Autor

Cassiane Lessa

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2025 às 17:24

Domingo - 17:24 - China libera 183 empresas do Brasil para exportar café após tarifaço dos EUA. Veja Abaixo

China autorizou 183 empresas brasileiras a exportarem café para o país, segundo a embaixada chinesa no Brasil. O anúncio foi feito no sábado (2) pelas redes sociais.

A medida começou a valer em 30 de julho e beneficia os exportadores brasileiros, que foram afetados pela nova tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última semana.

As novas licenças para exportar café à China têm validade de cinco anos, de acordo com a embaixada.

A nova taxa representa um desafio para exportadores brasileiros, que vendem cerca de 8 milhões de sacas de café por ano aos Estados Unidos. Agora, eles buscam alternativas para os produtos.

China é o maior parceiro comercial do Brasil. Já os Estados Unidos compram grandes volumes de carne bovina, suco de laranja e outros produtos brasileiros, além do café.

Em junho, o Brasil exportou 440 mil sacas de café para os Estados Unidos — quase oito vezes mais que as 56 mil sacas vendidas à China. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Questionados pela Reuters, o Ministério da Agricultura e o Cecafé não comentaram o assunto até a última atualização desta reportagem.

A reportagem não conseguiu contato com a autoridade alfandegária da China.

O Brasil detém cerca de um terço do mercado de café dos EUA, um comércio avaliado em US$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho.

Raio X da exportação — Foto: arte g1

Fonte: g1

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2025 às 17:01

Domingo - 17:01 - Acidente entre bicicleta e caminhão deixa ciclista ferido em Itaperuna. Veja Abaixo

ITAPERUNA - Um acidente envolvendo uma bicicleta e um caminhão foi registrado no final da tarde deste domingo (03/08), no Bairro Aeroporto, na Rua Cel. José Bastos, em frente ao cemitério. De acordo com informações preliminares, o ciclista, um homem ainda não identificado, foi socorrido pela equipe do SAMU e encaminhado para atendimento médico.

Da Redação do Adilson Ribeiro

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2025 às 16:49

Domingo - 16:48 - Quem é a economista que divulgou dados de empregos nos EUA e foi demitida por Trump, irritado com resultado. Veja Abaixo

Donald Trump demitiu na última sexta-feira (1º) – e de forma barulhenta – Erika McEntarfer, líder da agência responsável pelo relatório mensal de empregos dos EUA, cargo que costuma ser exercido longe dos holofotes.

Funcionária pública de longa data, ela foi alvo do descontentamento de Trump após dados divulgados no mesmo dia apontarem desaceleração nas contratações em julho e revisões para baixo em maio e junho (veja mais abaixo os detalhes dos dados)Sem apresentar provas, ele a acusou de manipular números e ressaltou que Erika foi indicada por Joe Biden.

“Precisamos de números de emprego precisos. Ordenei à minha equipe que demitisse essa indicada política de Biden, IMEDIATAMENTE. Ela será substituída por alguém muito mais competente e qualificado”, publicou Trump em sua rede Truth Social.
Erika era líder do Bureau of Labor Statistics (BLS, ou Departamento do Trabalho dos Estados Unidos) há um ano e meio. Erika ocupou o posto devido a sua formação robusta em economia.

Ela já trabalhou no Centro de Estudos Econômicos do Census Bureau, no Departamento do Tesouro (setor de política tributária) e no Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, sempre em funções não políticas.

Além disso, possui bacharelado em Ciências Sociais pela Bard College e doutorado em Economia pelo Virginia Polytechnic Institute and State University (Virginia Tech). Sua linha de pesquisa era focada em perda de emprego, aposentadoria, mobilidade do trabalhador e rigidez salarial.

McEntarfer foi indicada em 2023 para chefiar o BLS, sendo recomendada pelo Comitê do Senado de Saúde, Educação, Trabalho e Previdência para votação no plenário. Em janeiro do ano seguinte, por uma votação de 86 a 8 no Senado americano, ela foi confirmada ao posto.

Entre os senadores republicanos que votaram para confirmá-la estavam, por exemplo, JD Vance (agora vice-presidente de Trump) e Marco Rubio (atualmente secretário de Estado).

Um grupo chamado Friends of the BLS, composto por ex-comissários, membros de associações estatísticas e economistas credenciados, afirmou que a formação de McEntarfer a tornava uma excelente escolha para o cargo.

“As várias razões para confirmar rapidamente McEntarfer como nova líder do BLS se resumem a isto: a agência, assim como o sistema estatístico inteiro, atravessa um período intenso de mudanças, e a vasta experiência de pesquisa e estatística dela a habilita a ser a líder que o departamento precisa para enfrentar esses desafios”, escreveram.

Antigos colegas criticam sua demissão


William Beach, ex-líder do BLS – nomeado por Trump em 2019 e que ficou no cargo até 2023 durante a administração de Joe Biden –, afirmou que a demissão dela é “sem fundamento” e disse em uma postagem na rede X (antigo Twitter) que ela “estabelece um precedente perigoso e mina a missão estatística da agência”.

A ex-economista-chefe do Departamento do Trabalho, Sarah J. Glynn, disse que Erika sempre explicava com clareza os dados do BLS, corrigindo interpretações equivocadas e evitando opinar sobre como o governo deveria apresentá-los.

“Ela tinha uma reputação impecável como alguém preocupada com a exatidão dos dados, e não como alguém que dá conotação política ao seu trabalho”, afirmou Glynn.

Heather Boushey, pesquisadora sênior da Universidade Harvard, trabalhou com Erika no Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca e disse que ela nunca falava sobre política no trabalho.

“Ela aparecia diariamente focada na melhor análise e na melhor abordagem do campo dela, sem se envolver com política. Foi isso que vi repetidamente. Ela é brilhante e respeitada entre economistas” disse Boushey. “Erika não vinha ao meu escritório para falar de política nem das implicações políticas de nada. Definitivamente não participava desse tipo de discussão.”

Preocupações com os dados

A Secretaria de Estatísticas Trabalhistas divulgou que a economia dos EUA criou apenas 73 mil empregos em julho. Mais impressionantes, porém, foram as revisões para baixo dos meses anteriores, que mostraram 258 mil empregos a menos em maio e junho do que os dados inicialmente reportados.

A taxa de desemprego subiu para 4,2% em julho, e o país criou apenas 73 mil novas vagas no mês — abaixo das expectativas dos analistas.

Um funcionário da administração Trump, que pediu anonimato, disse que, embora todos os dados econômicos tenham certa variação, a Casa Branca está insatisfeita com o tamanho das revisões recentes e com a queda nas respostas às pesquisas. O problema, segundo ele, começou durante a pandemia de COVID e não foi resolvido desde então.

“Existem esses problemas subjacentes que estão se acumulando há anos e que não foram corrigidos”, disse o funcionário. “Os mercados, as empresas e o governo precisam de dados precisos e, tipo, simplesmente não estávamos recebendo isso.”
A agência estatística já reduziu a coleta de dados para os relatórios de preços ao consumidor e ao produtor, alegando limitações de recursos. A pesquisa de emprego é baseada em cerca de 121 mil empresas e agências governamentais, representando aproximadamente 631 mil locais de trabalho.

A taxa de resposta caiu de 80,3% em outubro de 2020 para cerca de 67,1% em julho, segundo dados da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos.

Uma pesquisa da Reuters no mês passado revelou que 89 de 100 principais especialistas em políticas tinham ao menos alguma preocupação com a qualidade dos dados econômicos dos EUA, com a maioria também preocupada com a falta de ação urgente das autoridades para enfrentar o problema.

Além das preocupações com os dados de emprego, cortes de pessoal no BLS também resultaram em redução na abrangência da coleta de dados para o Índice de Preços ao Consumidor — um dos indicadores mais importantes da inflação nos EUA, acompanhado de perto por investidores e formuladores de políticas ao redor do mundo.

A atitude de Trump gerou receios de que a política possa passar a influenciar a coleta e divulgação de dados econômicos.

“Politizar estatísticas econômicas é um ato autodestrutivo”, disse Michael Madowitz, economista-chefe do Roosevelt Institute's Roosevelt Forward.

“A credibilidade é muito mais fácil de perder do que de reconstruir, e a credibilidade dos dados econômicos dos EUA é a base sobre a qual construímos a economia mais forte do mundo. Cegar o público sobre o estado da economia tem um histórico conhecido — e nunca termina bem.”

Fonte: g1

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Notícias em Geral · 03 de agosto de 2025 às 16:11

Domingo - 16:11 - Planos de saúde começam a atender pacientes do SUS. Veja Abaixo

Dívidas com o governo serão convertidas em consultas, exames e cirurgias para pacientes que estão na fila do SUS
O Ministério da Saúde começa a cadastrar, nesta sexta-feira (1º/8), as operadoras de planos de saúde que farão atendimentos de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) na rede privada. A mudança faz parte do programa Agora tem especialistas, pensado para diminuir as filas de espera por consultas com especialidades médicas, como oncologia e ginecologia.Compre vitaminas e suplementos

A iniciativa do Ministério da Saúde permite que as operadoras de saúde suplementar paguem parte de suas dívidas com o governo fazendo essa prestação de serviços. No primeiro ciclo, cerca de R$ 750 milhões em débitos serão convertidos em atendimentos especializados.

As operadoras poderão atuar em seis áreas prioritárias: oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, ginecologia e otorrinolaringologia. A escolha dos serviços a serem ofertados vai respeitar os gargalos indicados por estados e municípios, pensando em diminuir as maiores filas de cada região.

Como vai funcionar o atendimento aos pacientes?

Planos de saúde voluntários poderão atender pacientes do SUS, convertendo dívidas em consultas, exames e cirurgias.

O atendimento privilegiará seis áreas com carência grave: oncologia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, cardiologia e ginecologia.

Os planos devem aderir a um edital da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e comprovar capacidade operacional de mais de 100 mil atendimentos por mês para participar.
Não serão os pacientes que marcarão suas consultas. Estados e municípios vão poder avaliar as áreas prioritárias de atendimento para reduzir suas filas.

O atendimento aos pacientes do SUS na rede privada será gratuito, mantendo a característica de gratuidade do sistema público de saúde.

Uma plataforma eletrônica integrará dados dos atendimentos na rede pública e no privada no app Meu SUS Digital para acelerar o diagnóstico e permitir que o paciente seja corretamente acompanhado.

O pagamento não será por atendimento. As operadoras receberão certificados de ressarcimento após concluir “combos de cuidado” (pacotes de consulta, exame e tratamento), que geram abatimento de dívida.

As marcações das consultas não serão feitas diretamente pelos pacientes. Eles serão atendidos por meio de encaminhamentos do SUS. O sistema público seguirá organizando as filas, definindo onde e quando o usuário poderá ser atendido por uma clínica ou hospital da rede privada conveniada ao programa.Play VideoCompre vitaminas e suplementos

“O que estamos valorizando nesse mecanismo é saber onde estão os médicos especialistas, onde estão os equipamentos, e levar o paciente do SUS a esses locais. As dívidas que antes iam para o Fundo Nacional de Saúde, mas não se convertiam em atendimento, agora viraram ações concretas para reduzir tempo de espera por atendimento e dar dignidade a quem mais precisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, quando anunciou o programa, na segunda-feira (28/7).

Segundo o Ministério da Saúde, os pagamentos às operadoras não serão feitos por serviço individual. A remuneração dependerá da entrega de pacotes completos, que envolvem consulta, exames complementares e, quando necessário, procedimentos cirúrgicos.
Exigências para operadoras e fiscalização ativa

Para aderir ao programa, os planos precisam comprovar estrutura técnica e operacional adequada. A regra exige a realização mínima de 100 mil atendimentos por mês, podendo cair para 50 mil em áreas de menor cobertura assistencial.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) manterá a fiscalização sobre as operadoras, e os beneficiários dos planos de saúde não serão prejudicados pela iniciativa, de acordo com Carla de Figueiredo Soares, presidente da ANS.

“Não há qualquer espaço para que operadoras deixem de atender sua carteira de clientes para priorizar o SUS. Pelo contrário: é do interesse das operadoras que aderirem ao programa ampliar sua capacidade de atendimento, beneficiando tanto os usuários dos planos quanto os pacientes do SUS”, esclareceu.

As instituições com mais de R$ 10 milhões de dívida podem trocar até 30% desse valor por atendimento a pacientes do SUS. Nos casos de dívidas entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões, 40% do valor poderá ser trocado. Se a dívida for menor do que R$ 5 milhões por estabelecimento, até 50% do débito poderá ser trocado por serviço com a emissão de créditos financeiros por ano.
Especialistas apontam vantagens e limitações

Segundo o médico Darizon Filho, professor de saúde preventiva e coordenador do MedCof, a proposta representa solução prática para o problema crônico das filas no SUS e para o ressarcimento devido pelas operadoras, mas que não deve ser duradoura.Compre vitaminas e suplementos
“Essa medida pode ajudar a reduzir as filas, principalmente neste primeiro momento. Porque vai acontecer um aumento de oferta de vagas para atenção especializada, para consultas e procedimentos junto com especialistas, o que é de fato um gargalo atual no Sistema Único de Saúde. Agora, se isso é duradouro, a gente não pode dizer, porque existe uma dívida acumulada. Uma vez que ela for sanada, mesmo que seja através da prestação de serviços pelos planos de saúde, a gente não sabe se isso deve continuar”, afirma o especialista.

O advogado Pedro Stein, vice-presidente da Comissão de Direito Médico da 3ª Subseção da OAB/ES, vê na proposta uma medida com potencial de impacto positivo, mas alerta para os desafios na execução.
“A medida não altera diretamente os direitos dos usuários dos planos, mas pode gerar efeitos colaterais, como o aumento do tempo de espera para consultas em especialidades com poucos profissionais. A proposta é interessante, mas sua eficácia depende de fiscalização rígida e da transparência na execução por parte dos entes públicos e das operadoras”, avalia.

Segundo especialistas, a viabilidade da medida dependerá do bom funcionamento do SUS Digital, do engajamento das operadoras e da capacidade dos municípios em regular os fluxos de atendimento. A avaliação do impacto, conclui o Ministério, será contínua.

Fonte: Metrópoles

Notícias em Geral · 03 de agosto de 2025 às 15:35

Domingo - 15:34 - Homem é preso por atirar em duas pessoas após discussão em churrasquinho. Veja Abaixo

Campos dos Goycatacazes, RJ - Uma discussão terminou com dois homens baleados e um preso no final da tarde deste sábado (02), no churrasquinho do Mercado Municipal, na Rua Tenente Coronel Cardoso (Formosa), na área central de Campos.

Policiais do Segurança Presente que passavam pelo local ouviram disparos e conseguiram localizar o autor dos tiros, que corria na Avenida José Alves Azvedo (Beira-Valão). Com o acusado de iniciais G.S.C., de 62 anos, foi encontrado um revólver calibre 38 com quatro cápsulas deflagradas.

Os dois baleados de iniciais B.O.S., de 37 anos, e C.J.R.B, de 30 anos, foram levados para o Hospital Ferreira Machado. Eles não correm risco de vida. Um foi baleado na perna e outro nas nádegas.

O autor dos tiros tem antecedentes criminais, segundo a Polícia, por ameaça, lesão corporal culposa provocada por colisão de veículo, posse irregular de arma de fogo e lesão corporal culposa provocada por atropelamento. Ele foi autuado na 134ª DP/Centro e permaneceu preso.

Fonte: Campos 24h

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