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Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 01:30

Sábado - 01:32 - CATADOR DE LIXO É MORTO A TIROS DURANTE BRIGA EM LIXÃO DE ITAPEMIRIM. Veja Abaixo

Um homem de 30 anos foi assassinado a tiros na manhã da última quinta-feira (26), em um lixão no município de Itaipava.
De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu horas depois de a vítima, que era catador de materiais recicláveis, se envolver em uma confusão com dois homens devido a produtos coletados. O suspeito fugiu do local.
Ainda de acordo com a PM, uma mulher procurou os militares pedindo ajuda, informando que o sobrinho havia sido baleado. O homem chegou a receber os primeiros socorros, mas não resistiu e faleceu após dar entrada no Hospital Menino Jesus.
O caso será investigado pela Polícia Civil. O corpo foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal, em Cachoeiro de Itapemirim.
Fonte: Aqui Notícias
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Notícias em Geral · 28 de junho de 2025 às 01:24

Sábado - 01:23 - HOMEM BATE COM CARRO EM CAMINHÃO NA RJ-230 E VAI PARAR DENTRO DE LAGO EM FRENTE A XAMEGO BOM EM BOM JESUS DO ITABAPOANA. Veja Abaixo

Um motorista foi socorrido após colidir com o carro em um caminhão na RJ-230, e cair com o veículo no lago em frente a Xamego Bom, no distrito de Usina Santa Isabel, em Bom Jesus do Itabapoana (RJ).

O acidente ocorreu no inicio da tarde desta quinta-feira (26/06/2025).

Um funcionário da empresa socorreu o motorista, sendo acionada a equipe do Corpo de Bombeiros, que o socorreu sem nenhum ferimento ao Posto Urgência (PU) do Hospital São Vicente de Paulo.

Identificado como Milton, morador do distrito de Carabuçu, ele foi medicado e ganhou alta médica logo em seguida.

Blog Alan Gonçalves / Imagens: Fábio Silva

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Notícias em Geral · 27 de junho de 2025 às 23:38

Sexta-feira - 23:36 - Mãe e padrasto são indiciados por tortura contra filha de 4 anos. Veja Abaixo

Rio - Os policiais da 37ª DP (Ilha do Governador) indiciaram, nesta sexta-feira (27), mãe e padrasto por tentativa de homicídio e tortura contra a filha de 4 anos, que permanece internada em estado grave no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (UFRJ), na Ilha do Fundão, na Zona Norte.
No último dia 6, a menina deu entrada no hospital com quadro de sepse abdominal, perfuração do duodeno e fratura no braço esquerdo, levantando suspeitas de violência doméstica. As investigações revelaram que o padrasto submetia a vítima a rotinas de violência física e psicológica, incluindo agressões com tapas, socos, trancamento em cômodos escuros e ingestão forçada de fezes. A perfuração grave do órgão foi causada por uma joelhada no abdômen.

Mensagens extraídas do celular da mãe apontam que ela sabia das agressões. Em um dos diálogos, ela afirma: "eu vi você dando uma joelhada nela". Em outro momento, reconhece: "ela não para de vomitar um líquido verde… Não posso levar na UPA pra não dar m...”. Para a polícia, a conversa confirma que a mulher optou por não buscar atendimento médico para evitar a prisão do companheiro.
Com base na investigação, a 37ª DP (Ilha do Governador) entendeu que há indícios suficientes de que ambos os responsáveis, agindo por ação ou omissão, contribuíram para o sofrimento físico e psicológico intenso da criança. Com isso, eles foram indiciados por tortura e tentativa de homicídio qualificado, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público do Rio para análise e oferecimento da denúncia. O padrasto foi preso no último dia 16, mas a mãe segue foragida.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 27 de junho de 2025 às 18:01

Sexta-feira - 18:00 - "Estou triste, não consegui salvar Juliana, mas segurei seu corpo a noite inteira", conta alpinista. Veja Abaixo

Ele subiu o Monte Rinjani, na Indonésia, com um grupo de amigos montanhistas, na esperança de encontrar Juliana Marins com vida. Mobilizado por um apelo nas redes sociais, Agam Rinjani tentou salvá-la — mas não conseguiu.

Mesmo assim, ao lado dos mesmos amigos, passou a noite inteira segurando seu corpo à beira de um penhasco de 500 metros, sob chuva e queda de pedras, para que ela não escorregasse ainda mais. Com a voz embargada pela exaustão e pela dor, ele deu entrevista ao Globo:

— Não consegui dormir até agora. É muito triste. Não conseguimos salvá-la. Tinha muita gente ajudando. Ficamos com ela a noite toda na beira de um penhasco. Segurei Juliana para que ela não descesse mais 300 metros. É muito triste — lamentou o alpinista voluntário, considerado um herói por brasileiros comovidos com sua coragem.

Em publicação nas redes sociais, parentes de Juliana Marins afirmam que a jovem poderia ter sobrevivido se o socorro tivesse chegado no tempo previsto e pedem mobilização por justiça

Juliana, de 26 anos, sofreu uma queda enquanto caminhava com um guia pela trilha do vulcão. A comoção no Brasil chegou até o outro lado do mundo e mobilizou, além das equipes oficiais de resgate, voluntários como esse experiente montanhista.

— Vi um post no Instagram, e uma grande movimentação por ela. Na hora, liguei para meus amigos montanhistas e falei: “Vamos lá?” E todos concordaram.

Ele conhece bem o Monte Rinjani. Trabalha há anos no local, já presenciou tragédias semelhantes e afirmou que o resgate de Juliana foi uma das experiências mais duras de sua vida:

—Já vi duas pessoas não resistirem em todo esse tempo que trabalho na montanha. Tem muitos resgates. Amanhã estarei lá de novo. Alguns pontos do monte estão fechados, mas outros não.

Na madrugada, enquanto o corpo era mantido seguro no penhasco, os voluntários ainda não haviam conseguido se alimentar ou buscar atendimento médico.

— Estou machucado, machuquei a perna, e meus colegas alpinistas também se machucaram. Ainda nem conseguimos ir para o hospital. Só conseguimos comer agora, uma hora da manhã aqui.

A bravura do grupo logo se espalhou pelas redes sociais, e o alpinista passou a ser chamado de "anjo" por brasileiros comovidos com sua atitude. Com humildade, ele respondeu:

— Vi que me chamam de anjo no Brasil. Eu agradeço, mas não consegui salvar ela. Vocês me agradecem muito, mas eu que agradeço.

Juliana não sobreviveu. Mas, graças a esse gesto de coragem e solidariedade, seu corpo foi encontrado e devolvido à família. Para o montanhista, fica a frustração de não ter conseguido evitar o pior.

— Não estou feliz. Queria que ela estivesse aqui, e ela não está. Queria salvar Juliana.

Fonte: Folha de Pernambuco

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