Autor

Vanessa Gualandi

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Notícias em Geral · 16 de abril de 2020 às 16:35

Quinta Feira - 16:35 - Bolsonaro demite Mandetta e escolhe Nelson Teich para substitui-lo na Saúde. Veja Abaixo

Desde o início da crise do coronavírus, ministro e presidente vinham se desentendendo.
Mandetta e Bolsonaro tem se desentendido sobre a melhor estratégia de combate à Covid-19.

Após semanas de desavenças, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nesta quinta-feira, 16. O oncologista Nelson Teich vai assumir o cargo. O anúncio deve ser feito ainda hoje.

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Teich se reuniu com o presidente pela manhã, quando, segundo interlocutores do presidente, causou boa impressão.

Desde o início da crise do coronavírus, ministro e presidente vinham se desentendendo sobre a melhor estratégia de combate à doença. Enquanto Bolsonaro defende flexibilizar medidas como fechamento de escolas e do comércio para mitigar os efeitos na economia do País, permitindo que jovens voltem ao trabalho, o agora ex-ministro manteve a orientação da pasta para as pessoas ficarem em casa. A recomendação do titular da Saúde segue o que dizem especialistas e a Organização Mundial de Saúde (OMS), que consideram o isolamento social a forma mais eficaz de se evitar a propagação do vírus.

Os dois também divergiram sobre o uso da cloroquina em pacientes da covid-19. Bolsonaro é um entusiasta do medicamento indicado para tratar a malária, mas que tem apresentado resultados promissores contra o coronavírus. Mandetta, por sua vez, sempre pediu cautela na prescrição do remédio, uma vez que ainda não há pesquisas conclusivas que comprovem sua eficácia contra o vírus

As últimas atitudes do ex-auxiliar elevaram a temperatura do confronto e, na visão de auxiliares, o estopim da nova crise foi a entrevista dada por Mandetta ao programa Fantástico, da Rede Globo, na noite de domingo. O tom adotado pelo ministro foi considerado por militares do governo e até mesmo por secretários estaduais da Saúde como uma “provocação” ao presidente.

Na terça-feira, em entrevista da série “Estadão Live Talks”, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que Mandetta "cruzou a linha da bola” quando disse, no domingo, que a população não sabe se deve acreditar nele ou em Bolsonaro. “Cruzar a linha da bola é uma falta grave no polo. Nenhum cavaleiro pode cruzar na frente da linha da bola”, explicou o vice. “Ele fez uma falta. Merecia um cartão”, continuou Mourão.

O ministro admitiu a auxiliares ter cometido um erro estratégico e que tentaria nos próximos dias sair do foco da crise. Auxiliares do presidente observam que Bolsonaro só não dispensou o ministro ainda porque faz um cálculo pragmático.

Interlocutores dos dois lados afirmam que tanto Mandetta como Bolsonaro estão calculando a melhor forma de troca no ministério. Ambos querem fugir do ônus da mudança de comando da saúde em plena covid-19.

Pesquisas mostram que Mandetta, hoje, ique Mandetta, nesta quinta-feira, 16. O oncologista Nelson Teich vai assumir o cargo. O anúncio deve ser feito ainda hoje.

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Teich se reuniu com o presidente pela manhã, quando, segundo interlocutores do presidente, causou boa impressão.

Desde o início da crise do coronavírus, ministro e presidente vinham se desentendendo sobre a melhor estratégia de combate à doença. Enquanto Bolsonaro defende flexibilizar medidas como fechamento de escolas e do comércio para mitigar os efeitos na economia do País, permitindo que jovens voltem ao trabalho, o agora ex-ministro manteve a orientação da pasta para as pessoas ficarem em casa. A recomendação do titular da Saúde segue o que dizem especialistas e a Organização Mundial de Saúde (OMS), que consideram o isolamento social a forma mais eficaz de se evitar a propagação do vírus.

Os dois também divergiram sobre o uso da cloroquina em pacientes da covid-19. Bolsonaro é um entusiasta do medicamento indicado para tratar a malária, mas que tem apresentado resultados promissores contra o coronavírus. Mandetta, por sua vez, sempre pediu cautela na prescrição do remédio, uma vez que ainda não há pesquisas conclusivas que comprovem sua eficácia contra o vírus

As últimas atitudes do ex-auxiliar elevaram a temperatura do confronto e, na visão de auxiliares, o estopim da nova crise foi a entrevista dada por Mandetta ao programa Fantástico, da Rede Globo, na noite de domingo. O tom adotado pelo ministro foi considerado por militares do governo e até mesmo por secretários estaduais da Saúde como uma “provocação” ao presidente.

Na terça-feira, em entrevista da série “Estadão Live Talks”, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que Mandetta "cruzou a linha da bola” quando disse, no domingo, que a população não sabe se deve acreditar nele ou em Bolsonaro. “Cruzar a linha da bola é uma falta grave no polo. Nenhum cavaleiro pode cruzar na frente da linha da bola”, explicou o vice. “Ele fez uma falta. Merecia um cartão”, continuou Mourão.

O ministro admitiu a auxiliares ter cometido um erro estratégico e que tentaria nos próximos dias sair do foco da crise. Auxiliares do presidente observam que Bolsonaro só não dispensou o ministro ainda porque faz um cálculo pragmático.

Interlocutores dos dois lados afirmam que tanto Mandetta como Bolsonaro estão calculando a melhor forma de troca no ministério. Ambos querem fugir do ônus da mudança de comando da saúde em plena covid-19.

Pesquisas mostram que Mandetta, hoje, é mais popular que Bolsonaro e sua demissão, neste momento, poderia agravar a crise. Por isso a solução caseira, de manter Gabbardo no comando da pasta, passou a ser cogitada.

Em conversas reservadas, Mandetta já chegou a confidenciar que só não tomou a iniciativa de deixar o governo antes por receio de ficar com o ônus de quem abandonou “o barco” – ou “o paciente”, como tem dito – no momento mais dramático.

Correiobraziliense

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Notícias em Geral · 16 de abril de 2020 às 11:56

Quinta Feira - 11:55 - CORONAVÍRUS - Instituto Mauá de Tecnologia prorroga inscrições para o Desafio Acadêmico para combate à Covid-19. Veja Abaixo

Os interessados podem enviar as propostas e ideias por e-mail até 21 de abril

São Paulo, abril de 2020 – Com o intuito de promover soluções frente à crise gerada pelo novo coronavírus, o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) prorroga as inscrições para o “Desafio Acadêmico Mauá contra o Coronavírus”. Os interessados, alunos ou não, podem mandar as propostas e ideias por e-mail até 21 de abril.
O objetivo do desafio é fomentar e estimular boas ideias, conceitos, análises, estudos, propostas e soluções para problemas e necessidades que surgiram ou vêm se apresentando neste período de pandemia mundial causada pelo novo coronavírus.

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“A participação no desafio já está aberta a toda a comunidade interna (alunos, colaboradores e egressos), assim como à comunidade externa. Cada participante poderá enviar quantas propostas desejar, de forma individual ou em equipes, sendo necessário que ao menos um membro da equipe seja estudante ou colaborador do IMT”, explica Claudia Facca, coordenadora do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia.

A coordenadora ainda lembra que o participante pode enviar o projeto em texto, gráfico, desenho feito a mão ou no computador, infográfico, podendo ser um produto ou até mesmo serviço para conectar pessoas que precisam ser atendidas. “Não precisa ser sofisticado, o importante é a gente entender a proposta. Uma vez que temos muitas empresas parceiras, podemos oferecer alguns desses projetos, desde que o autor permita, para tentar torná-los viáveis”, conclui Claudia.
Serviço
Desafio Acadêmico Mauá contra o Coronavírus
Data: Envio de projetos até 21 de abril
Objetivo: Fomentar ideias, assim como à comunidade externa. Cada participante poderá enviar quantas propostas desejar, de forma individual ou em equipes, sendo necessário que ao menos um membro da equipe seja estudante ou colaborador do IMT”, explica Claudia Facca, coordenadora do curso de Design do Instituto Mauá de Tecnologia.

A coordenadora ainda lembra que o participante pode enviar o projeto em texto, gráfico, desenho feito a mão ou no computador, infográfico, podendo ser um produto ou até mesmo serviço para conectar pessoas que precisam ser atendidas. “Não precisa ser sofisticado, o importante é a gente entender a proposta. Uma vez que temos muitas empresas parceiras, podemos oferecer alguns desses projetos, desde que o autor permita, para tentar torná-los viáveis”, conclui Claudia.
Serviço
Desafio Acadêmico Mauá contra o Coronavírus
Data: Envio de projetos até 21 de abril
Objetivo: Fomentar ideias, conceitos, análises, estudos, propostas ou soluções para problemas relacionados ao coronavírus.
Contato: desafiocoronavirus@maua.br
Regulamento Completo: http://maua.br/email-mkt/2020/DesafioAcademicoMauaContraCoronaVirus/assets/pdf/MauaContraoCoronavirus-Regulamento_rev01.pdf
Sobre o Instituto Mauá de Tecnologia
O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT promove o ensino científico-tecnológico, visando formar recursos humanos altamente qualificados. Há 58 anos, o IMT, com campi em São Paulo e em São Caetano do Sul, mantém duas unidades: Centro Universitário e Centro de Pesquisas. O Centro Universitário oferece cursos de graduação em Administração, Design e Engenharia. Na pós-graduação, são oferecidos cursos de atualização, aperfeiçoamento, especialização (MBA) nas áreas de Gestão, Design e Engenharia. O Centro de Pesquisas, há 54 anos, desenvolve tecnologia para atender às necessidades da indústria e atua como importante elemento de ligação entre as empresas e a academia.

-RPMA Comunicação – Assessoria de Imprensa do Instituto Mauá de Tecnologia

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Notícias em Geral · 16 de abril de 2020 às 10:32

SP - Quinta Feira - 10:32 - CORONAVÍRUS - Enfermeiro de UTI e médico adoecem juntos: 'Fez exame comigo. Quando vi, tinha falecido'. Veja Abaixo

"Quando Marcos Evangelista foi parar no pronto-socorro com sintomas de covid-19, ficou em maca ao lado de colega médico que ainda brincou: 'Opa, você aqui?'; enfermeiro sobreviveu ao ser tratado na mesma UTI em que trabalhava."

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Fonte: UOL

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