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Rafael da Costa Pereira, de 38 anos, foi morto no bairro Cantinho do Fiorello. Duas crianças foram atingidas de raspão durante o ataque. Polícia investiga possível relação com o tráfico de drogas
As forças de segurança continuam realizando diligências para esclarecer o assassinato de Rafael da Costa Pereira, de 38 anos, morador de Itaperuna, morto a tiros na noite do último sábado (8), no bairro Cantinho do Fiorello, em Natividade.
O crime aconteceu por volta das 21h30, nas proximidades da quadra de esportes, na Rua Vereador Brasilino Pereira Drumont. Segundo informações preliminares, Rafael estava na companhia de outras pessoas quando foi surpreendido por vários disparos de arma de fogo.
Militares do 29º BPM e equipes do SAMU foram acionados e encontraram a vítima caída ao solo, gravemente ferida, mas ainda com sinais vitais. Rafael foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Natividade. Apesar das tentativas de reanimação, ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade.
Durante o ataque, duas crianças que estavam nas proximidades também acabaram sendo atingidas de raspão pelos disparos.
Uma menina de 13 anos e um menino de 10 anos foram socorridos e encaminhados para atendimento médico. Segundo as informações divulgadas, ambos sofreram ferimentos leves e foram posteriormente liberados.
A cena do crime foi preservada por policiais militares até a chegada da perícia. No local, foram recolhidas diversas cápsulas deflagradas, que poderão ser submetidas a exames de confronto balístico.
O corpo de Rafael foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Itaperuna, onde passou pelos procedimentos de necropsia.
As investigações ganharam um novo elemento no final da tarde desta segunda-feira (10).
Durante buscas realizadas na região, policiais militares do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) da 3ª Companhia localizaram um Hyundai Creta completamente incendiado e destruído.
O veículo estava abandonado em uma estrada vicinal que liga o bairro Cantinho do Fiorello à localidade rural de Córrego Dantas.
Segundo fontes ouvidas pelo jornalismo da Rádio Natividade, o automóvel possuía registro de furto/roubo no município do Rio de Janeiro. A suspeita é de que o carro possa ter sido utilizado pelos criminosos durante o atentado.
O veículo foi apresentado à 140ª Delegacia de Polícia de Natividade, que deverá solicitar a realização de perícia para tentar identificar possíveis vestígios que possam contribuir para a investigação.
A principal linha de investigação, até o momento, aponta para um possível envolvimento com o tráfico de entorpecentes como motivação do homicídio. A informação, entretanto, faz parte da linha investigativa e ainda não há confirmação oficial sobre a motivação ou a autoria do crime.
A 140ª DP instaurou investigação e segue realizando diligências para identificar os responsáveis pelos disparos, esclarecer a dinâmica do ataque e descobrir a origem e a utilização do veículo encontrado incendiado.
Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas ao homicídio.
Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro/ com informações rádio Natividade.

O presidente Abelardo de la Espriella declarou nesta segunda-feira (10) "situação de emergência" na Colômbia devido a um forte terremoto que deixou, até o momento, 111 mortos, 87 feridos e dezenas de edificações destruídas. Nas primeiras horas da manhã, as principais cidades do oeste do país viveram momentos de pânico, com milhares de pessoas evacuadas e dezenas de edificações que desabaram.
"Todos ficamos consternados, entregues a Deus (...) o que mais há são desaparecidos", disse à AFP o líder comunitário Luis Gregorio Moreno, em Quibdó, capital do departamento de Chocó, onde o epicentro foi localizado. Nessa região empobrecida, as autoridades locais registram 12 mortos.
O terremoto de magnitude 7,4 ocorreu às 7h34 no horário local (9h34 em Brasília), segundo os serviços geológicos da Colômbia e dos Estados Unidos.
"O governo nacional mantém todas as suas capacidades mobilizadas para proteger vidas, atender às comunidades afetadas e levar ajuda a cada território onde for necessária", disse o presidente em Bogotá, onde coordena o atendimento à emergência.
O presidente, que tomou posse em 7 de agosto, apresentou um novo balanço que, além das vítimas, registra 61 edifícios destruídos, 18 unidades de saúde danificadas, 52 instituições de ensino afetadas, 18 vias danificadas e seis aeroportos com problemas em sua infraestrutura e sem operação para voos comerciais.
Jornalistas da AFP observaram edifícios destruídos e pessoas feridas sendo evacuadas em diversas cidades do país.
Em Pereira, capital de Risaralda, há "muitas pessoas feridas", outras "presas em meio aos escombros" e "a situação é crítica" na cidade, afirmou o prefeito Mauricio Salazar, em entrevista à Caracol Radio.
Em Manizales, uma das torres de sua emblemática catedral se desprendeu.
"Há muitíssimos edifícios com danos estruturais ou em suas fachadas. Neste momento, o trânsito está colapsado, as pessoas não querem voltar para suas casas por medo de um novo tremor", disse à AFP Jaime Zuluaga, administrador de 50 anos, na cidade.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, expressou solidariedade ao novo governo, do qual é um aliado próximo. O governo de Donald Trump "está disposto a prestar apoio ao povo colombiano e ao governo" de De la Espriella, afirmou no X.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também expressou sua disposição de ajudar. "Nesta noite, o coração da Europa está com o povo da Colômbia após o terrível terremoto na região de Chocó", escreveu nas redes sociais.
'Muito forte, fortíssimo'
Os departamentos afetados enfrentam problemas de comunicação.
"Não há eletricidade nem sinal de celular, foi muito forte, fortíssimo, coisas da casa caíram (...) os animais ficaram muito assustados", disse à AFP Martha Estrada, de 66 anos, na região cafeeira.
Em Cali, há pelo menos 20 estruturas destruídas, com pessoas presas em seu interior, segundo as autoridades locais.
Em um parque lotado de pessoas evacuadas, Ana Milena Grijalba se recuperava do choque: "Todos começamos a rezar (...) outros chorávamos, mas graças a Deus estamos bem".
A governadora de Chocó, Nubia Carolina Córdoba, informou no X que há "feridos" e "danos graves nas edificações". Um vídeo obtido por um jornalista da AFP mostra um edifício que desabou em Quibdó, a capital da região.
O futebol também foi afetado. As partidas restantes da quarta rodada do campeonato da primeira divisão foram adiadas após o terremoto, informou a entidade que administra o futebol local.
O terremoto foi sentido em países vizinhos. Foi percebido na capital equatoriana, Quito, e em diversas províncias do Panamá, assim como em algumas regiões da Venezuela.
Em 24 de junho, um terremoto duplo, de magnitude 7,2 e 7,5, causou mais de 6 mil mortes e destruição na Venezuela.
"Percebemos porque as luminárias iam para lá e para cá. Eu senti, mas achei que fosse uma tontura minha, porque às vezes tenho tonturas", disse Ana Hernández, dona de casa de 66 anos, na cidade venezuelana de Maracaibo.
Oferta de ajuda
Em Bogotá, os edifícios foram evacuados e centenas de pessoas saíram às ruas em meio ao barulho das sirenes. Muitas estavam com seus animais de estimação.
O prefeito Carlos Galán afirmou à Blu Radio que, na capital, foram registradas até o momento apenas rachaduras superficiais em algumas casas e edifícios.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, ofereceu "todo o apoio que a Colômbia precisar".
Os presidentes de direita do Chile e do Equador manifestaram solidariedade à Colômbia.
O presidente equatoriano Daniel Noboa juntou-se às ofertas de ajuda com 47 socorristas e cães especializados, segundo uma mensagem publicada no X.
Israel também ofereceu ajuda, em meio à retomada das relações diplomáticas após a chegada ao poder do ultradireitista De la Espriella.
Fonte: O Dia

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Rio, realizado pela Band neste domingo (9), foi marcado por ataques e discussões sobre segurança pública. Eduardo Paes (PSD), líder das pesquisas, não participou e acabou se tornando um dos principais assuntos do confronto.
Participaram Anthony Garotinho, Douglas Ruas (PL), William Siri (PSOL) e André Marinho (Novo). A ausência de Paes foi explorada especialmente por Marinho, que o chamou de “fujão” e criticou sua saída da Prefeitura do Rio para disputar o governo.
Douglas Ruas também atacou Paes, mas enfrentou questionamentos sobre suas próprias alianças. Ex-secretário de Cidades de Cláudio Castro, ele foi cobrado pela proximidade com o ex-governador e com Rodrigo Bacellar. Ruas respondeu que possui “identidade própria”.
William Siri confrontou Ruas sobre Bacellar e chegou a relacionar o cenário político envolvendo o ex-presidente da Alerj à influência do Comando Vermelho. Ruas rebateu afirmando que o PSOL também já havia sido aliado de Bacellar.
Garotinho concentrou sua participação na segurança pública, afirmou que os adversários não entendiam do tema e citou o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como referência no enfrentamento às organizações criminosas. O ex-governador também questionou o patrimônio declarado por Paes à Justiça Eleitoral.
André Marinho também defendeu uma política mais dura contra o crime organizado e afirmou que, se eleito, pretende perseguir as lideranças das principais facções criminosas do estado.
A disputa presidencial apareceu no debate. Marinho declarou apoio a Romeu Zema no primeiro turno e à direita em um eventual segundo turno. Siri manifestou apoio à reeleição de Lula, enquanto Ruas reforçou sua proximidade com a família Bolsonaro.
Segundo pesquisa Genial/Quaest citada por O Globo, 70% dos entrevistados disseram não conhecer Douglas Ruas, contra 15% de Garotinho e 10% de Paes.
Sem o líder das pesquisas no palco, o primeiro debate antecipou o tom da campanha pelo Palácio Guanabara, com segurança pública, alianças políticas e a própria ausência de Eduardo Paes no centro dos embates.
Fonte: RJ Interior
Entre tentativas frustradas de reatar o relacionamento e uma atitude irreversível, o crime cometido pelo pai contra as irmãs Ísis Helena e Lais Heloisa ainda assola o Brasil nesta segunda-feira (10), enquanto novos detalhes revelam o que pode ter motivado a tragédia. A irmã de Breno de Souza Castro, de 24 anos, afirmou que ele não aceitava ver a ex-companheira seguindo a própria vida após o fim da relação. “Ele não aguentou mais ver ela vivendo a vida dela”, declarou. Segundo a irmã, Breno tentou voltar com a ex-companheira, mas ela recusou, e a própria família chegou a aconselhá-lo a deixá-la seguir em frente. “Nenhuma mulher é obrigada a voltar com o homem e aguentar tudo o que ele fez”, afirmou. Ísis e Lais, de 3 e 5 anos, foram encontradas mortas dentro de um carro no domingo (09), Dia dos Pais.
Fonte: Luiz Bacci