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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 16:23

Sexta-feira - 16:24 - Polícia Militar fecha galpão usado para produção de sabão em pó falsificado em Itaperuna. Veja Abaixo

Uma ação da Polícia Militar no final da manhã desta sexta-feira (14) revelou um esquema de fabricação clandestina de sabão em pó no bairro Colibri, em Itaperuna (RJ). Segundo as primeiras informações do 29º BPM, o galpão funcionava como ponto de produção e embalagem de produtos de origem duvidosa, que posteriormente eram colocados em pacotes de marcas reconhecidas no mercado, caracterizando crime de falsificação.

Durante a operação, que ainda está em andamento, os militares encontraram matérias-primas, embalagens adulteradas e grande quantidade de sabão em pó já pronto para distribuição. Todo o material está sendo recolhido para análise e registro da ocorrência na 143ª DP. Até o momento, não há confirmação de presos. As autoridades seguem investigando a origem do esquema, o volume de distribuição e os responsáveis pela estrutura clandestina.

 


Fonte: Sudeste Agora

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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 15:32

Sexta-feira - 15:33 - Polícia resgata homem que era torturado pelo 'tribunal do tráfico' na Baixada. Veja Abaixo

Rio - Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF) impediram a execução de um homem pelo "tribunal do tráfico" do Comando Vermelho (CV) na comunidade do Sapo, em Belford Roxo, no início da tarde desta quinta-feira (13). Uma segunda vítima foi encontrada morta pelos agentes em uma área de mata.
De acordo com a Polícia Civil, as equipes receberam a informação de uma mulher que deu entrada em estado grave no Hospital Geral de Nova Iguaçu por ter sido espancada por traficantes. Os policiais, então, descobriram que outros dois homens continuavam reféns dos bandidos e passariam pelo "tribunal do tráfico".

Os agentes elaboraram um plano de urgência e seguiram para a comunidade do Sapo, utilizada por bandidos do CV como base para ataques a criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) que atuam comunidade Gogó do Bom Pastor. Na incursão, as equipes resgataram um homem que estava sendo torturado, mas outra vítima já havia morrido. O ferido foi encaminhado ao Hospital Municipal de Belford Roxo.
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) ficará responsável por investigar a execução, enquanto a DRE-BF segue com a apuração sobre a guerra entre facções na região do Gogó do Bom Pastor. Ninguém foi preso na ação.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 15:23

Sexta-feira - 15:24 - Padre leiloa a própria cueca por R$ 3 mil em festa. Veja Abaixo

Um vídeo que mostra o padre Thiago Zanardi, da Paróquia São Francisco de Assis, em Alvorada, no Tocantins, leiloando a própria cueca durante uma festa religiosa viralizou nas redes sociais nas últimas semanas. A gravação, registrada há cerca de um mês, gerou polêmica na cidade.
Nas imagens, o religioso aparece em cima de uma cadeira e chega a puxar o elástico da cueca. Segundo o sacerdote, todo o momento não passou de uma brincadeira entre os paroquianos.
Em missa realizada no último domingo (9), o padre explicou a situação aos fiéis. Ao falar sobre os valores arrecadados com o leilão da igreja - que, de fato, aconteceu — Thiago Zanardi começa perguntando: "Dentro deste valor, estão aqueles R$ 3 mil polêmicos da cueca do padre, né? Sabem dessa história?". O religioso explica que todo o momento não passou de uma brincadeira entre os paroquianos e que a situação veio à tona após um mês, quando uma funcionária do local onde o evento foi realizado, divulgou o vídeo para a imprensa.
"O padre já tinha perdido o chapéu, o cinto, a botina e alguém brinca: 'agora é a cueca do padre, né?' Quando eu me dei conta, estavam leiloando e já estavam em R$ 1.500, eu falei: 'por R$ 1.500 eu não vendo, não'. Subi numa cadeira, mostrei o cós da cueca. não tirei, é claro, né?"
Em tom de brincadeira, o padre diz que a pessoa que divulgou o vídeo é "uma funcionária do capeta, com o espírito de Ronquifuça".
Até o momento, a Paróquia São Francisco de Assis não se manifestou sobre o assunto. Thiago Zanardi finalizou afirmando que não sofreu nenhum tipo de advertência dentro da instituição religiosa e que a única pessoa para quem ele deve satisfação, é o Bispo da sua diocese, que não o penalizou.
Fonte: O Dia
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Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 14:32

Sexta-feira - 14:33 - Polícia Militar realiza apreensão em fábrica que falsificava sabão em pó em Itaperuna. Veja Abaixo

A apreensão foi realizada na tarde desta sexta-feira, 14 de novembro no bairro Colibri em Itaperuna.

Ocorrência em andamento, aguarde...


Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do 29BPM Itaperuna

Notícias em Geral · 14 de novembro de 2025 às 14:22

Sexta-feira - 14:23 - Alexandre de Moraes vota para tornar Eduardo Bolsonaro réu por atuação nos EUA para coagir STF. Veja Abaixo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira para aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo foi acusado de coação no curso do processo, devido à sua atuação nos Estados Unidos em favor de sanções contra autoridades brasileiras.

Caso a posição de Moraes seja aceita pela maioria dos ministros, Eduardo Bolsonaro se tornará réu e será aberta uma ação penal. A análise do mérito do processo, com absolvição ou condenação, ocorre em outro momento.

"A Procuradoria-Geral da República demonstrou presença da justa causa necessária para a instauração de ação penal contra o acusado Eduardo Nantes Bolsonaro, tendo detalhado sua conduta criminosa", escreveu o ministro em seu voto.

O julgamento começou nesta sexta-feira no plenário virtual e está programado para durar até o dia 25 de novembro. Também irão votar a ministra Cármen Lúcia e os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.

De acordo com a PGR, Eduardo e Figueiredo atuaram pelas sanções como forma de atrapalhar o andamento do processo conduzido pelo STF que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. A atuação ajudaria ainda o próprio blogueiro, alvo de denúncia também pela trama golpista.

Para Moraes, a "grave ameaça", que faz parte do crime de coação no processo, "materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entradas de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação da Lei Magnitsky a este ministro relator".

O ministro ainda afirmou que Eduardo tentou "criar ambiente de intimidação sobre as autoridades responsáveis pelo julgamento de Jair Messias Bolsonaro" e também para "as autoridades responsáveis por um possível projeto de anistia".

O blogueiro Paulo Figueiredo Filho também foi denunciado junto com Eduardo, pelos mesmos fatos. Entretanto, a acusação contra ele foi desmembrada e será analisada em outro momento.

A defesa de Eduardo está sendo feita pela Defensoria Pública da União (DPU), já que ele não apresentou resposta à acusação. O deputado federal está morando nos Estados Unidos.

A DPU defendeu a rejeição da denúncia, alegando que as manifestações atribuídas ao parlamentar são declarações públicas sobre política externa, sanções econômicas e críticas a decisões judiciais, sem qualquer ato de violência ou grave ameaça.

"O tipo penal exige violência ou grave ameaça como requisito objetivo do crime. No caso em tela, a denúncia não descreve qualquer ato de violência praticado pelo Denunciado contra qualquer autoridade", diz a Defensoria.

Em nota conjunta divulgada após a denúncia, em setembro, Eduardo e Figueiredo afirmaram atuar para "corrigir abusos e injustiças" e se disseram "vítimas de "perseguição política".

Entenda a acusação
A denúncia utilizou principalmente declarações públicas de Eduardo e Figueiredo Filho. Gonet destacou que os dois reconheceram, em publicações em redes sociais, entrevistas e outras falas a própria atuação para levar autoridades americanas a aplicarem sanções ao Brasil. Também foram utilizadas como provas trocas de mensagens entre Eduardo e Bolsonaro.

Na denúncia, o procurador-geral afirmou que "os fatos expostos nesta acusação repousam em sólido acervo probatório, composto, especialmente, por declarações públicas dos próprios investigados, em suas redes sociais e em entrevistas, bem como por dados extraídos de aparelhos celulares apreendidos".

"A dupla denunciada anunciava as sanções previamente, celebrava quando eram impostas e as designava, elas próprias, como prenúncio de outras mais, caso o Supremo Tribunal não cedesse. As providências foram obtidas com porfiado esforço pela dupla, conforme os denunciados — eles próprios — triunfalmente confessam", escreveu Gonet.

Fonte: Extra

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