Nantes Bolsonaro, tendo detalhado sua conduta criminosa", escreveu o ministro em seu voto.

O julgamento começou nesta sexta-feira no plenário virtual e está programado para durar até o dia 25 de novembro. Também irão votar a ministra Cármen Lúcia e os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.

De acordo com a PGR, Eduardo e Figueiredo atuaram pelas sanções como forma de atrapalhar o andamento do processo conduzido pelo STF que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. A atuação ajudaria ainda o próprio blogueiro, alvo de denúncia também pela trama golpista.

Para Moraes, a "grave ameaça", que faz parte do crime de coação no processo, "materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entradas de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação da Lei Magnitsky a este ministro relator".

O ministro ainda afirmou que Eduardo tentou "criar ambiente de intimidação sobre as autoridades responsáveis pelo julgamento de Jair Messias Bolsonaro" e também para "as autoridades responsáveis por um possível projeto de anistia".

O blogueiro Paulo Figueiredo Filho também foi denunciado junto com Eduardo, pelos mesmos fatos. Entretanto, a acusação contra ele foi desmembrada e será analisada em outro momento.

A defesa de Eduardo está sendo feita pela Defensoria Pública da União (DPU), já que ele não apresentou resposta à acusação. O deputado federal está morando nos Estados Unidos.

A DPU defendeu a rejeição da denúncia, alegando que as manifestações atribuídas ao parlamentar são declarações públicas sobre política externa, sanções econômicas e críticas a decisões judiciais, sem qualquer ato de violência ou grave ameaça.

"O tipo penal exige violência ou grave ameaça como requisito objetivo do crime. No caso em tela, a denúncia não descreve qualquer ato de violência praticado pelo Denunciado contra qualquer autoridade", diz a Defensoria.

Em nota conjunta divulgada após a denúncia, em setembro, Eduardo e Figueiredo afirmaram atuar para "corrigir abusos e injustiças" e se disseram "vítimas de "perseguição política".

Entenda a acusação
A denúncia utilizou principalmente declarações públicas de Eduardo e Figueiredo Filho. Gonet destacou que os dois reconheceram, em publicações em redes sociais, entrevistas e outras falas a própria atuação para levar autoridades americanas a aplicarem sanções ao Brasil. Também foram utilizadas como provas trocas de mensagens entre Eduardo e Bolsonaro.

Na denúncia, o procurador-geral afirmou que "os fatos expostos nesta acusação repousam em sólido acervo probatório, composto, especialmente, por declarações públicas dos próprios investigados, em suas redes sociais e em entrevistas, bem como por dados extraídos de aparelhos celulares apreendidos".

"A dupla denunciada anunciava as sanções previamente, celebrava quando eram impostas e as designava, elas próprias, como prenúncio de outras mais, caso o Supremo Tribunal não cedesse. As providências foram obtidas com porfiado esforço pela dupla, conforme os denunciados — eles próprios — triunfalmente confessam", escreveu Gonet.

Fonte: Extra

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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 13:44

Sexta-feira - 13:45 - Vereador é preso em operação contra expansão do Comando Vermelho na Baixada. Veja Abaixo

Rio - As polícias Civil e Militar realizaram mais uma etapa da "Operação Contenção", nesta sexta-feira (14), para combater a expansão do Comando Vermelho nas localidades da Bacia do Éden, Castelinho e adjacências, no município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ao todo, oito suspeitos foram presos. Entre eles, o vereador Marcos Aquino (Republicanos), detido em flagrante por porte ilegal de arma.
O parlamentar não era alvo da ação, mas chegou de carro ao local das buscas pelo seu irmão Luiz Aquino, um dos investigados por possível envolvimento com o núcleo da facção que atua na região e que ainda não foi localizado.
Com Marcos, além de uma pistola cal. 380 municiada, os agentes encontraram, dentro do veículo, caixas de medicamentos de uso controlado. Dentre eles estão: Fusor, antidepressivo; Zargos, antipsicótico; Frontlev, antiepilético; Algelive, antiinflamatório analgésico; e Totti, dor aguda.
Em depoimento, o vereador afirmou que o armamento seria de um suposto segurança, que ainda não se apresentou à polícia. Apesar disso, segundo o delegado adjunto da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE) Paulo Saback, a arma não tem registro no sistema nacional.
"O vereador alega que a arma pertence a um segurança da família que teria deixado com ele, esse suposto segurança não se apresentou. Então, estamos investigando a origem dessa arma, estamos realizando pesquisa no banco de dados. Mas mesmo que fosse, essa arma não poderia estar com ele. É um crime que cabe fiança, é uma arma de uso permitido e o vereador está sendo ouvido", explicou.
Saback esclareceu ainda como o parlamentar se apresentou aos policiais. "O imóvel pertence ao irmão dele, estávamos fazendo as buscas quando ele se apresentou como vereador interferindo, mas nosso trabalho é imparcial (...) Ele, talvez, querendo saber detalhes do que estava sendo realizado ali, utilizando do requisito de ser vereador, de ser parlamentar, mas o agente político, o agente público no geral, tem que ser o primeiro a dar o exemplo. Nosso objetivo é continuar trabalhando independente de quem quer que seja, e responsabilizar qualquer um que esteja envolvido com o narcotráfico", disse.
Sobre os remédios, Marcos não soube informar a origem e nem o destino. "Ele deu uma resposta vazia, disse que pertencia ao irmão dele, mas não soube dizer a origem. Vamos investigar a origem, o lote, para tentar rastrear de onde veio e o destino", reforçou o delegado.
A DRE aguarda ainda o resultado da perícia dos remédios para determinar se o vereador responderá por outros crimes. "Vamos apurar a origem e o objetivo, isso vai ser objeto de investigação criminal. A investigação não era direcionada a ele, era o irmão, Luiz Aquino, que não foi localizado. Conseguimos apreender grande material de entorpecentes, as investigações vão prosseguir", reafirmou Saback.

Participaram da operação equipes da DRE, Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Ao todo, os agentes pretendiam cumprir 33 mandados de busca e apreensao e 16 de prisão temporária. Dentre os detidos, quatro foram em flagrante, além disso, duas pistolas e drogas acabaram apreendidas.





As investigações, desenvolvidas durante 11 meses, demonstraram que o Comando Vermelho movimentou cerca de R$ 30 milhões na região durante este período.

"As informações das nossas investigações é que ali havia um núcleo da organização, que vinham realizando a expansão do território com barricadas, exploração de diversos serviços essenciais e também o narcotráfico", frisou o delegado.

Dentre os objetivos da ação, está a contenção do avanço territorial da organização criminosa, prisão de integrantes já identificados, arrecadação de novas provas, identificação de patrimônios ilícitos para posterior bloqueio judicial, assim como apreensão de drogas, armamentos e remoção de barricadas.




Marcos Henrique Matos de Aquino, 35 anos, conhecido como Marquinhos Aquino, foi o vereador mais votado de São João de Meriti na última eleição. Casado e pai de uma menina, ele é formado em Direito e serviu ao Exército por oito anos.

A reportagem tenta contato com a defesa de Marcos e Luiz Aquino. O espaço está aberto para eventuais manifestações.




Fonte: O Dia

Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 13:17

Sexta-feira - 13:19 - POLÍCIA MILITAR REALIZA APREENSÃO DE DROGAS EM BOM JESUS. Assista ao vídeo Abaixo

Policiais militares do destacamento de Bom Jesus do Itabapoana ( 29° BPM ), de posse de informações que elementos oriundos do Rio de Janeiro estariam transportando material entorpecente em ônibus. Foi intensificado as abordagens a coletivos, onde a guarnição logrou êxito em localizar dentro de um TV LCD: 284 sacolés de crack, 136 pedras de crack e 8 tabletes de maconha.


 

Conte com a Polícia Militar. Conte com 29° Batalhão
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Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM Itaperuna

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