Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 15:31

Sexta-feira - 15:32 - 'Protocolo' do CV abriga chefes de favelas em complexos fortificados como Alemão e Penha para protegê-los. Veja Abaixo

A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) que embasou a ação das polícias Civil e Militar na última terça-feira descreve um modus operandi adotado pelo Comando Vermelho (CV) para proteger seus chefes. De acordo com o relatório, a facção “adotou o protocolo de que as lideranças das mais diversas comunidades devem ficar homiziadas em grandes complexos”, como o da Penha e o do Alemão, na Zona Norte do Rio, ambos alvos da megaoperação, que teve mais de 100 mortos. O Salgueiro, em São Gonçalo, e a Rocinha, na Zona Sul carioca, também são citados.

O motivo da escolha é claro para o MPRJ: os locais são protegidos por “pesado armamento e barricadas”, o que garante abrigo. Mas, para além de criminosos de outros estados brasileiros, esses locais também servem de refúgio para chefes de comunidades fluminenses.

Um dos exemplos é Daniel Afonso de Andrade, o Danado, apontado como o “frente” do Morro Jorge Turco, de Rocha Miranda, na Zona Norte. Segundo a denúncia, ele está “homiziado” no Complexo da Penha, principal base do CV. Por lá, ele presta contas às lideranças locais, “arrecadando constantemente muita quantidade de dinheiro em espécie, além de exibir detalhada contabilidade com venda de farto material entorpecente”.

A Penha também é usada como abrigo por traficantes da Baixada Fluminense, como José Severino da Silva Junior, conhecido como Jetta ou Soró — com 31 passagens pela polícia — que chefia os morros do Castelar e da Palmeirinha, em Belford Roxo. Com 53 anotações criminais, por homicídio, roubo e tráfico de drogas, por exemplo, como destaca o MPRJ, Thiago Barbosa Conrado, apelidado como Taz ou TH do Rasta, chefe da comunidade do Rasta, em Duque de Caxias, também se abriga no Complexo da Penha. A função de ambos é parecida: a de apresentar a contabilidade das atividades criminosas das áreas sob seu controle às lideranças locais.

Durante a megaoperação, dos 113 presos, 33 (29%) eram de fora do estado do Rio, com representantes da Bahia, de Pernambuco e do Pará, por exemplo. De acordo com o Ministério Público, Eduardo Lisboa de Freitas, o Du Mec, apontado como gerente do tráfico no Complexo da Penha, exerce diferentes funções, que vão de gerenciar a segurança das bocas de fumo, até “intermediar a vinda de traficantes de outros entes federativos”.

Fonte: Extra

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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 14:50

Sexta-feira - 14:52 - Prefeito de Itaperuna esclarece sobre buraco no muro do cemitério São José do Avaí. Veja Abaixo

O prefeito de Itaperuna, Emanuel Medeiros, o Nel, esclareceu ao Blog do Adilson Ribeiro que o buraco existente no muro do cemitério São José do Avaí não é recente e sempre esteve no local, sendo utilizado exclusivamente para a retirada de entulhos durante os serviços de limpeza.

Segundo o prefeito, a estrutura faz parte da rotina de manutenção do cemitério e não representa abandono ou descuido. Nel destacou ainda que, nos últimos dias, o espaço passou por uma ampla limpeza e recebeu nova pintura para garantir um ambiente mais agradável e digno aos visitantes durante o feriado de Finados. Nel disse ainda que acha que está muito feio e que determinou que um portão seja instalado ali.

Da redação do Blog do Adilson Ribeiro

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Notícias em Geral · 31 de outubro de 2025 às 14:42

Sexta-feira - 14:43 - UNIVERSITÁRIA DESCOBRE QUE TEVE UM FILHO SOMENTE 5 DIAS APÓS O PARTO: ‘FOI UM CHOQUE’. Veja Abaixo

A universitária Annalice Nascimento de Melo, de 21 anos, descobriu que era mãe cinco dias após dar à luz ao próprio filho. O caso aconteceu em junho deste ano, na cidade de Natal. O nascimento prematuro de Levi Emanuel, com 34 semanas de gestação, surpreendeu todos ao redor, inclusive a própria jovem, já que ela viveu uma “gravidez silenciosa”, sem apresentar sintomas ou perceber qualquer mudança significativa no corpo.

Na foto tirada duas semanas antes do parto (à esquerda), não é possível notar uma barriga de grávida.

Até então, Annalice levava uma rotina entre aulas, estágios, trabalho como assistente terapêutica, projetos acadêmicos e a presidência do centro acadêmico. A alimentação e as atividades físicas, incluindo acrobacias circenses e quedas, também seguiam normalmente. “Trabalho com crianças pequenas, então me abaixava muito. Fui a festas, tomei energéticos a noite toda, comi sushi, tomava chá de camomila pra dormir... tudo o que uma grávida não deveria fazer, eu fiz”, disse ela.

No dia 16 de junho, Annalice teve uma forte dor de cabeça e foi levada à UPA. Depois de medicada, voltou para casa. Ela contou que já vinha sentindo dores de cabeça desde o início do mês, mas achava que era apenas cansaço da faculdade.
Durante a madrugada do dia 17, por volta das 3h, sofreu uma convulsão e foi novamente levada à UPA. De lá, foi transferida para o Hospital Santa Catarina, com pressão alta.

No dia 21 de junho, Annalice acordou na UTI sem entender o que havia acontecido. Foi então que uma psicóloga e uma assistente social explicaram toda a situação, inclusive o fato de que ela havia dado à luz.

Devido ao quadro clínico, os médicos realizaram o parto com a jovem imobilizada e com os olhos vendados, para evitar que ela tivesse outra crise convulsiva ou reagisse bruscamente durante o procedimento.

O bebê nasceu às 12h40, e às 18h os médicos tentaram retirar a intubação. No entanto, Annalice teve uma nova convuls*o e apresentou falência renal, revertida com medicamentos. Ela só recuperou totalmente a consciência cinco dias depois.

Fonte: Portal G1

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