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Ainda segundo os investigadores, o suspeito tentou escapar ao perceber a presença da equipe policial, mas foi alcançado e detido. Com ele, os agentes encontraram as chaves de um segundo carro que era utilizado para dar suporte à ação criminosa. O veículo também foi localizado e apreendido para perícia.
As investigações apontam que o homem transportava o carro furtado para um desmanche clandestino, em que as peças seriam desmontadas e comercializadas ilegalmente. A Polícia Civil informou ainda que o preso possui extensa ficha criminal e histórico de envolvimento em crimes patrimoniais, acumulando diversas passagens por furtos de veículos ao longo dos anos.
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Uma cena de violência chocante e revoltante teria transformado a rotina de uma família em um verdadeiro pesadelo. Segundo relato dos familiares, uma criança de apenas 4 anos e sua mãe grávida foram brutalmente agredidas por um vizinho na Rua Sebastião José Neves, no bairro Vinhosa, por volta das 12h30 da última terça-feira (17).
De acordo com a denúncia, mãe e filha saíam de casa para seguir em direção à escola quando foram surpreendidas pelo suspeito, identificado pelos familiares como Aricélio, conhecido pelo apelido de "Aurinho". O homem teria permanecido escondido atrás de um veículo estacionado em frente à residência da família, aguardando o momento em que as vítimas passassem pelo local.
Ainda segundo o relato, a criança, que estava sentada na cadeirinha de uma bicicleta, teria sido atingida com um chute. Em seguida, a mulher grávida teria sido atacada com golpes de porrete na cabeça e no ombro. A violência foi tamanha que ela sofreu cortes na cabeça, perdeu muito sangue e precisou ser internada para receber atendimento médico.
O caso causou indignação entre moradores e familiares, principalmente pelo fato de as vítimas serem uma criança em idade pré-escolar e uma gestante. Além das lesões físicas, as consequências emocionais também preocupam. A menina, segundo a família, estaria traumatizada e com medo de sair de casa, acreditando que poderá ser atacada novamente. A criança deverá passar por acompanhamento psicológico para lidar com o impacto da agressão.
Enquanto a mãe se recupera dos ferimentos e a filha tenta superar o trauma, a família afirma viver dias de medo e insegurança. O motivo é que, segundo os denunciantes, o agressor permanece em liberdade.
O episódio gerou forte comoção e levanta questionamentos sobre a proteção das vítimas e a responsabilização dos envolvidos. O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes para apurar as circunstâncias da agressão e adotar as medidas cabíveis.
*"Uma criança de apenas 4 anos e uma mulher grávida feridas em um ataque violento: uma cena que revolta, comove e deixa uma comunidade inteira em busca de respostas."*