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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 15:25

Quinta-feira - 15:27 - Homem é detido após furtar par de chinelos no Centro de Itaperuna. Veja Abaixo

Um homem foi detido após furtar um par de chinelos em uma loja localizada na Avenida Cardoso Moreira, no Centro de Itaperuna, na tarde desta quarta-feira (29). De acordo com a testemunha, ele pegou o calçado, avaliado em R$ 60, e saiu sem pagar.

Após serem acionados, policiais militares localizaram o suspeito na Avenida Presidente Getúlio Vargas, próximo à Câmara Municipal. Ele foi encaminhado para a 143ª Delegacia de Polícia.

Autuado por furto a estabelecimento comercial, o homem pagou fiança de R$ 800 e foi liberado na manhã desta quinta-feira (30).

Fonte: Jorge Luiz

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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 15:01

Quinta-feira - 15:00 - Veja o que a Japinha do CV disse para amiga antes de ser fuzilada. Veja Abaixo

Dois dias após a morte da soldado que atuava na linha de frente do Comando Vermelho (CV) — executada com um tiro de fuzil na cabeça —, a coluna Na Mira obteve mensagem enviada por Penélope, conhecida como Japinha do CV (foto em destaque), a uma amiga durante o confronto entre faccionados e as forças de segurança pública do Rio de Janeiro na terça-feira (28/10).

Na conversa pelo WhatsApp, Penélope manda um simples “oi” e faz uma chamada de vídeo que dura cerca de três minutos. Em seguida, escreve: “Oi. Não vamos ficar aqui, não”. A amiga pergunta: “Acabou a operação já?”. Penélope responde: “Não. Eles tão aqui em cima de nós. A bala tá comendo. Helicóptero tá aqui rodando”. Preocupada, a amiga diz: “Fica onde você tá, para de maluquice. Tá seguro aí?”.

 

Pouco tempo depois, Japinha do CV foi morta durante o confronto nos complexos do Alemão e da Penha, que abrangem 26 comunidades na zona norte do Rio de Janeiro, na terça-feira (28/10).

Antes da megaoperação, uma foto divulgada nas redes sociais mostrava a chamada “musa do crime” vestindo roupas táticas, sem revelar o rosto e empunhando um fuzil (foto abaixo). Conhecida por ostentar armas e poses provocantes em suas redes sociais, Penélope era considerada uma figura de confiança dos principais líderes do tráfico na região. De acordo com informações apuradas pela Na Mira, ela atuava na proteção de rotas de fuga e na defesa de pontos estratégicos de venda de drogas.

Nesta quinta-feira (30/10), familiares se manifestaram nas redes sociais pedindo que as imagens do corpo de Penélope não sejam divulgadas (foto abaixo), afirmando que a exposição tem causado profundo sofrimento à família.

No X (antigo Twitter), um usuário lamentou a morte da criminosa, afirmando que ela fará “muita falta” e descrevendo-a como “uma menina linda, inteligente e incrível”. Mais cedo, a irmã de Penélope publicou nos stories do Instagram uma mensagem de agradecimento “a todos que estão mandando carinho e força” aos familiares da “musa do crime”.

O corpo da soldado do CV foi encontrado próximo a um dos acessos principais da comunidade, após horas de intenso tiroteio. Segundo relatos, Penélope resistiu à abordagem e abriu fogo contra os agentes, sendo então alveja por um disparo de fuzil que atingiu fatalmente sua cabeça.

No momento do confronto, ela vestia roupa camuflada e colete tático com compartimentos para carregadores de fuzil, o que reforça seu papel ativo na linha de frente da facção.

Operação letal:
A morte de Penélope ocorreu durante a maior e mais letal operação policial da história do estado.
Segundo o Palácio Guanabara, a ação mobilizou 2,5 mil agentes de diversas corporações, entre Polícia Civil, Polícia Militar e unidades especiais.
O objetivo é conter o avanço territorial do Comando Vermelho e desarticular sua base logística.
Moradores relataram madrugada de terror, com helicópteros sobrevoando as comunidades e blindados abrindo caminho pelos becos e vielas.
O barulho de tiros e explosões se estendeu até o amanhecer, especialmente nas regiões da Grota, Fazendinha e Vila Cruzeiro.
Apesar do cerco, parte dos criminosos conseguiu escapar por rotas alternativas.
Agentes encontraram túneis e passagens camufladas entre casas e muros, usados para fuga coordenada, lembrando a manobra vista há 15 anos, durante a histórica invasão ao Alemão, em 2010.

Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 14:04

Quinta-feira - 14:04 - Anvisa proíbe substâncias cancerígenas e tóxicas em unhas e esmaltes em gel. Veja Abaixo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira (29), o uso de duas substâncias que podem estar presentes em produtos utilizados para a aplicação de unhas artificiais em gel ou em esmaltes em gel, que necessitam de exposição à luz ultravioleta (UV) ou LED para sua secagem.
As substâncias proibidas são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA). Segundo a Anvisa, a decisão visa proteger a saúde tanto das pessoas que utilizam esses produtos quanto dos profissionais que os aplicam.

Segundo a pasta, o DMPT é "classificado como uma substância que pode causar câncer em humanos", já o
TPO é "classificado como tóxico para a reprodução, podendo prejudicar a fertilidade".
"Com a decisão, o Brasil se alinha aos padrões de segurança da União Europeia, que também baniu recentemente esses ingredientes. A medida impede que produtos considerados inseguros em outros países sejam comercializados aqui. A proibição das duas substâncias se aplica a qualquer produto cosmético", afirmou a Agência.
Prazos

A fabricação, a importação e a concessão de novos registros ficam proibidas imediatamente a partir da publicação da norma. Já as empresas e os estabelecimentos têm até 90 dias para interromper a venda dos produtos que já estão no mercado.
Após o prazo de 90 dias, "todos os registros e notificações desses produtos serão cancelados pela Anvisa. As empresas responsáveis deverão realizar o recolhimento daqueles que ainda estiverem em lojas e distribuidoras".

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 13:19

Quinta-feira - 13:20 - 'Foi algo desumano', lamenta mãe de suspeito morto em megaoperação. Veja Abaixo

Rio - Familiares de mortos na megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte, chegam a todo momento no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro, nesta quinta-feira (30), para o reconhecimento e liberação dos corpos. A operação mais letal da história do Rio deixou 121 mortos e parte dos cadáveres foi resgatada por parentes e moradores das comunidades e levados para à Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, uma das principais da região.

As famílias dos suspeitos mortos durante a operação aguardam a conclusão dos trabalhos do lado de fora do IML e, muito abalados, denunciaram supostas violações por parte dos policiais. Um grupo de viúvas, que não quis se identificar, contou ao DIA que ainda não conseguiu identificar os maridos por conta das condições em que os corpos foram encontrados na área de mata onde, segundo a cúpula da segurança, ocorreram a maior parte dos confrontos. Elas relataram ser do Pará e estarem morando no Complexo da Penha há três anos.

As companheiras afirmam que alguns dos homens mortos tiveram partes do corpo mutiladas e ficaram com os rostos desfigurados. Outros também apresentavam marcas de facadas pelo corpo. As mulheres ainda disseram ter enfrentado dificuldades de chegar até os corpos e que granadas foram encontradas próximas aos cadáveres, segundo elas, para impedir que familiares tivessem acesso.

Outras famílias declararam ter trocado mensagens com os suspeitos durante a operação nas favelas e eles teriam dito que pretendiam se entregar, mas acabaram baleados e mortos. Moradora do Complexo da Penha, a microempreendedora Tauã Brito relatou que o filho, Wellington Brito, de 20 anos, que tinha envolvimento com o tráfico, chegou a pedir ajuda, porque havia ficado encurralado.

Ela diz que ao receber a mensagem, tentou fazer buscas para que ele pudesse se render à polícia, mas teria sido impedida por policiais que teriam atirado para dificultar o acesso de parentes na área de mata. O jovem só foi localizado durante a madrugada, nas buscas feitas pelos moradores, mas já estava sem vida. Segundo a mãe, ele teria sido morto com um tiro na cabeça e foi encontrado com cortes de faca no braço, além dos pulsos apresentarem marcas de cordas.

"É algo que eu nunca imaginei que ia sentir na minha vida. Não tem explicação a dor que é uma mãe perder um filho, você olhar o seu filho com a cabeça estourada. O que aconteceu ali foi algo muito desumano, mesmo", desabafou.
Tauã afirmou ainda que nunca apoiou a escolha de Wellington em se envolver com o tráfico de drogas e que tentava dissuadi-lo a deixar o crime organizado. "Como mãe, eu nunca apoiei a vida que ele levou. Eu sou uma mãe negra, solteira, microempreendedora, que luta todo dia para criar meus dois filhos. Eu nunca apoiei a escolha que ele fez, mas como mãe, nunca ia virar as costas para ele".

Na última troca de mensagens entre mãe e filho, poucas horas antes da morte, a mulher ainda voltou a pedir que o rapaz deixasse a criminalidade e fez algumas orações com ele, pedindo proteção. Ela ainda propôs que eles se mudassem para recomeçar.

"O governador deu uma entrevista e disse que a operação foi bem sucedida. É uma pergunta que eu fico me fazendo: ele se candidatou somente para isso, para entregar corpos? Ficou uma comunidade toda destruída, com os jovens que perderam seus pais, amigos e irmãos. O que ele vai fazer com a revolta desses meninos? Vai entrar com que projeto para mudar a mente desses garotos que ficaram lá dentro? Ou eles vão ser os próximos que vão virar defuntos lá no mato?", questionou a mulher, que descreveu a megaoperação como "um estrago".

"A dor das mães daqueles policiais não é diferente da minha, porque ela é mãe assim como eu e todas as outras mães dos corpos que estavam lá. Então, a gente precisa que aconteça mudança. Governar um estado não é só entrar na favela e tirar vidas, é dar oportunidade, dar uma visão diferente de uma realidade de favela e isso não fazem. Para mim, não foi uma operação bem sucedida, foi um estrago, vergonhoso".

O esquema especial no Instituto Médico Legal (IML) está em andamento. Até o momento, cerca de 80 corpos já passaram por exame de necropsia e parte deles foi liberada para a retirada pelas famílias. O trabalho segue com celeridade, a fim de concluir os exames. Neste período, o atendimento às famílias está ocorrendo no posto do Detran que fica próximo à unidade e os corpos não relacionados com a operação estão sendo temporariamente encaminhados ao IML de Niterói.
Defensoria Pública acompanha o caso

A defensora Rafaela Garcez, que esteve no IML nesta quinta-feira (30), afirmou que o órgão vai peticionar ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que assumiu temporariamente a relatoria da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, conhecida como ADPF das Favelas, a autorização para que tenham acesso aos corpos a serem periciados, que até o momento não conseguiram.

"O controle não é para que nós busquemos responsabilizar, o controle que a Defensoria quer é para que nós melhoremos a qualidade dessa perícia, com o olhar de outros peritos que podem trazer sim uma melhor análise das circunstâncias, já que parte do local não foi preservado, como está claro, quando a gente vê nas matas onde os corpos foram encontrados. O corpo dessas pessoas é que vai dizer o que efetivamente ocorreu. Para isso, eu acho que nós precisaríamos ter acesso a esses corpos. Para quem quer transparência e contenção das más práticas, não teria o porquê a presença da Defensoria ser impedida".

O órgão já solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais, mas de acordo com a defensora, o material leva tempo para ser disponibilizado. Ontem, em coletiva, o secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, afirmou que todos os agentes estavam com os equipamentos, mas que as gravações podem ter sido interrompidas, já que as baterias têm duração de 12 horas e a incursão das equipes foi mais longa.

"Essas câmeras estão sendo requisitadas, essas imagens não são mandadas imediatamente. A gente sabe que o acionamento dessas câmeras pode ser no momento do início da operação. Se foi no início, me parece que 12 horas estariam cobertas. Agora, se acionaram antes, e a bateria acabou, isso a gente só vai poder dizer depois do acesso à essas imagens", disse.
Até o momento, a defensoria já atendeu 106 famílias das pessoas mortas na megaoperação policial. Os atendimentos continuam nesta quinta (30) e devem se estender até os próximos dias.

As equipes da força-tarefa foram divididas entre o Complexo da Penha, estacionamento do Detran, Instituto Médico-Legal (IML) e o Hospital Getúlio Vargas. Até o momento, foram realizados o acolhimento inicial das famílias e o atendimento jurídico para os casos de privação de liberdade ou apreensão, obtenção de documento das pessoas mortas, auxílio para a gratuidade de sepultamento, bem como alvará para translado das pessoas mortas para outros estados.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 00:45

Quinta-feira - 00:50 - POLICIAIS DO 29° BPM APRENDEM DROGAS E REALIZAM PRISÃO NO CONDOMÍNIO MINHA CASA MINHA VIDA EM ITAPERUNA. Veja Abaixo

Na tarde desta quarta-feira (29/10/25), por volta das 15:30, os policiais militares do 29° BPM, comandado pelo Coronel PM Fabiano, efetuaram uma ação policial no Condomínio Minha Casa Minha Vida, situado no bairro Boa Fortuna, em Itaperuna/RJ, e realizaram a prisão de um jovem de 23 anos, integrante de uma facção criminosa e apreenderam 129 pinos de cocaína, 01 sacola contendo 340 gramas de cocaína, 137 papelotes de crack, 98 buchas de maconha, 53 buchas de skank, 05 munições calibre .45, marca CBC, 12 munições calibre 38, marca CBC, - 02 balanças de precisão, - 01 rádio transmissor e R$ 119,00 em espécie.

O jovem e todos os materiais ilícitos, foram levados para a 143ª DP - Itaperuna/RJ, onde a ocorrência foi registrada, tendo o acusado ficado preso à disposição da justiça.

REPORTAGEM: MLD / BLOG DO ADILSON RIBEIRO

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Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 00:42

Quinta-feira - 00:44 - MATARAM FILHOS DE PESSOAS DA MINHA IGREJA, MENINOS QUE NUNCA PEGARAM EM UM FUZIL. Assista ao vídeo Abaixo

Meu primo, você ajudou a eleger essas pessoas que hoje estão no poder. Foi preciso acontecer com alguém conhecido pra que você levantasse a voz. Essa chacina foi um escárnio, e há um único responsável: o governador do Estado do Rio de Janeiro. Você, como deputado federal, sabe que o voto é um ato de poder e o mandato é um compromisso com o povo. Fico feliz que você esteja acordando, ainda há tempo de transformar indignação em ação e fazer valer o cargo que o povo te confiou. E deixo claro: não estamos falando de política de direita ou de esquerda. Parafraseando Sueli Carneiro, entre a direita e a esquerda, nós somos pretos, e é dessa dor e dessa luta que eu falo.


Fonte: Luciana Silva

Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 00:36

Vereador Eduardo do Toldo apoia realização do baile “A Noite do Vinil” em benefício à APAE de Itaperuna

O vereador Eduardo do Toldo manifestou apoio à realização do baile “A Noite do Vinil”, evento beneficente promovido em prol da APAE de Itaperuna. Em contato com o Blog do Adilson Ribeiro, o parlamentar parabenizou a iniciativa e destacou a importância da ação solidária para a manutenção das atividades da instituição.

Segundo Eduardo do Toldo, a APAE de Itaperuna presta relevantes serviços à comunidade, oferecendo atendimento e acolhimento a pessoas com deficiência intelectual e múltipla. O vereador ressaltou ainda que eventos como esse ajudam a fortalecer o trabalho social da entidade, contribuindo para que ela se mantenha longe de dificuldades financeiras e possa continuar ampliando seu atendimento.

O baile “A Noite do Vinil” terá toda a renda revertida para a APAE e promete reunir solidariedade, boa música e momentos de confraternização em nome de uma causa nobre.

 

Da Redação do Blog do Adilson Ribeiro

Notícias em Geral · 30 de outubro de 2025 às 00:32

Quinta-feira - 00:33 - FOLHAPRESS FAZ IMAGEM IMPRESSIONANTE DOS MORTOS EM OPERAÇÃO. Assista ao vídeo Abaixo

Imagens obtidas e distribuídas pela Agência FolhaPress mostram mais de 50 corpos sendo levados para a Praça São Lucas, no Complexo da Penha, entre a noite de terça-feira e a manhã desta quarta (29), um dia após a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.

Os corpos teriam sido retirados de uma área de mata entre as comunidades e levados até a praça por moradores, em protesto contra a ação policial.


Fonte: Luiz Bacci

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