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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 18:56

Sexta-feira - 18:56 - Após repercussão, obras são retomadas em Itaperuna. Veja Abaixo

Horas depois da repercussão da denúncia, a Prefeitura de Itaperuna voltou a movimentar o canteiro de obras. Máquinas e operários retornaram ao local na noite desta sexta-feira, em uma resposta direta à pressão popular.

A mobilização dos moradores mostrou força. A sociedade, unida e vigilante, fez ecoar sua voz e obrigou o poder público a agir. Enquanto os vereadores permanecem em silêncio, quem realmente fez a diferença foi o povo — provando que a notícia tem poder e que a fiscalização cidadã ainda é o maior instrumento de mudança.

 

Por Nathália Schwartz

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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 18:30

Sexta-feira - 18:30 - Suspeito do Complexo da Penha ameaça PMs em Pádua e é preso após dizer: “Já deitamos quatro lá”. Veja Abaixo

Na madrugada desta sexta-feira (31/10), policiais do 36º BPM (Santo Antônio de Pádua) prenderam um homem no bairro Campo Alegre após ele ameaçar a equipe.

Durante abordagem a três indivíduos em atitude suspeita, um homem de 26 anos, natural do Rio de Janeiro e oriundo do Complexo da Penha, foi reconhecido pelos policiais. Ao perceber a fiscalização, começou a fotografar a equipe e disse:

“Eu vim da Penha, já deitamos quatro soldados lá”.

Diante da ameaça, ele foi conduzido à 136ª DP (Santo Antônio de Pádua), onde o caso foi registrado como ameaça (art. 147 do Código Penal). O celular usado para fotografar os policiais foi apreendido. Após os procedimentos, o homem foi autuado e liberado.

 

Fonte: Mipitaocara

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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 18:12

Sexta-feira - 18:10 - RJ: 88% DOS MORADORES DE FAVELAS APOIAM OPERAÇÃO CONTRA O CV, DIZ PESQUISA. Veja Abaixo

Um levantamento do instituto AtlasIntel apontou nesta sexta-feira (31) que a 88% dos moradores de favelas do Rio de Janeiro apoia a megaoperação policial realizada nesta semana no Complexo da Penha e no Alemão, índice que supera a média nacional de 55,2%.

Entre os moradores de favelas de todo o país, o apoio também é elevado, chegando a 81%. A operação, que mobilizou mais de 2,5 mil agentes com o objetivo de capturar o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal liderança do Comando Vermelho no Alemão, resultou na apreensão de 93 fuzis e na morte de 121 pessoas, incluindo quatro policiais.

Fonte:  Luiz Bacci

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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 17:35

Sexta-feira - 17:37 - Menina de 13 anos é morta a tiro na comunidade da Coreia, na Zona Oeste do Rio. Veja Abaixo

Uma menina de 13 anos foi morta a tiro, na madrugada desta quinta-feira, na comunidade da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Lanna Cristina de Menezes Soares estaria acompanhada de dois adolescentes quando foi atingida na boca.

De acordo com postagens em redes sociais, os menores teriam se apresentando na 34ª DP (Bangu), a delegacia da área, horas após a morte da menina. Não se sabe em que circunstâncias o disparo foi feito — algumas pessoas relatam ter sido um tiro acidental, mas a polícia não confirmou essa versão.

De acordo com a Polícia Civil, a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações sobre a morte de Lanna Cristina de Menezes Soares. Um adolescente foi apreendido por ato infracional análogo ao crime de homicídio. Outras diligências estão em andamento para apurar os fatos.

Fonte: Extra

Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 16:39

Sexta-feira - 16:38 - Atos em todo país contestam megaoperação no Alemão e na Penha; confira. Veja Abaixo

Rio - Movimentos sociais e coletivos ligados à pauta antirracista realizam, nesta sexta-feira (31), manifestações em várias cidades brasileiras contra a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, Zona Norte do Rio. A ação terminou com 121 mortos, sendo 117 suspeitos e quatro policiais.

A mobilização ocorre simultaneamente nos seguintes locais:
Sudeste
Complexo da Penha (Rio de Janeiro): Campo do Ordem Penha - às 13h
Nova Iguaçu (Baixada Fluminense): Praça dos Direitos Humanos - 17h
Belo Horizonte (MG): Praça 7 – 17h
Vitória (ES): Prainha de Itararé – 17h
Juiz de Fora (MG): Rua Halfeld, em frente ao BB – 17h30
São Paulo (SP):Museu de Arte de São Paulo - 18h
Baixada Santista (Santos – SP): Estação Cidadania, Av. Ana Costa, 340 – 18h
Sul
Londrina (PR): Local a definir até 12h – 17h30
Florianópolis (SC): Em frente ao TICEN – 17h30

Porto Alegre (RS): Esquina Democrática – 17h
Joinville (SC): Praça Nereu Ramos – 18h
Curitiba (PR): Praça dos Andrade – 18h

Centro-Oeste
Brasília (DF): Museu da República – 18h

Nordeste
Salvador (BA): Praça da Piedade – 16h
Recife (PE): Palácio do Campo das Princesas – 16h
Fortaleza (CE): Praça da Gentilândia – 17h
Natal (RN): Shopping Midway – 17h
São Luís (MA): Praça Deodoro - 16h
Aracaju (SE):Praça Franklin Roosevelt, bairro América - 17h00
Feira de Santana (BA): em frente à prefeitura - 17h30

Norte
Belém (PA): UEPA CCSE (Telégrafo) – 17h30
Os organizadores classificam o episódio como "uma expressão da violência estatal contra populações negras e periféricas". Entre as principais reivindicações estão a abertura de investigações sobre a operação, responsabilização dos envolvidos, revisão das políticas de segurança pública e o fim da militarização das ações policiais em territórios de favela. Além de denunciar a violência, os atos também buscam prestar solidariedade às famílias afetadas e chamar atenção para o impacto da ausência de políticas públicas nas comunidades.
A convocatória pede que os manifestantes levem velas e vistam roupas brancas como símbolo de respeito às vítimas. O Campo do Ordem Penha, no Complexo da Penha, foi o primeiro local onde o ato teve início. Às 13h, moradores e apoiadores começaram a ocupar a quadra. Nem mesmo a chuva atrapalhou a concentração do grupo.

Reunidos, os manifestantes, entre eles muitas crianças e mães, cantaram um trecho da música Rap da Felicidade, que diz: "Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci. E poder me orgulhar e ter a consciência de que o pobre tem seu lugar". Eles também ergueram faixas pedindo paz.

"É um ato pacífico em relação ao massacre no Alemão. Precisamos que todos estejamos juntos, porque não é só a comunidade que sangra. Estamos todos organizados e mobilizados", afirmou Pamela Carvalho, pesquisadora das culturas negras e educadora.

Participam do ato simultâneo organizações como a Coalizão Negra por Direitos, Mulheres Negras Decidem e entidades comunitárias do Complexo da Penha e Alemão, entre elas o Instituto Papo Reto, Raízes em Movimento, Voz das Comunidades e Frente Penha.

Fonte: O Dia

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