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Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 15:52

Segunda-feira - 15:50 - VÍDEO MOSTRA RELAÇÃO DA LEOA QUE MATOU JOVEM COM A EQUIPE DO PARQUE. Assista ao vídeo Abaixo

Um vídeo divulgado pela veterinária Melanie Leite, do Parque Arruda Câmara, mostra a relação de confiança da leoa Leona com sua equipe de cuidadores. Após o ataque que resultou na morte de um invasor, o veterinário Thiago Nery informou que o animal apresentou sinais de estresse e choque, mas já está se recuperando.

Com a preocupação do público, o parque ressaltou em nota que nunca considerou sacrificar a leoa e que ela segue sendo monitorada pela equipe técnica. Via @melleite.vet


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Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 15:05

Segunda-feira - 15:03 - PREFEITO TESTA ARMA NÃO LETAL QUE SERÁ USADA PELA GUARDA MINICIPAL DE MACAÉ. Assista ao vídeo Abaixo

Entrevista com prefeito de Macaé, Welberth Rezende que testou a arma não letal - arma de elastômero - que dispara um projétil de borracha e que será usada por uma parte muito bem treinada da Guarda Municipal de Macaé, após rigoroso processo de capacitação.


Fonte: Macaé em Foco

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Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 14:48

Segunda-feira - 14:49 - PITBULL SOLTO ATACA TUTORA E CÃO EM RIO DAS OSTRAS. Assista ao vídeo Abaixo

Câmeras flagram ataque de pitbull a Yorkshire e tutora em Rio das Ostras; animal é resgatado pelos donos

Um incidente envolvendo cães chocou frequentadores de uma sorveteria, no bairro Nova Aliança, em Rio das Ostras, neste domingo (30). Imagens mostram o momento em que um pitbull atacou um Yorkshire e sua tutora.


No vídeo, é possível ver o pitbull avançando sobre o cão de pequeno porte, enquanto a dona do Yorkshire tenta proteger o animal e acaba sendo ferida. O ataque gerou desespero entre as pessoas presentes na loja.

Após o ocorrido, o pitbull foi inicialmente contido por populares e levado à Defesa Civil. A Prefeitura se deslocou até o local para recolher o animal e encaminhá-lo ao Canil Municipal, onde seriam avaliadas as próximas providências.

No entanto, pouco tempo depois, o pitbull foi resgatado pelos próprios tutores, que reconheceram o animal ao assistir ao vídeo nas redes sociais. Um casal identificado como responsável pelo cão se dirigiu à Defesa Civil para realizar a retirada. Durante o procedimento, nome, endereço e contato dos tutores foram registrados, garantindo que a vítima do ataque tenha meios de acionar os responsáveis para as medidas legais cabíveis.

A Prefeitura de Rio das Ostras acompanha o caso e deve definir ações sobre o manejo do pitbull.

Uma lei estadual proíbe a circulação de cães da raça pitbull em locais públicos sem coleira e focinheira.

Fonte: manchetelagos

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Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 14:42

Segunda-feira - 14:44 - Ex-Prefeito de Porciúncula se envolve em acidente com vítima fatal em MG. Veja Abaixo

Uma grave colisão frontal na rodovia MG-111, na altura do km 127, no município de Caparaó, Zona da Mata mineira, resultou na morte de um homem e deixou ferido o ex-prefeito de Porciúncula , Carlos Sérgio de Paula Porto, na tarde deste domingo (30).

A vítima fatal foi identificada como Alípio Gomes Faria, de 37 anos e segundo as informações da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), ele conduzia uma Ford Courier no sentido Caparaó–Alto Jequitibá quando, por motivos a serem esclarecidos, invadiu a contramão e colidiu de frente com um Chevrolet Tracker, que era ocupado pelo ex-prefeito Carlos Sérgio de Paula Porto, de 65 anos, sua esposa e o filho do casal, uma criança de 10 anos.

Com a violência do impacto, Alípio Gomes Faria ficou preso às ferragens e teve o óbito confirmado no local pela equipe do SAMU. O Corpo de Bombeiros de Manhuaçu precisou realizar o desencarceramento da vítima. A Polícia Militar Rodoviária ainda informou que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da vítima fatal estava vencida e com bloqueio no sistema.

O ex-prefeito que é médico, sofreu ferimentos no joelho e foi encaminhado para atendimento no hospital de Carangola. A criança, teve apenas lesões leves no rosto, e a esposa, não sofreu ferimentos graves.

A PMRv confirmou que o local da colisão é uma curva, mas a pista estava seca e com sinalização adequada no momento do acidente. A Perícia da Polícia Civil esteve no local para coletar dados que auxiliarão na elucidação das causas da tragédia, que seguirá sob investigação das autoridades de Minas Gerais.

Fonte: Rádio Natividade com informações/Carlos Henrique Cruz-Portal Caparaó

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Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 14:30

Segunda-feira - 14:30 - PREFEITO SE MANIFESTA SOBRE A CONDENAÇÃO DA TRAVESTI QUE MATOU A PRÓPRIA MÃE EM VARRE-SAI. Veja Abaixo

ENTENDA:

Foi condenado pelo Tribunal do Júri da Capital, nesta quinta-feira (27), o caso que comoveu Varre-Sai desde julho de 2023. Jesuino Veloso Martins Neto, que utiliza o nome social Paloma, foi considerada culpada pela morte da própria mãe, Lais Lúcia Gouvea Medeiros, de 76 anos.

A sessão foi presidida pela juíza Beatriz Martins Kieling Cardona Pereira, na 2ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Paloma foi condenada por homicídio qualificado, com reconhecimento das qualificadoras de motivo fútil, meio cruel, emprego de fogo, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e feminicídio, conforme registrado na ata do julgamento.

A denúncia apontou que, na noite de 16 de julho de 2023, Paloma despejou álcool sobre a cabeça da mãe e ateou fogo enquanto a idosa estava sentada no sofá da sala, completamente indefesa. Lais sofreu queimaduras graves, com 36% do corpo atingido, permaneceu internada por 14 dias em um hospital na região Metropolitana e faleceu em 30 de julho. A morte abalou profundamente a cidade de Varre-Sai, onde era muito conhecida e querida.

No julgamento, a família foi representada pelos advogados itaperunenses Matheus Coutinho e Jéssica Rabelo, que atuaram como assistentes de acusação e reforçaram ao Conselho de Sentença a extrema violência e frieza do ato. Ambos constam oficialmente nos autos como representantes auxiliares da acusação.

Os jurados reconheceram que Paloma cometeu o crime, confirmaram todas as qualificadoras apresentadas pela acusação e concluíram que a vítima foi atacada de surpresa, sem qualquer possibilidade de defesa, conforme os quesitos votados durante a sessão.

Paloma foi condenada como autora do feminicídio da própria mãe, sendo absolvida apenas da acusação de fraude processual. A defesa informou que irá recorrer da decisão.

Fonte: Guia do estado/ por Gabriel Clalp.

Notícias em Geral · 01 de dezembro de 2025 às 14:08

Segunda-feira - 14:10 - Colégio cívico-militar de Curitiba obriga alunos a entoar canto que incita violência. Assista ao vídeo Abaixo

Imagens chocantes recebidas pela APP-Sindicato confirmam as denúncias de doutrinação e violação dos direitos dos(as) adolescentes pelo programa Colégios Cívico-militares, implantado de forma autoritária pelo governador Ratinho Jr. (PSD) no Paraná. No vídeo, estudantes de um colégio estadual de Curitiba entoam um canto com letra que faz apologia ao ódio e à violência, especialmente contra populações periféricas. “Homem de preto, qual é sua missão? Entrar na favela e deixar corpo no chão”, diz um dos trechos cantados pelos alunos(as) enquanto marcham na quadra da escola, sob observação de um militar aposentado.

 


“Absurdos como esse do vídeo não são casos isolados. Desde o início deste programa, temos recebido e denunciado ocorrências semelhantes e até piores em escolas que adotaram o modelo cívico-militar. É chocante ver que a escola pública esteja sendo usada para promover uma doutrinação ideológica extremista, que prega o ódio, a violência, o massacre e o extermínio de comunidades periféricas. Isso é muito grave e reforça a nossa luta contra a militarização da educação e a urgência do Poder Judiciário determinar o fim desse programa ilegal e inconstitucional”, afirma a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.

A letra da música faz referência ao Batalhão de Operações Especiais (Bope), unidade da Polícia Militar conhecida em todo país pela alta letalidade. No filme “Tropa de Elite”, o diretor José Padilha faz uma crítica a atuação do Batalhão no Rio de Janeiro, que entra nas periferias para matar, como diz a letra da música entoada pelos adolescentes no colégio cívico-militar mostrado no vídeo.

“Homem de preto, o que é que você faz?

Eu faço coisas que assusta o satanás.

Homem de preto, qual é sua missão?

Entrar na favela e deixar corpo no chão.

O Bope tem guerreiros que matam fogueteiros.

Com a faca entre os dentes, esfola eles inteiros.

Mata, esfola, usando sempre o seu fuzil”.

Segundo o relatório “Pele Alvo: crônicas de dor e luta”, divulgado pela Rede de Observatórios da Segurança, 4.068 pessoas foram mortas em decorrência de intervenção policial, sendo 3.066 negras, em 2024. O número pode ser ainda maior, já que uma em cada oito mortes não tiveram a cor da pele informada.

O relatório mostra que 86% das vítimas das ações policiais, quando a cor é informada, são negras ou pardas. A maior parte das vítimas é jovem: 57% tinham entre 18 e 29 anos, e quase 300 eram adolescentes entre 12 e 17 anos de idade.

Sem qualificação

As escolas cívico-militares começaram a funcionar no Paraná em 2021, após consultas realizadas no ano anterior marcadas por casos de autoritarismo e desrespeito às comunidades escolares. A última consulta ocorreu em 2023 e atualmente o estado possui 312 colégios militarizados, mesmo após o presidente Lula encerrar, em 2023, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), criado em 2019 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

O programa prevê a contratação de policiais militares aposentados para atuar e interagir com os(as) estudantes nas escolas. Os(as) militares são chamados de monitores militares, mas em muitas escolas são conhecidos como diretores(as) militares, em sobreposição à autoridade dos(as) profissionais da educação.

Esse conflito também se demonstra na remuneração. Ratinho Jr. paga aos militares a quantia mensal de R$ 5,5 mil. Mesmo não tendo formação ou conhecimento sobre processo pedagógico, educação e interação com adolescentes e jovens, eles recebem mais do que os(as) professores(as), que têm o piso atual fixado em R$ 4,9 mil, para jornada de 40 horas semanais, e mais ainda do que os(as) funcionários(as) de escola que tem formação e qualificação para interação com os estudantes, os Agentes II, cujo piso salarial é R$ 4 mil.

Não à militarização

Desde o anúncio do modelo, a APP-Sindicato tem atuado na resistência, denunciando os problemas da iniciativa para estudantes, educadores(as) e para a qualidade do ensino. O sindicato também tem acompanhado e notificado casos de violência nas unidades militarizadas.

Uma reportagem publicada em 2024 pela APP-Sindicato ouviu estudantes indignados(as) com as mudanças impostas a partir daquele ano após em escolas que abandonaram o modelo democrático e passaram a adotar o cívico-militar. Os(as) adolescentes relataram que foram obrigados(as) a cumprir uma série de regras estéticas consideradas abusivas e que não possuem qualquer relação com o ensino.

“Me sinto péssimo, porque eles estão querendo mudar a personalidade das pessoas. Eles falaram que quem não tirar os piercings e os bonés vai ter que mudar de escola. O ambiente no colégio está péssimo. A gente vai para a escola estudar e aprender, mas chega lá, parece uma prisão”, contou um estudante.

As regras constam no manual das escolas cívico-militares. O documento alega que a padronização do cabelo e a proibição de acessórios seriam “aspectos educacionais relacionados com a higiene, boa aparência, sociabilidade, postura, dentre outros”. Mas, para os(as) estudantes, a prática é abusiva e promove discriminação contra a identidade de grupos sociais, como pessoas negras e LGBTI+.

Inconstitucional

Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), movida pelo PT, PSOL e PCdoB, pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a inconstitucionalidade da Lei 20.338/2020, que criou o Programa Colégios Cívico-Militares do Paraná, e do art. 1º, inciso VI, da Lei 18.590/2015, que proíbe eleições para direção nas escolas cívico-militares.

Em manifestação no processo, a Advocacia-Geral da União (AGU) considerou que o programa de escolas Cívico-Militares de Ratinho Jr. é inconstitucional. O parecer da AGU argumenta que estados não podem criar um modelo educacional que não esteja previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Além disso, o órgão ressalta que a Constituição Federal não prevê que militares exerçam funções de ensino ou de apoio escolar. O relator do caso no STF é o ministro Gilmar Mendes.

Fonte: PR Cut

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