Autor

Cassiane Lessa

Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 16:51

Sábado - 16:50 - Concurso do Ibama será aplicado neste domingo em todas as capitais. Veja Abaixo

As provas objetivas e a prova discursiva do concurso do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) serão aplicadas neste domingo (6) nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. A banca organizadora é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Os candidatos concorrem a dois cargos – analista ambiental e analista administrativo. As provas serão à tarde, no horário oficial de Brasília:
  • 12h – abertura dos portões;
  • 13h – fechamento dos portões;
  • 13h30 – início das provas;
  • tempo de aplicação da prova: 4 horas e 30 minutos.

A consulta do local das provas objetivas e discursiva pode ser feita no site do Cebraspe, com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do candidato.

Orientações

O Cebraspe orienta o candidato a verificar o local de prova com antecedência para evitar imprevistos no dia da prova.

O candidato deverá comparecer ao exame com o documento de identidade original, caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente e o comprovante de inscrição.

Não são considerados documentos de identidade para entrar na sala de aplicação das provas: certidões de nascimento, CPF, títulos eleitorais, carteiras de estudante e carteiras funcionais sem valor de identidade.

Outra recomendação é que o candidato não leve nenhum dos seguintes objetos para sala onde fará as provas, sob pena de ser eliminado do concurso:


  • Aparelhos eletrônicos: celulares, tablets, relógios, fones de ouvido, calculadoras;

  • Materiais de escrita: lápis, lapiseira, borracha, marca-texto;

  • Acessórios: chapéus, bonés, gorros, óculos escuros, protetor auricular;

  • Recipientes não transparentes: garrafas de água, embalagens de alimentos;

  • Armas brancas: facas, tesouras, canivetes.


Provas


As provas objetivas do concurso do Ibama são eliminatórias e classificatórias, valendo 120 pontos, distribuídos em 120 questões entre conhecimentos básicos e específicoscomo descrito no edital.


No modelo de provas do Cebraspe, cada questão tem apenas duas opções de resposta: certo (C) ou errado (E).

Se o candidato acertar, marca um ponto e cada erro resulta na perda de um ponto. Caso o candidato marque as duas alternativas ou deixe a questão em branco, a pontuação é nula.

A prova de redação do Ibama deve ter até 30 linhas com tema relacionado aos conhecimentos do cargo de inscrição. A prova discursiva vale até 20 pontos.

Concurso


Ao todo, o processo seletivo oferece 460 vagas para cargos de nível superior, sendo 330 para analista ambiental da carreira de especialista em meio ambiente e outras 130 vagas para analista administrativo, distribuídas para as 27 unidades da federação.

A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, com remuneração de R$ 9.994,60 para todos os cargos. Há a possibilidade de receber gratificação de qualificação para curso de especialização (R$ 464), mestrado (R$ 922) ou doutorado (R$ 1.387).


O candidato aprovado poderá ser lotado em qualquer unidade do Ibama, dentro da unidade da federação onde concorreu à vaga, a critério do instituto.
“A classificação obtida pelo candidato aprovado no concurso não gera para si o direito de escolher a unidade de seu exercício”, detalha o edital.

Nos primeiros 36 meses a partir da entrada no cargo, o candidato não poderá ser removido, a menos que por interesse da administração do Ibama.

Fonte: Agência Brasil.

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Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 16:26

Sábado - 16:25 - Forte chuva atinge Petrópolis e provoca inundações. Veja Abaixo

A forte chuva que atinge Petrópolis, neste sábado (05), vem provocando inundações em diferentes pontos da cidade. O município está em estágio de Atenção, tendo em vista a ocorrência de chuva forte no município.

Previsão meteorológica: um sistema de baixa pressão no oceano associado a instabilidades atmosféricas influenciam as condições de tempo no município de Petrópolis ocasionando chuva moderada a forte.

A Defesa Civil recomenda que a população permaneça atenta às próximas atualizações.

Créditos Sapucaia Mil Gral
Fonte: Aperibé Urgente

 


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Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 16:12

Sábado - 16:12 - Vídeo: Funcionário fica ferido em acidente na plataforma da bacia de Campos. Veja Abaixo

A empresa responsável pelo serviço informou que o homem encontra-se estável
 

Um funcionário ficou ferido em um acidente registrado na noite dessa sexta-feira (04), na plataforma P-53, localizada na costa de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense. A vítima teria sido atingida durante uma movimentação de cargas. Confira o vídeo abaixo:

Em nota, a empresa responsável informou que apesar da gravidade do acidente ocorrido durante uma operação de movimentação de carga, o colaborador envolvido encontra-se estável e está sendo monitorado pela equipe de saúde.

“Ele recebeu atendimento imediato e segue em acompanhamento, com toda a assistência necessária para ele e sua família e respeitando sua privacidade e a de seus familiares”, diz a nota.

Fonte: NF Notícias

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Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 15:10

Sábado - 15:10 - Desinformação sobre autismo no Telegram cresceu 150 vezes em seis anos. Veja Abaixo

Nos últimos seis anos, o volume de desinformação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceu mais de 150 vezes nas comunidades da América Latina e do Caribe do aplicativo de mensagens instantâneas Telegram. E ele foi ainda mais intenso nos primeiros anos da pandemia do novo coronavírus, quando apresentou um crescimento de 635%.

Os dados fazem parte do estudo Desinformação sobre Autismo na América Latina e no Caribe, elaborado pelo Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas, da Fundação Getulio Vargas, e pela Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil).

Segundo o estudo, o volume de publicações com informações equivocadas sobre o autismo dentro das comunidades conspiratórias apresentou crescimento exponencial nos últimos anos. Em janeiro de 2019, havia apenas quatro postagens mensais sobre o tema, número que saltou para 35 em janeiro de 2020 e chegou ao pico de 611 postagens mensais em janeiro de 2025, crescimento de 15.000%.

pesquisa analisou mais de 58 milhões de conteúdos publicados entre os anos de 2015 e 2025 em 1.659 grupos conspiratórios sobre o autismo em 19 países da América Latina e do Caribe. Mais de 5 milhões de usuários estavam inseridos nessas comunidades que, segundo os pesquisadores, são relacionadas a movimentos antivacina e de negacionismo climático e terraplanismo.

“A pandemia da covid-19 foi um marco no comportamento digital e na circulação de desinformação. A crise sanitária gerou medo, incerteza e uma demanda intensa por explicações - muitas vezes, em ambientes de baixa confiança institucional", afirma o coordenador do estudo, Ergon Cugler, em entrevista à Agência Brasil.

"Grupos que antes se restringiam a temas antivacina passaram a incorporar o autismo como nova frente de pânico moral. O que começava como desinformação durante a pandemia foi ganhando tração e se consolidou como um fluxo contínuo de teorias perigosas”, completou Cugler, que é autista, e pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Desordem Informacional e Políticas Públicas (DesinfoPop/FGV).

Segundo o estudo, quase 47,3 mil mensagens publicadas nesses grupos traziam informações incorretas ou enganosas sobre o Transtorno do Espectro Autista. O Brasil concentrou quase metade de todo esse conteúdo conspiratório sobre autismo que circulou pelo Telegram no período.

“Infelizmente, o Brasil está em primeiro lugar no continente no que diz respeito à desinformação sobre autismo nessas comunidades do Telegram. As comunidades brasileiras de teorias da conspiração somam 46% dos conteúdos sobre autismo no continente, totalizando 22.007 publicações, alcançando potencialmente até 1.726.364 usuários e somando exatas 13.944.477 visualizações."

"A Argentina, México, Venezuela e Colômbia também ocupam posição de destaque dentre os países que mais produzem e consomem conteúdos conspiracionistas sobre autismo no Telegram”, afirmou Cugler.

Nesses grupos do Telegram, os pesquisadores encontraram mais de 150 causas incorretas ou mentirosas sobre o TEA que apontavam como agentes responsáveis pelo autismo: a radiação das redes 5G, vacinas, inversão do campo magnético da Terra, consumo de Doritos e até chemtrails [falsa crença que os rastros deixados por alguns aviões no céu são, na verdade, agentes químicos ou biológicos].

Também foram encontradas 150 falsas curas do autismo, algumas delas defendendo o uso de produtos ineficazes e até perigosos “como solução milagrosa”. Alguns dos métodos defendidos nesses grupos como cura para o autismo não tinham nenhuma comprovação científica e poderiam colocar pessoas em risco, provocando danos irreversíveis à saúde. Segundo a pesquisa, essas promessas de cura são vendidas principalmente por influenciadores e grupos que exploram emocional e financeiramente os cuidadores, transformando a desinformação em negócio.

“Muitas dessas ‘terapias’ são comercializadas pelos próprios autores das postagens, transformando o desespero de famílias em negócio”, afirmou Guilherme de Almeida, autista, coautor do estudo e presidente da Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil).

O especialista também aponta uma instrumentalização da fé, com promessas de cura pela espiritualidade e incentivos ao abandono de tratamentos médicos, reforçando a culpa sobre pais e cuidadores. Ainda segundo ele, as teorias sobre autismo não estão isoladas.

"Articulam-se com discursos antivacina, nova ordem mundial, negacionismo científico e um caldo ideológico anti-institucional. O estudo mostra como essas redes se organizam, criam sentido, alimentam desconfiança e capitalizam em cima da angústia coletiva”, reforçou.

Uma combinação de estratégias é usada por essas comunidades do Telegram para espalhar a desinformação, destacou Cugler. “Primeiro, elas atuam como bolhas de reforço, ou seja, espaços onde os membros compartilham e comentam entre si as mesmas ideias, criando uma sensação de validação mútua. Em segundo lugar, elas exploram intensamente a linguagem da ciência, usando termos técnicos fora de contexto para dar aparência de credibilidade às teorias", explicou.

"Por fim, muitos desses grupos funcionam com estratégias típicas de marketing digital: constroem narrativas de medo seguidas da oferta de soluções ‘milagrosas’, vendendo produtos como dióxido de cloro, terapias alternativas e até cursos de ‘desparasitação’ do intestino. Em muitos casos, o mesmo perfil que espalha desinformação também lucra com a venda dessas soluções, o que mostra uma engrenagem organizada de exploração da desinformação como negócio”, completou Cugler.

Caminhada sobre o autismo movimenta cidades brasileiras. Foto - Tânia Rêgo/Arquivo Agência Brasil

Almeida alerta que essa desinformação é organizada para servir a interesses. “A desinformação sobre autismo não é inofensiva nem aleatória: ela alimenta um sistema altamente lucrativo. Criou-se uma lógica cultural que naturaliza o autismo como problema a ser corrigido, legitimando uma cadeia de intervenções contínuas que movimenta universidades, certificadoras, clínicas e cursos e algumas grandes ‘corporações da deficiência’", disse.

De acordo com Almeida, o estudo é a ponta do iceberg de uma indústria operada entre desinformação e lucro, na qual falsas causas e curas são vendidas por quem espalha as mentiras. Essa estratégia não apenas explora financeiramente as famílias, mas também legitima práticas pseudocientíficas e desvia recursos públicos.

"O medo, a culpa e a esperança são convertidas em consumo - e o consumo, em lucro. Não se trata de casos isolados. Estamos diante de um complexo articulado entre economia, política e cultura. A desinformação cumpre papel central nesse jogo: ela abre caminho para o negócio da intervenção e reforça uma lógica onde a existência autista só tem valor se puder ser ‘melhorada’ ou ‘curada’”, observou o presidente da Autistas Brasil.

Riscos

A desinformação, alerta Almeida, gera muitos riscos à sociedade. Além de aumentar os estigmas e a discriminação sobre o TEA, ela também pode comprometer o diagnóstico do transtorno.


Grupos se manifestam em Brasília contra o preconceito sobre o autismo. Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

Grupos se manifestam em Brasília contra o preconceito sobre o autismo. Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil
“A desinformação sobre o autismo gera riscos profundos e estruturais: compromete diagnósticos precoces, atrasa o acesso a direitos, favorece tratamentos ineficazes ou até perigosos e reforça estigmas que isolam ainda mais as pessoas autistas", afirma Almeida.
"Alimentada por teorias conspiratórias e interesses comerciais, ela distorce o entendimento público e empurra famílias para soluções milagrosas vendidas por charlatões, em vez de apoios baseados em evidências. Além disso, desvia recursos públicos e privados para práticas pseudocientíficas, enfraquecendo políticas públicas sérias e perpetuando a lógica do autismo como tragédia a ser remediada, em vez de uma condição a ser compreendida e incluída”, explicou.

Um dos aspectos mais preocupantes é que a desinformação acaba levando as pessoas a abandonar os tratamentos oferecidos pelo sistema de saúde, reforça Cugler.

“É um ciclo que afeta diretamente a saúde pública, porque leva pessoas a abandonar o sistema de saúde e adotar práticas sem qualquer respaldo científico - muitas vezes perigosas. Não é apenas uma ameaça informacional: é uma ameaça concreta à integridade física e emocional de famílias inteiras”, acrescentou.

Combate à desinformação


Os pesquisadores defendem que, para combater essa desinformação, são necessárias não só políticas públicas voltadas ao autismo como também informação. Almeida destacou que as pessoas devem sempre desconfiar de conteúdos que circulam em redes sociais, principalmente quando há forte apelo emocional e nenhuma comprovação científica. “Em tempos de mercadores da esperança, proteger-se da desinformação é também um ato de cuidado”, garantiu.

Cugler argumenta que é preciso também responsabilizar criminalmente quem está lucrando com a desinformação e exigir um posicionamento mais responsável das plataformas de redes sociais, que deveriam limitar a circulação de conteúdos que são prejudiciais à saúde pública. Outro aspecto importante nesse processo, diz ele, é a educação “para fortalecer a capacidade crítica diante da desinformação”.


Procurado pela Agência Brasil, o Telegram não se manifestou sobre o estudo.

O que é o TEA

O Transtorno de Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, podendo envolver outras questões como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas.

Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), uma em cada 160 crianças em todo o mundo tem transtorno do espectro autista, mas a organização reforça que esse dado representa um valor médio e que pesquisas têm apontado números significativamente maiores.A Associação Nacional para Inclusão das Pessoas Autistas (Autistas Brasil) estima que cerca de 5,6 milhões de pessoas tenham sido diagnosticadas como autistas no Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 14:50

Sábado - 14:50 - Bombeiros usam barco para resgatar cabra em rua alagada em Petrópolis. Veja Abaixo

O Corpo de Bombeiros utilizou um barco para resgatar uma cabra na Rua Coronel Veiga, em Petrópolis, alagada pelas chuvas. A via segue interditada para veículos desde a manhã de sábado (5/4).

A chuva continua intensa na cidade. Sirenes foram acionadas e pontos de apoio estão abertos. A Defesa Civil orienta a população a manter-se atenta aos alertas.

Fonte: Serra News

Notícias em Geral · 05 de abril de 2025 às 14:39

Sábado - 14:39 - Dia do Portador da Doença de Parkinson: a importância do diagnóstico precoce. Veja Abaixo

A Doença de Parkinson é a segunda patologia degenerativa, crônica e progressiva do sistema nervoso central mais frequente no mundo, atrás apenas do Alzheimer. Para a coordenadora técnica do Centro de Referência da Doença de Alzheimer e Parkinson (CDAP), médica geriatra Deborah Casarsa, neste Dia Nacional do Portador da Doença de Parkinson, celebrado nesta sexta-feira, 4 de abril, disseminar informações para que as pessoas procurem o serviço para um diagnóstico precoce e melhor tratamento da enfermidade, são cruciais. Em Campos, atualmente, 890 pacientes são cadastrados com a doença no programa.

A especialista explica que a patologia é uma condição que afeta a motricidade, caracterizada principalmente pela bradicinesia (lentidão dos movimentos), rigidez muscular e dificuldades de estabilidade postural, o que aumenta o risco de quedas. Embora o tremor de repouso seja um sintoma conhecido, a bradicinesia é considerada o mais importante. Além desses sintomas, os pacientes podem apresentar problemas não motores, como depressão; constipação; sonhos vívidos; apatia de face e tendência a engasgos em estágios moderados a avançados da doença.

“O tratamento emocional para pacientes com doença de Parkinson é de extrema importância, porque ao contrário dos pacientes com Alzheimer, aqueles com Parkinson mantêm lucidez e compreendem sua condição, o que pode tornar a experiência mais difícil emocionalmente. Portanto, é essencial que a equipe interdisciplinar trabalhe de forma integrada para garantir o sucesso do tratamento e oferecer suporte adequado ao paciente”, informou a coordenadora

Deborah destaca que o diagnóstico precoce facilita um melhor tratamento, com a medicação correta, fazendo a reposição dopaminérgica adequada sem causar toxicidade a esses pacientes. Ela salienta que o tratamento não se limita apenas aos medicamentos, aliando à prática da fisioterapia motora contínua, terapia ocupacional e atividade física, o que ajuda na melhora do equilíbrio, parte cognitiva, força física e resgate da autonomia e autoestima. “Essas técnicas mais assertivas, impactam diretamente no benefício do tratamento dessa doença”, reiterou.

O Centro de Referência da Doença de Alzheimer e Parkinson funciona na Rua Primeiro de Maio, nº 43, Centro. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h e os pacientes devem ser encaminhados através de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e clínicas particulares. “Nós contamos com uma equipe interdisciplinar que atua no tratamento da doença de Parkinson, composta por neurologista, geriatra, psiquiatra, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional. O foco é promover um trabalho colaborativo para oferecer o melhor cuidado aos pacientes”, finalizou.

Fonte: Secom

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