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Notícias em Geral · 24 de julho de 2026 às 08:47

Sexta-feira - 08:45 - Hétero, casado e pai de três, engenheiro desafia padrões ao usar salto e saia: "Roupas não devem ter gênero". Veja Abaixo

Heterossexual, casado e pai de três filhos, o engenheiro de robótica Mark Bryan se tornou conhecido mundialmente por desafiar estereótipos de gênero na moda. Morando na Alemanha, ele usa diariamente saias e saltos altos, inclusive no ambiente de trabalho, combinando as peças com camisas, blazers e gravatas.

Segundo Mark, a escolha não tem relação com sua orientação sexual ou identidade de gênero. “Roupas e sapatos não devem ter gênero”, afirmou. O hábito começou após ele voltar a usar saltos, anos depois de ter experimentado o calçado na faculdade. Incentivado pela esposa, passou a incorporar saias e saltos ao visual e, após receber elogios, começou a compartilhar os looks nas redes sociais.

Fonte: Luiz Bacci

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Notícias em Geral · 24 de julho de 2026 às 08:34

Sexta-feira - 08:32 - EUA taxa produtos brasileiros em até 37,5% a partir desta sexta (24). Veja Abaixo

A nova tarifa de 12,5% anunciada nessa quinta-feira (23/7) pelos Estados Unidos para produtos brasileiros entra em vigor já nesta sexta-feira (24/7) e, para a maior parte das exportações afetadas, será somada à sobretaxa de 25% imposta na semana passada.

Com isso, milhares de itens passarão a enfrentar uma tributação adicional de até 37,5% para entrar no mercado norte-americano. A alíquota coloca o Brasil entre os parceiros comerciais mais sobretaxados pelos Estados Unidos, atrás apenas da China.

A medida foi adotada no âmbito de uma investigação conduzida pelo governo norte-americano com base na Seção 301 do Trade Act de 1974, que acusa o Brasil de não combater adequadamente o trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

Ela se soma a outra investigação aberta sob a mesma legislação, relacionada a supostas práticas comerciais desleais e ao desmatamento. Essa primeira ação resultou na imposição de uma tarifa adicional de 25%, anunciada em 15 de julho e em vigor desde essa quarta-feira (22/7).

Segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), a tarifa de 12,5% alcança cerca de 3 mil produtos brasileiros, equivalentes a US$ 12,5 bilhões (cerca de R$ 63,7 bilhões) em exportações anuais para os Estados Unidos.

Desse total, 85,3% das vendas – cerca US$ 10,7 bilhões (R$ 54,6 bilhões) – passam a acumular as duas sobretaxas.

Na prática, todos os produtos brasileiros que não constam nas listas de exceção publicadas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para as duas investigações ficam sujeitos à acumulação das tarifas.

Veja alguns dos produtos que terão tarifa de até 37,5%
Etanol: etanol de cana-de-açúcar (combustível), álcool etílico não desnaturado para uso industrial ou em bebidas e álcool etílico para produção de químicos.
Polpa solúvel de alta pureza: celulose de madeira para fabricação de fios têxteis (como rayon e viscose), polpa para a produção de celofane e derivados químicos de celulose para plásticos.
Máquinas agrícolas e de mineração: tratores agrícolas, colheitadeiras, semeadoras, escavadeiras para mineração, britadeiras e componentes de borracha específicos para esses maquinários.
Transformadores elétricos industriais: transformadores de potência para subestações elétricas, transformadores de distribuição urbana e equipamentos de infraestrutura para centros de dados de inteligência artificial.
Calçados: sapatos e botas com sola e parte superior de couro, calçados esportivos (tênis) e calçados de segurança industrial.
Móveis de madeira: mesas, cadeiras, armários e estantes de madeira de lei ou compensados, exceto assentos técnicos específicos para aeronaves.
Vestuário novo: camisas de algodão, calças jeans, peças de moda íntima novas, blusas sintéticas e casacos de inverno.
Pisos e rochas ornamentais: placas de granito polido, blocos de mármore trabalhados, quartzito para bancadas e pisos de madeira engenheirada.
Equipamentos eletrônicos: equipamentos eletrônicos para uso geral, infraestrutura industrial ou aplicações de consumo.
O etanol brasileiro aparece como um dos principais alvos das medidas comerciais adotadas pelos Estados Unidos.

Segundo os documentos da investigação da Seção 301, o acesso ao mercado brasileiro de etanol foi um dos fatores que motivaram a abertura da apuração contra o Brasil, em julho de 2025.

O produto foi atingido pela tarifa adicional de 25% da primeira investigação e voltou a ser alcançado pela sobretaxa de 12,5% relacionada ao trabalho forçado. Como não integra a lista de exceções de nenhuma das duas medidas, a tributação adicional sobre o etanol chega a 37,5%.

Durante a consulta pública conduzida pelo USTR, produtores norte-americanos afirmaram que tarifas e outras políticas adotadas pelo Brasil reduziram a competitividade do etanol dos Estados Unidos e defenderam a sobretaxa como forma de compensar essas perdas. Parte do setor também pediu que Washington avaliasse a adoção de medidas não tarifárias adicionais contra o Brasil.

Por outro lado, participantes da consulta alertaram que a tributação acumulada de 37,5% sobre o etanol brasileiro seria desproporcional em relação às tarifas aplicadas pelo Brasil ao produto norte-americano. Na avaliação desses interlocutores, a medida pode reduzir o fluxo de comércio bilateral e elevar os custos para importadores e consumidores nos Estados Unidos.

O que fica fora
As duas decisões mantêm listas de exceção praticamente idênticas, excluindo produtos considerados estratégicos para a economia dos Estados Unidos ou já sujeitos a outras medidas comerciais.

Entre os itens isentos das novas sobretaxas, estão:

aeronaves civis, motores e componentes aeronáuticos;
produtos de aço e alumínio já tributados pela Seção 232;
ferro-gusa, pelotas de minério de ferro, sucata metálica e hidróxido de alumínio;
materiais informativos, como livros e filmes;
doações humanitárias e bagagem de uso pessoal;
alguns produtos agrícolas e florestais, como determinados tipos de madeira tropical, café solúvel não aromatizado, mel orgânico e cortes específicos de carne bovina.

Tarifas já afetam exportações brasileiras
Os efeitos negativos das tarifas impostas desde o retorno de Trump à Casa Branca, em fevereiro de 2025, já aparecem na balança comercial brasileira.

Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que 20 dos 27 estados brasileiros registraram queda nas exportações para os Estados Unidos no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desde março de 2025, as vendas brasileiras ao mercado norte-americano recuaram 13%, o equivalente a US$ 2,6 bilhões.

As maiores quedas foram registradas no Acre (-62,8%), Tocantins (-52,1%), em Rondônia (-49,1%) e no Amapá (-41,2%). O Pará, principal exportador da região para os Estados Unidos, teve retração de 31,4%, enquanto o Amazonas registrou queda mais moderada, de 2,6%.

A retração foi impulsionada, principalmente, pela redução de 8,7% nas exportações de bens industriais, com destaque para produtos semimanufaturados de ferro e aço, ferro fundido bruto, pasta química de madeira não conífera, óleos de petróleo e produtos semimanufaturados de outras ligas de aço.

Governo Lula promete reciprocidade
Desde o anúncio da primeira sobretaxa, no valor de 25%, o Brasil afirma estudar o acionamento dos instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade, que autoriza o país a retaliar ou aplicar tarifas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais unilaterais aos produtos brasileiros.

Nessa quinta, após o anúncio da sobretaxa de 12,5%, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom no discurso.

Em nota, o Palácio do Planalto afirmou que iniciaria “imediatamente” os trâmites para acionar a reciprocidade. De acordo com o texto, o governo brasileiro também pretende levar o caso ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).

O texto ainda acusa os Estados Unidos de se apropriar do tema do trabalho forçado para sustentar sua política comercial protecionista.

“Na ausência de base legal interna para sustentar sua política comercial protecionista, o USTR optou por manipular tema caro aos direitos humanos e à luta dos trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo para acusar 59 países e a União Europeia de práticas desleais”, afirma.

Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 23 de julho de 2026 às 21:07

Quinta-feira - 21:10 - Luana Piovani volta a atacar Virginia após decisão da Justiça. Veja Abaixo

Rio - Luana Piovani voltou a usar as redes sociais para criticar Virginia Fonseca nesta quinta-feira (23). A atriz comentou a decisão da Justiça que determinou que a influenciadora retire, em até 48 horas, conteúdos publicitários de apostas que não cumpram regras de transparência e fez novos ataques nos Stories.
Ao compartilhar uma publicação sobre o caso, Luana escreveu: "Quero ver essa cramunhana na cadeiaaaaaaa!! Tá faltando pouco".

Em seguida, a atriz republicou outra notícia sobre a decisão judicial e voltou a ofender Virginia. "A demônia vai definhar de tanto que vai se fr por ter fdo tantas famílias. Mentirosa do c***lho. A maior maldição desses miúdos é ter cruzado com esse cramunhão", escreveu.
As críticas fazem parte de uma troca de farpas que se arrasta há meses. Luana tem condenado a participação de Virginia em campanhas publicitárias de casas de apostas e já classificou esse tipo de remuneração como "dinheiro de sangue". Na ocasião, a atriz também afirmou que a "maldição" poderia atingir os filhos da influenciadora.
Virginia respondeu às declarações nas redes sociais e afirmou que tomaria medidas judiciais. "Tá repreendido, em nome do Senhor Jesus Cristo, toda essa maldição que essa mulher joga sobre meus filhos!", disse na época.

Na quarta-feira (22), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou que Virginia e a plataforma Blaze retirem, em até 48 horas, publicações que descumpram as regras de transparência para publicidade de apostas. A decisão também proíbe conteúdos que apresentem apostas como forma de renda, investimento ou solução para problemas financeiros.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 23 de julho de 2026 às 20:19

Quinta-feira - 20:20 - Quem é a influencer que viralizou nas redes após montar uma barbearia nudista. Veja Abaixo

R$ 4 MIL POR CORTE ✂️ | Uma barbearia em Florianópolis viralizou nas redes por unir corte, barba, hidratação e... nudez. Os profissionais atendem sem roupa, e o cliente escolhe ficar vestido, de roupa íntima ou nu durante o serviço.

A criadora é Daniella Motta, a Dani Motta, de 21 anos, natural do Pará e radicada em Santa Catarina. Com mais de 1 milhão de seguidores, ela migrou da produção de conteúdo adulto para o novo negócio, com atendimento individual e marcado.

Segundo Dani, a proposta é dar privacidade e liberdade ao cliente: 'a pessoa entra ali para ter tempo, privacidade e se sentir à vontade, sem vergonha do corpo', afirma.

Fonte: Jornal O Globo

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Notícias em Geral · 23 de julho de 2026 às 20:02

Quinta-feira - 20:06 - Atenção Empresa Brasil, usuários estão reclamando. Veja Abaixo

Moradores e usuários do transporte coletivo estão reclamando da interrupção do itinerário da Viação Brasil até a localidade de Monte Verde, no município de Cambuci. Segundo os relatos enviados à redação, atualmente os ônibus estão circulando apenas até o distrito de Cruzeiro, deixando os passageiros sem atendimento no trecho final da linha.

De acordo com os moradores, anteriormente a justificativa para a suspensão do percurso era a má conservação da estrada. No entanto, eles afirmam que a via já passou por melhorias e, atualmente, encontra-se em boas condições de tráfego.

Diante da situação, a população pede que a empresa reavalie a decisão e restabeleça o itinerário completo até Monte Verde, garantindo o transporte para moradores, trabalhadores, estudantes e demais usuários que dependem diariamente do serviço.

A reportagem deixa o espaço aberto para que a Viação Brasil se manifeste sobre a reclamação e esclareça os motivos pelos quais a linha ainda não foi retomada até a comunidade.

Notícias em Geral · 23 de julho de 2026 às 19:31

Quinta-feira - 19:33 - Michelle Bolsonaro posta vídeo após pedido de desculpas de Flávio. Veja Abaixo

 

'Te desculpo' - Michelle Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em que agradece o pedido de desculpas do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, publicado na tarde desta quinta-feira (23). A ex-primeira-dama falou para os dois sentarem para "ajustar os detalhes" da reconciliação.

"Recebi suas palavras com muita paz. Quero te agradecer por sua sinceridade", afirmou Michelle em vídeo publicado no Instagram. "Todos nós cometemos erros, isso é humano, e o seu gesto de vir ao público para pedir desculpas tem muito valor e poucos homens teriam coragem de fazer isso."

A ex-primeira-dama afirmou que o seu propósito e o do senador é o mesmo e que o "bem do povo sempre foi maior do que desentendimentos".

"Por isso, aceito o seu pedido. Eu te desculpo. Vamos sentar, vamos conversar, ajustar os detalhes e juntos vamos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil", afirmou.

Fonte: G1

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