📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 29 de outubro de 2025 às 09:23

Quarta-feira - 09:22 - Operação policial deflagrada no Rio foi antecedida por investigação que durou mais de um ano. Veja Abaixo

O governador também reclamou que não foi atendido em um pedido feito às Forças Armadas para usar os blindados em outras ações no Rio de Janeiro:

“Infelizmente, dessa vez, como ao longo desse mandato inteiro, não temos o auxílio nem de blindados, nem de nenhum agente das forças federais, nem de segurança, nem de defesa. Para uma guerra dessa, que nada tem a ver com a segurança urbana, realmente nós deveríamos ter um apoio muito maior. Talvez, até mesmo, nesse momento, até de Forças Armadas porque essa é uma luta que já extrapolou toda ideia de segurança pública. Por isso, essa integração é tão importante. Isso aqui não é uma briga política. Na verdade, é um clamor por ajuda. As forças de segurança do Rio de Janeiro estão sozinhas”.

Fonte:  G1

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 29 de outubro de 2025 às 08:57

Quarta-feira - 08:56 - Cachorro baleado durante megaoperação na Penha recebe alta após cirurgia. Veja Abaixo

Scooby, um Cane Corso de sete anos, foi atingido dentro de casa durante a ação policial mais letal da história do Rio de Janeiro, que já deixou 64 mortos

O cachorro Scooby, da raça Cane Corso, passou por cirurgia e se recupera bem após ter sido baleado durante a megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira (28). O animal de sete anos foi atingido na região lombar e levado para o Hospital Municipal Veterinário São Francisco de Assis, em Irajá, onde foi operado. Ele reagiu bem ao procedimento, recebeu alta e continuará sob acompanhamento da equipe médica.
De acordo com o tutor, Scooby estava no terraço de casa, em Olaria, próximo à comunidade Vila Cruzeiro, quando foi atingido. O disparo, segundo ele, teria vindo da área de mata. O tiroteio durou cerca de uma hora.
A Secretaria de Proteção e Defesa dos Animais informou que, somente em outubro, sete animais vítimas de balas perdidas foram atendidos em unidades municipais. A pasta anunciou a criação de um protocolo para registrar esses casos e encaminhá-los à Polícia Civil, a fim de que sejam investigados.
A operação em que Scooby foi ferido já é considerada a mais letal da história do estado. Até o momento, 60 suspeitos morreram, além de quatro agentes de segurança — dois policiais civis e dois militares. Outros oito policiais ficaram feridos, e quatro pessoas foram atingidas por balas perdidas.
As forças de segurança também prenderam 81 suspeitos e apreenderam 93 fuzis, além de uma grande quantidade de drogas. O número de mortos é o dobro do registrado na operação do Jacarezinho, em 2021, até então a mais violenta do Rio, que terminou com 28 mortes.
Fonte:  O Dia
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 29 de outubro de 2025 às 08:31

Quarta-feira - 08:28 - Motociclista é morto a tiros em Itaperuna. Veja Abaixo

O motociclista Paulo Vítor Quirino Cúrcio, de 26 anos, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (28), em Itaperuna.

Inicialmente, as informações recebidas pela Polícia Militar apontavam para um acidente de trânsito. No entanto, ao chegarem ao local, os policiais constataram que a vítima apresentava marcas de disparos de arma de fogo.

Paulo Vítor conduzia uma moto Honda Bros de cor vermelha, sem capacete, pela Rua Darcy Vargas, sentido ao Centro, bairro Fiteiro, quando foi atingido pelos disparos. Após ser baleado, ele caiu na conhecida “Ponte do Claudão”.

Uma equipe do 21º Grupamento de Bombeiros Militar chegou a ser acionada, mas o motociclista já havia falecido antes da chegada do socorro.

O local foi isolado pela Polícia Militar para a realização da perícia. Em seguida, o corpo foi removido pelo rabecão dos bombeiros e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) do município.

 

Fonte: Jorge Luiz

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 29 de outubro de 2025 às 08:20

Quarta-feira - 08:20 - Mega Operação no Rio de Janeiro: Pelo menos 50 corpos são levados por moradores para a praça da Penha mortes não constam no balanço oficial. Veja Abaixo

Pelo menos 50 corpos são levados por moradores para praça na Penha; mortes não constam do balanço oficial
O g1 apurou que os corpos estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes.
Por Betinho Casas Novas, Eduardo Pierre, Rafael Nascimento, g1 Rio

Dezenas de corpos são levados por moradores para praça no dia seguinte a operação no Rio

Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, levaram pelo menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, uma das principais da região, ao longo da madrugada desta quarta-feira (29), o dia seguinte à operação mais letal da história do RJ.

O governo do RJ tinha afirmado nesta terça-feira (28) que 60 criminosos foram mortos durante a megaoperação na Penha e no Alemão — outros 4 policiais também morreram. Nesta quarta, o secretário da PM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, informou que, a princípio, os corpos da praça não constam dessa contabilidade.

Haverá uma perícia para confirmar se há relação entre essas mortes e a operação.

Se realmente se tratar de novos óbitos, o total de mortes pode ultrapassar 100.

O g1 apurou ainda que os corpos estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes. Moradores afirmaram que ainda há muitos mortos no alto do morro.

O ativista Raull Santiago é um dos que ajudaram a retirar os corpos da mata. “Em 36 anos de favela, passando por várias operações e chacinas, eu nunca vi nada parecido com o que estou vendo hoje. É algo novo. Brutal e violento num nível desconhecido”, disse.

Segundo apurou o g1, o objetivo do traslado dos corpos foi para facilitar o reconhecimento por parentes.

Depois, a Polícia Civil informou que o atendimento às famílias para o reconhecimento oficial ocorrerá no prédio do Detran localizado ao lado do Instituto Médico-Legal (IML), a partir das 8h. Nesse período, o acesso ao IML será restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público, que realizam os exames necessários. As demais necropsias, sem relação com a operação, serão feitas no IML de Niterói.

Corpos largados em hospital
Mais cedo, moradores transportaram 6 corpos em uma Kombi para o Hospital Estadual Getúlio Vargas.

O veículo chegou em alta velocidade e saiu rapidamente do local.

 

Fonte Globo.com

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 29 de outubro de 2025 às 00:35

Quarta-feira - 00:37 - Operação policial deflagrada no Rio foi antecedida por investigação que durou mais de um ano. Assista ao vídeo Abaixo

A operação policial deflagrada nesta terça-feira (28), no Rio de Janeiro, foi antecedida por uma investigação que durou mais de um ano.


As investigações que levaram à operação desta terça-feira (28) identificaram 94 bandidos do Comando Vermelho que estariam escondidos nos complexos do Alemão e da Penha. Acusados de assassinatos, tráfico de drogas, roubos de carros, entre outros crimes, que, segundo a polícia, usam o local para se esconder.

As 27 favelas dos dois complexos, na Zona Norte do Rio, ficam próximas a duas importantes vias da cidade: a Linha Vermelha, que liga o Centro à Baixada Fluminense e dá acesso ao Aeroporto Internacional do Galeão, e a Linha Amarela, que liga a Barra da Tijuca à Ilha do Governador.

O Alemão e a Penha ficam localizados em áreas montanhosas da cidade, cercados por matas, o que facilita a fuga de bandidos. A polícia afirma que as ordens para a tomada de territórios no estado passam por dois chefes da facção: Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, que cumpre pena em um presídio federal; e Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso. Ele está solto e tem 269 anotações criminais e 26 mandados de prisão abertos.

Nesta terça-feira (28), o Disque-Denúncia aumentou de R$ 1 mil para R$ 100 mil a recompensa por informações que levem à prisão dele. Esse valor só tinha sido oferecido uma vez, por informações que levassem ao traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.

Nos últimos quatro anos, só o traficante Doca comandou a expansão do Comando Vermelho para quase 50 áreas entre bairros e favelas da capital e da Baixada Fluminense. Entre estes locais, a chamada Grande Jacarepaguá - 16 bairros na Zona Sudoeste que, em três anos, foram dominados pela quadrilha. São localidades que ficam entre duas grandes florestas: da Tijuca e do Parque da Pedra Branca - próximo às orlas da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes.

Uma guerra que deixou muitas mortes. Dados do Instituto de Segurança Pública do Rio mostram que, nos três primeiros anos da expansão nesses 16 bairros, foram registrados 833 assassinatos. Segundo a polícia, a maior parte deles decorrente da disputa entre o Comando Vermelho e grupos rivais.

Os investigadores também mostraram como a quadrilha impõe castigo a moradores, como uma mulher, que teria brigado em um baile funk e foi colocada em uma banheira de gelo, por horas, como castigo.

Essa expansão do Comando Vermelho vai muito além do Rio. O último levantamento da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senapen) mostra que a quadrilha já está em 24 estados do Brasil e no Distrito Federal. É uma espécie de intercâmbio do crime. Na operação desta terça-feira (28), 30 alvos eram bandidos de outros estados, entre eles, chefes do Comando Vermelho da Bahia, Ceará, Pernambuco, Espírito Santo, Rondônia, Amazonas e Pará.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, atribuiu o crescimento do Comando Vermelho à ADPF 635, que restringia operações policiais em comunidades do Rio:

“Depois de cinco anos de ADPF, muitas barricadas, muita dificuldade para polícia entrar. Ainda assim, é o que nós chamamos de filhotes dessa DPF maldita”.
Em junho de 2020, por causa do aumento da letalidade policial, o STF - Supremo Tribunal Federal determinou que só fossem feitas operações em comunidades do Rio em casos excepcionais e estipulou regras, como proibição do uso de escolas e unidades de saúde como base policiais durante as ações. E propôs um plano, se comprometendo a rever as práticas em operações.

O STF aceitou o plano, mas impôs condições. Entre elas, que o governo do Rio apresentasse uma proposta de reocupação dos territórios dominados pelo crime organizado. O governo cumpriu parte dessas determinações e, no último dia 15, sinalizou ao STF que pretende retomar o controle da Grande Jacarepaguá, na Zona Sudoeste da cidade.

Durante a operação desta terça-feira (28), Cláudio Castro disse que é preciso integração com o governo federal:

“O Supremo Tribunal Federal falou, em uma decisão - a primeira da história conjunta dos 11 ministros - que esse financiamento e essa integração têm que acontecer. Eu prefiro ser otimista e acreditar que, já que não por vontade própria, por imposição do Supremo Tribunal Federal, essa integração acontecerá por livre e espontânea pressão”.

O governador também reclamou que não foi atendido em um pedido feito às Forças Armadas para usar os blindados em outras ações no Rio de Janeiro:

“Infelizmente, dessa vez, como ao longo desse mandato inteiro, não temos o auxílio nem de blindados, nem de nenhum agente das forças federais, nem de segurança, nem de defesa. Para uma guerra dessa, que nada tem a ver com a segurança urbana, realmente nós deveríamos ter um apoio muito maior. Talvez, até mesmo, nesse momento, até de Forças Armadas porque essa é uma luta que já extrapolou toda ideia de segurança pública. Por isso, essa integração é tão importante. Isso aqui não é uma briga política. Na verdade, é um clamor por ajuda. As forças de segurança do Rio de Janeiro estão sozinhas”.

Fonte: G1 Globo

Notícias em Geral · 28 de outubro de 2025 às 23:40

Terça-feira - 23:40 - 64 mortos, 81 presos e mais: veja os números da megaoperação que se tornou a mais letal da história do Rio. Veja Abaixo

Uma megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio, deixou quatro policiais mortos além de oito agentes feridos, na manhã desta terça-feira. De acordo com a Polícia Civil, 60 suspeitos foram mortos. Quatro moradores também foram atingidos. O objetivo da ação é cumprir mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho (CV), 30 deles de fora do Rio, escondidos nos dois conjuntos de favelas, identificados pela investigação como bases do projeto de expansão territorial do CV. Até o início da noite, 81 pessoas foram presas e 93 fuzis foram apreendidos na ação, que mobiliza 2,5 mil policiais e também promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ).

Os números da megaoperação no Rio:
60 suspeitos mortos
2 policiais militares mortos
2 policiais civis mortos
9 policiais feridos
4 moradores da região atingidos
81 suspeitos presos
2,5 mil agentes de segurança
93 fuzis apreendidos
71 ônibus usados como barricadas
100 mandados de busca e apreensão

Fonte: Extra

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias