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A nutricionista e influenciadora campista, Diana Areas, 39 anos, morreu no final da manhã desta quinta-feira (13). Ela foi encontrada na área comum do prédio onde morava, na Avenida Manhães Barreto, no Parque Tamandaré. Diana era muito conhecida nas redes sociais e só no Instagram tinha quase 200 mil seguidores. A Polícia Civil investiga a causa da morte.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, no início da manhã, por volta das 6h30, Diana havia sido socorrida com cortes pelo corpo e levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), em estado moderado. As primeiras informações dão conta de que ela teria saído do hospital e retornado ao prédio, onde logo depois foi encontrada morta.
O corpo de Diana foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campos, as 12h30 desta quinta (13).
O Manchete RJ entrou em contato com o Hospital Ferreira Machado, para saber se a paciente teve alta ou saiu sem autorização e aguarda resposta.
Fonte: Manchete RJ
Rio - Um cachorro da raça pitbull invadiu uma escola em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, na manhã desta quinta-feira (13). Alunos do Ciep 210, localizado na Rua do Soldados Xavantes, chegaram a ser atacados pelo animal, que foi contido.
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De acordo com a Polícia Militar, agentes do 39º BPM (Belford Roxo) foram acionados para a ocorrência. Segundo os policiais, cinco crianças sofreram escoriações leves e uma delas foi mordida na perna, sendo socorrida e levada para o Hospital Municipal de Belford Roxo (HMBR).
O Corpo de Bombeiros informou que o quartel de Belford Roxo foi acionado por volta das 7h45. Quando os militares chegaram ao local, o cachorro já havia sido contido pelos policiais militares. De acordo com a PM, o animal foi recolhido pelos Bombeiros.
Vídeos, que circulam nas redes sociais, mostram uma aluna sendo atacada pelo cão. Nas imagens, é possível ver o animal agarrado à perna da criança, que grita enquanto duas pessoas, que parecem ser funcionários da escola, tentam soltar o pitbull.
O caso da escola se junta a muitos outros envolvendo a raça. Nesta quarta-feira (12), um menino de cinco anos morreu após ser atacado por um pitbull em Irajá, na Zona Norte. A criança chegou a ser levada para o Hospital Municipal Francisco da Silva Telles.
Por meio de nota, a unidade de saúde informou que o menino deu entrada em estado grave e que apresentava grande perda de sangue. Ele chegou a ser atendido, mas cerca de cinco minutos após o início do atendimento ele sofreu uma parada respiratória e não resistiu.
Segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais, 60 cães agressivos, que chegaram a atacar, foram resgatados no período entre janeiro e o dia 12 de novembro. A pasta informou que os cães que atacam são levados para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), em Santa Cruz. Lá, eles ficam em quarentena. Depois são castrados, microchipados, vacinados e colocados para adoção.
Adestrador dá dicas
Ao DIA, o adestrador Paulo César de Oliveira, da Treina Cão, explicou que há inúmeros fatores que podem colaborar para que um cachorro da raça pitbull se torne agressivo. Para ele, que é um pesquisador da raça, a genética influencia no comportamento do animal.
“A agressividade pode ser uma coisa hereditária, ele pode ter herdado dos pais, dos avós, como pode ser também da criação, quando o animal é criado errado. É preciso ter muito cuidado ao adquirir um animal desse. Se você não tem o pleno conhecimento para avaliar um animal na hora de adquirir, pode pegar um com distúrbio, temperamental e imprevisível que pode até se voltar contra o próprio dono. Mas não podemos generalizar”, disse.
Para ele, que trabalha como adestrador há mais de 50 anos e já foi responsável pelo treinamento de cães do exército, impor regras ao cachorro é essencial. “O pitbull tem uma pegada muito forte. Um animal desse, atacando uma criança, uma pessoa, um outro animal, mata. Faz um estrago. Você não pode criar um animal desse na corrente. Aí sim, você vai estar criando um leão dentro de casa. Esse animal precisa ser educado e criado solto, com carinho, amor. É preciso colocar regras”, esclareceu.
Paulo aconselha que o trabalho de adestramento deve ser iniciado ainda com o cachorro filhote. “A partir dos dois meses de idade precisa se começar a colocar limites no animal. Tem cães que não aceitam que o dono se imponha e brigue com ele, dando grito. O animal fica nervoso, assim como um ser humano. Cada caso é um caso. É preciso descobrir a sensibilidade do animal, lidando com ele, para que possa moldar um treinamento voltado para aquela situação. Às vezes o dono dá mais trabalho que o animal”, afirmou.
Uma ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é apontada por uma investigação da Polícia Federal como uma das responsáveis por liberar recursos do Ministério da Educação (MEC) para uma empresa investigada por suspeitas de fraudes em licitações e desvios de recursos públicos. Carla Ariane Trindade foi casada com Marcos Cláudio Lula da Silva, filho da ex-primeira dama Marisa Letícia, que foi adotado por Lula ainda na infância.
Procurada, a defesa de Carla Trindade informou que já solicitou acesso aos autos e somente irá se manifestar após o conhecimento integral da investigação. A reportagem procurou a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto e as defesas dos outros citados na investigação, mas eles não se manifestaram até o momento. O MEC também não se manifestou.
Carla e Marcos foram casados por quase 20 anos, mas se separaram legalmente em 2010. Eles são pais de Thiago Trindade da Silva. Os três estavam reunidos com os pais de Carla, por volta das 6h de quarta-feira, 12, no momento em que a PF chegou ao endereço da mulher em Campinas, no interior de São Paulo, para cumprir um mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Coffee Break. Marcos foi quem recebeu os policiais, que passaram pouco mais de 1h30 no local. O passaporte de Carla foi apreendido, assim como um celular, um computador e um caderno de capa dura.
A investigação é relacionada a empresa Life Tecnologia Educacional, do empresário André Mariano, que recebeu cerca de R$ 70 milhões para fornecimento de kits e livros escolares para três prefeituras do interior de São Paulo. Segundo a PF, ele vendia o material superfaturado e desviava os valores para empresas de fachada. A Life Tecnologia Educacional foi procurada, mas não se manifestou.
Os policiais chegaram ao nome de Carla após a quebra do sigilo de mensagem de Mariano. Na agenda do empresário apreendida pela PF, o contato da mulher estava salvo como "nora" - uma referência ao seu antigo parentesco com Lula - e "amiga de Paulínia".
Rio - O ex-cabo do Exército, Carlos Henrique Martins Cotrin, que já serviu no Haiti, foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (13), durante uma operação da Polícia Civil contra um esquema de fabricação e comércio de armas e munições no Rio e no Paraná. Segundo investigações, ele é dono de um dos pontos de produção localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
De acordo com o delegado Luiz Otávio Franco, da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), a empresa produzia fuzis para vendas na internet por R$50 a R$ 60 mil.
Ainda em ação, uma outra fábrica também foi descoberta e mais cinco suspeitos foram presos. Além disso, os agentes também apreenderam um lança-rojão, um fuzil, pistolas e munições.
"É uma operação que investiga comércio e fabrica ilegal de arma. Tivemos farta quantidade de arma apreendida, pistolas, fuzis, um lança-rojão. Na primeira fase foi preso um indivíduo em Nova Iguaçu em uma fábrica de armas, hoje estouramos outras duas fábricas. Nós tivemos também um apoio da Polícia Civil do Paraná, e lá tivemos um preso por vender armas na internet", explicou o delegado.
Investigações apontam que parte das armas produzidas ou adquiridas irregularmente era distribuída a terceiros sem qualquer controle legal ou registro.
"Um alvo do Paraná vendia peças e insumos de munição para o pessoal daqui do Rio. Não é uma produção de larga escala, mas são armas fantasmas, sem números de série, o que dificulta o rastreio. Eles vendiam essas armas para qualquer pessoa, como traficantes e milicianos", contou Franco.
As apurações tiveram início a partir da análise técnica de dados extraídos de dispositivos eletrônicos apreendidos em fase anterior da operação, submetidos à perícia digital.
No decorrer do inquérito, foi possível identificar relações estáveis de colaboração entre fabricantes, intermediários e compradores, que atuavam na produção de munições de calibres diversos e na comercialização de fuzis e metralhadoras de fabricação artesanal. As mensagens interceptadas e os registros financeiros evidenciam lucros elevados (entre 100% e 150%), bem como o uso de transportadoras privadas para o envio clandestino de armamentos, com orientações expressas sobre dissimulação do conteúdo e ocultação da identidade do remetente.
De acordo com o Comando Militar do Leste (CML), Carlos Henrique serviu ao Exército no ano de 2004, tendo sido licenciado em 2013, "não pertencendo mais, portanto, aos quadros da Força".
A reportagem ainda não localizou a defesa do ex-militar. O espaço está aberto para eventuais manifestações.
Fonte: O Dia
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