Notícias em Geral · 02 de janeiro de 2026 às 15:38

Sexta-feira - 15:40 - PF exige retorno imediato de Eduardo Bolsonaro à corporação no RJ. Veja Abaixo

A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro reassuma, imediatamente, suas funções como escrivão na corporação. A decisão consta no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2) e encerra oficialmente o período de afastamento que havia sido concedido enquanto ele exercia mandato na Câmara dos Deputados, com efeito desde 19 de dezembro de 2025.

O documento informa ainda que o servidor deve se apresentar à unidade de origem no estado do Rio. Caso não haja cumprimento, podem ser abertas medidas administrativas e disciplinares.

Eduardo está nos Estados Unidos desde março do ano passado. Em dezembro, perdeu o mandato parlamentar após decisão da Mesa Diretora da Câmara, que entendeu que houve faltas acima do limite permitido, já que ele não compareceu a pelo menos um terço das sessões deliberativas.

Fonte: RJ Interior

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Notícias em Geral · 02 de janeiro de 2026 às 14:40

Sexta-feira - 14:43 - Médicos enxertam orelha em pé de paciente na China. Veja Abaixo

Num caso inédito e inusitado, médicos enxertaram uma orelha decepada de uma paciente num dos pés dela, noticiou o "South China Morning Post", citando o relato do caso publicado em 22 de dezembro por revista médica.

A paciente, uma mulher identificada apenas pelo sobrenome Sun, sofreu um terrível acidente de trabalho envolvendo máquinas pesadas, que arrancou grande parte de seu couro cabeludo e, consequentemente, uma orelha, de acordo com Qiu Shenqiang, vice-diretor da unidade de microcirurgia do Hospital Provincial de Shandong, em Jinan, no leste do país.

Os danos ao couro cabeludo e à rede vascular foram tão graves que restaurar a orelha naquele momento era impossível. O procedimento foi realizado para preservar a abertura auricular da paciente, permitindo seu posterior reimplante.

O couro cabeludo, o pescoço e o rosto foram dilacerados e "divididos em múltiplos fragmentos", disse Qiu, acrescentando que a orelha foi "completamente decepada juntamente com o couro cabeludo". A equipe tentou reparar o ferimento imediatamente, mas se deparou o crânio precisava de mais tempo — meses, no mínimo — para cicatrizar. Assim, a orelha foi implantada no pé para "ficar em espera" do cenário ideal para voltar ao seu local de origem.

Como não se pode simplesmente congelar uma parte do corpo por muito tempo, então a equipe cirúrgica optou por uma abordagem radical: salvar a orelha enxertando-a em outra parte do corpo. Qiu salientou que escolheram o pé porque as artérias e veias ali presentes são compatíveis com as da orelha. A pele e os tecidos moles do pé também são finos como os da cabeça.

A escolha fazia sentido na teoria, mas ainda assim representava um risco. Enxertar uma parte do corpo em outro local para preservá-la, procedimento conhecido como enxerto heterotópico, não é incomum em transplantes de órgãos. Mas fazer isso com uma orelha e um pé não tinha precedentes na história da medicina. E o procedimento resultou em sucesso, apesar de preocupante percalço.

O enxerto levou dez horas, durante as quais os cirurgiões conectaram meticulosamente a complexa rede de veias delicadas. Porém, cinco dias depois, a orelha ficou roxa-escura devido à dificuldade das veias em bombear o sangue de volta ao coração, causando o acúmulo de sangue. Nos cinco dias seguintes, a equipe médica salvou a orelha com sangrias manuais, um processo trabalhoso que exigiu quase quinhentas intervenções.

Assim que a orelha foi estabilizada, a equipe reconstruiu gradualmente o couro cabeludo da paciente. Cinco meses após o acidente, o couro cabeludo e o pescoço estavam suficientemente cicatrizados para que a orelha decepada voltasse ao seu lugar. O procedimento final foi realizado em outubro. A paciente já recebeu alta do hospital, com a função facial e tecidual praticamente recuperada.

Fonte: Extra

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Notícias em Geral · 02 de janeiro de 2026 às 13:44

Sexta-feira - 13:48 - Homem morre na véspera do Natal e família diz que pinça foi deixada em seu corpo após cirurgia. Veja Abaixo

São Paulo - O aposentado Manoel Cardoso de Brito, de 68 anos, morreu na véspera do Natal vítima de complicações decorrentes de duas cirurgias realizadas no Hospital Municipal de João Pinheiro, em Minas Gerais. A família acusa autoridades de erro médico. Segundo parentes do aposentado, uma pinça cirúrgica teria sido esquecida dentro de seu corpo durante o primeiro procedimento cirúrgico, realizado no início do mês.
A Secretaria Municipal de Saúde de João Pinheiro confirmou, em nota, que houve "a retirada de um corpo estranho durante a (segunda) cirurgia do paciente", mas afirmou que Brito estava em estado muito grave, com várias comorbidades. Informou ainda que reforçou protocolos de segurança e abriu sindicância para apurar o caso.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), o paciente passou mal em casa no dia 4 de dezembro e foi levado até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Após exames, os médicos constataram a presença de uma úlcera gástrica e indicaram a necessidade de uma cirurgia de urgência, realizada no dia seguinte. A equipe informou que o procedimento havia transcorrido normalmente.
Brito permaneceu dois dias na UTI e depois foi transferido para o quarto. Durante a internação, ele teria apresentado sinais de dor e sonolência excessiva. No dia 11, após suspeita de um AVC, foi feita uma tomografia. Consta ainda no boletim que, pouco depois, o paciente foi levado às pressas para uma nova cirurgia, sem que a família fosse informada sobre os motivos. Após o segundo procedimento, os médicos disseram que haviam retirado um dreno e pus da cavidade interna. Brito voltou para a UTI, mas morreu após 13 dias de internação.
Logo após a morte do aposentado, uma rádio local teve acesso a um exame de tomografia que indicaria a presença de um instrumento cirúrgico dentro do corpo do paciente. A família informou que acompanha as apurações e vai requisitar os prontuários, laudos e exames clínicos feitos no hospital.

Nota divulgada pelo hospital confirma a retirada de "um corpo estranho", mas ressalta que, "durante o segundo procedimento não foi constatada perfuração da alça intestinal e as suturas do procedimento anterior encontravam-se íntegras. O procedimento foi realizado sem intercorrências adicionais. No dia seguinte, a família foi novamente informada sobre o procedimento realizado, bem como sobre a identificação e retirada do corpo estranho".

Fonte: O Dia

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