Autor

Vanessa Gualandi

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Notícias em Geral · 05 de outubro de 2019 às 16:51

Sábado - 16:50 - Mulheres e crianças infectadas por Zika desenvolvem imunidade ao vírus. Veja abaixo

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Pesquisa mostra que 80% dos pacientes analisados ficaram imunes.

Pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal Fluminense (UFF) constatou que mulheres e crianças que já foram infectadas pelo vírus Zika podem desenvolver imunidade à doença. Os pesquisadores detectaram que 80% dos 100 pacientes analisados ficaram imunes depois de serem submetidos à infecção.

As crianças nasceram em 2016 e vêm sendo acompanhadas desde então junto às mães pela UFF e pela Fiocruz. Segundo a pesquisadora da Fiocruz Luzia Maria de Oliveira Pinto, a partir de 2018, elas começaram a ter o sangue coletado e analisado para entender a resposta do sistema imunológico delas a uma nova exposição ao vírus.

“A gente começou a avaliar o sangue tanto das mães quanto das crianças para entender um pouco da imunidade delas, ou seja, para entender se, um dia, caso essas 260 crianças infectadas pelo vírus que nasceram na região de Niterói. O objetivo, segundo a pesquisadora da UFF Claudete Araújo Cardoso, é verificar se elas desenvolvem alguma doença ou complicação ao longo dos cinco primeiros anos de vida.

Nesse acompanhamento, os pesquisadores verificaram, por exemplo, que alguns bebês que nasceram aparentemente saudáveis desenvolveram um quadro de microcefalia de três a seis meses após o parto. Claudete explica que o fenômeno já havia sido constatado em 13 crianças do Nordeste e foi confirmado agora em seis crianças que estão sendo acompanhadas pela UFF.

“Elas nasceram com perímetro cefálico normal, mas, por ação do vírus, o cérebro da criança para de crescer e de se desenvolver. Esse é um alerta que a gente passa para a população: se nasceu durante uma epidemia ou a mãe teve manchas na pele durante a gravidez, tem que ser feito um acompanhamento criterioso na rede básica, no posto de saúde”, disse.

FONTE: Agência Brasil

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Notícias em Geral · 05 de outubro de 2019 às 16:16

Sábado - 16:15 - Bombeiros acionados por conta de incêndio em cafezal nos limites de Varre-Sai/Porciúncula. Veja abaixo

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Bombeiros do destacamento 4/21 de Natividade foram acionados por volta das 11:30h deste sábado (05), por conta de incêndio em uma propriedade na zona rural de Varre-Sai. Segundo a unidade, a informação recebida pela sala de operação é de que um cabo de energia teria se rompido, dando início às chamas que colocam em risco a lavoura de café, que fica na Fazenda Pirozzi, que fica próximo do t="" width="1280" height="426" />Clique na imagem acima e inscreva-se no Vestibular da UNIG

Bombeiros do destacamento 4/21 de Natividade foram acionados por volta das 11:30h deste sábado (05), por conta de incêndio em uma propriedade na zona rural de Varre-Sai. Segundo a unidade, a informação recebida pela sala de operação é de que um cabo de energia teria se rompido, dando início às chamas que colocam em risco a lavoura de café, que fica na Fazenda Pirozzi, que fica próximo dos limites com Santa Clara, Porciúncula. Uma equipe se desloca até o ponto indicado.

Fonte:  Rádio Natividade
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Notícias em Geral · 05 de outubro de 2019 às 15:57

Sábado - 15:55 - "É difícil achar mulher teimosa...normalmente elas concordam." ironiza Crivela após decisão de juíza. Veja abaixo

 

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O prefeito do Rio comentou sobre a decisão de Mirela Erbisti de fechar uma avenida após um deslizamento de terra matar duas pessoas no local

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), ironizou a juíza da 3ª Vara de Fazenda Pública, Mirela Erbisti, na última quinta-feira (03/10/2019). A magistrada decidiu fechar a Avenida Niemeyer, na Zona Sul da cap e>
Fechada desde 28 de maio, a Avenida Niemeyer liga os bairros de São Conrado e Leblon. A Justiça atendeu ao pedido do Ministério Público, que alegou risco para motoristas. Diariamente, circulam na avenida em média 36 mil veículos pela via.
Contrário à decisão da Justiça, Crivella entregou, em 27 de agosto, um laudo no qual reafirma que a Avenida Niemeyer tem condições de segurança necessárias para ser reaberta. Isso porque o desembargador Mauro Pereira Martins, da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, junto a peritos judiciais e técnicos avaliaram as condições da encosta, no trecho onde houve o deslizamento.A vistoria durou cerca de uma hora. Ao término da inspeção, o desembargador deu prazo de 72 horas, após a vistoria, para a prefeitura apresentar nota técnica sobre a situação do local e se apresenta riscos para uma eventual liberação da via em tempo seco.No último 7 de fevereiro, uma tempestade atingiu a avenida e desabou mais um trecho da ciclovia Tim Maia. Foram registrados ao menos quatro pontos de deslizamento, que atingiram dois ônibus e resultaram na morte de duas pessoas.
Fonte: Metrópoles

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Notícias em Geral · 05 de outubro de 2019 às 15:33

Sábado - 15:30 - Indústria de café do Brasil luta para achar grãos de qualidade. Veja abaixo

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A indústria de café do Brasil vem sofrendo para encontrar e comprar grãos de melhor qualidade no mercado, após uma colheita difícil e menor que a esperada em 2019, uma situação que ajuda a colocar pressão sobre um setor que já sofre com margens baixas e fraqueza econômica do país.“A qualidade é o que nos preocupa... o setor está tendo dificuldades de comprar matérias-primas melhores”, disse nesta terça-feira a jornalistas o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Ricardo Silveira, durante evento da entidade que premiou os melhores cafés da última temporada.

Os comentários, após uma colheita encerrada há poucas semanas no Brasil, maior produtor e segundo consumidor global de café, confirmam avaliações anteriores de especialistas de que as várias floradas levaram a uma safra desuniforme, com o clima irregular resultando em um amadurecimento precoce e desigual dos frutos. Depois, chuvas ainda derrubaram as “cerejas” em algumas áreas.

O Brasil colheu cerca de 49 milhões de sacas de 60 kg este ano, segundo dados do governo, abaixo das expectativas iniciais de mais de 50 milhões de sacas e bem inferior ao recorde histórico de 61,7 milhões de sacas de 2018, quando a qualidade foi boa.

“Ano passado tínhamos oferta e qualidade”, pontuou Silveira, acrescentando que o diferencial pago pelo produto melhor aumentou ante 2018. Ele preferiu não detalhar os valores.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo, Nathan Herszkowicz, “está mais difícil de achar” café de qualidade gourmet, “mas longe de ser impossível”. Ele ponderou, no entanto, que se paga um preço maior.

O preço do café gourmet nas prateleiras, segundo o dirigente, é três vezes maior do que o dos cafés tradicionais, que estão em torno de 18,50 reais por quilo nos supermercados da cidade de São Paulo, segundo uma pesquisa do sindicato.

Já o “café superior”, intermediário entre o gourmet e o tradicional, custa cerca de 30% mais que este último.

VENDAS NO ANO


Ao mesmo tempo, o setor lida com preços relativamente baixos nas gôndolas, na esteira das mínimas de 13 anos registradas nas cotações internacionais mais cedo no ano, com a oferta recorde do Brasil na safra do ano passado ainda pesando, disse Silveira, da Abic.

Há ainda dificuldade de aumentar os valores nas prateleiras, com a economia fraca no Brasil, ressaltou o dirigente, que avalia que os preços do café nos supermercados estão semelhantes aos registrados há seis meses.

“A indústria chegou no limite, não tem como baixar mais”, disse ele, acreditando que os valores devem seguir nos patamares atuais até o final do ano.

Para Herszkowicz, do sindicato paulista, as indústrias que apostam também nos cafés gourmets vêm conseguindo atravessar melhor este momento difícil, já que o produto é mais caro que o tradicional e oferece maior margem.

Contudo, o gourmet não consegue suportar sozinho o problema, pois responde por pouco mais de 10% nas vendas, enquanto os tradicionais, mais baratos, representam mais de 80%.

Ele disse que algumas empresas também estão apostando mais no segmento de cafés superiores, que têm um preço intermediário entre o gourmet e o tradicional, como forma de melhorar suas margens e obter boas vendas para consumidores que podem comprar um produto de maior valor agregado.

Questionado sobre o ritmo de consumo no país, o presidente da Abic manteve a projeção feita em abril, de que o crescimento da vendas no país ficará abaixo do lar-tradicional-2020-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">
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A indústria de café do Brasil vem sofrendo para encontrar e comprar grãos de melhor qualidade no mercado, após uma colheita difícil e menor que a esperada em 2019, uma situação que ajuda a colocar pressão sobre um setor que já sofre com margens baixas e fraqueza econômica do país.“A qualidade é o que nos preocupa... o setor está tendo dificuldades de comprar matérias-primas melhores”, disse nesta terça-feira a jornalistas o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Ricardo Silveira, durante evento da entidade que premiou os melhores cafés da última temporada.

Os comentários, após uma colheita encerrada há poucas semanas no Brasil, maior produtor e segundo consumidor global de café, confirmam avaliações anteriores de especialistas de que as várias floradas levaram a uma safra desuniforme, com o clima irregular resultando em um amadurecimento precoce e desigual dos frutos. Depois, chuvas ainda derrubaram as “cerejas” em algumas áreas.

O Brasil colheu cerca de 49 milhões de sacas de 60 kg este ano, segundo dados do governo, abaixo das expectativas iniciais de mais de 50 milhões de sacas e bem inferior ao recorde histórico de 61,7 milhões de sacas de 2018, quando a qualidade foi boa.

“Ano passado tínhamos oferta e qualidade”, pontuou Silveira, acrescentando que o diferencial pago pelo produto melhor aumentou ante 2018. Ele preferiu não detalhar os valores.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo, Nathan Herszkowicz, “está mais difícil de achar” café de qualidade gourmet, “mas longe de ser impossível”. Ele ponderou, no entanto, que se paga um preço maior.

O preço do café gourmet nas prateleiras, segundo o dirigente, é três vezes maior do que o dos cafés tradicionais, que estão em torno de 18,50 reais por quilo nos supermercados da cidade de São Paulo, segundo uma pesquisa do sindicato.

Já o “café superior”, intermediário entre o gourmet e o tradicional, custa cerca de 30% mais que este último.

VENDAS NO ANO


Ao mesmo tempo, o setor lida com preços relativamente baixos nas gôndolas, na esteira das mínimas de 13 anos registradas nas cotações internacionais mais cedo no ano, com a oferta recorde do Brasil na safra do ano passado ainda pesando, disse Silveira, da Abic.

Há ainda dificuldade de aumentar os valores nas prateleiras, com a economia fraca no Brasil, ressaltou o dirigente, que avalia que os preços do café nos supermercados estão semelhantes aos registrados há seis meses.

“A indústria chegou no limite, não tem como baixar mais”, disse ele, acreditando que os valores devem seguir nos patamares atuais até o final do ano.

Para Herszkowicz, do sindicato paulista, as indústrias que apostam também nos cafés gourmets vêm conseguindo atravessar melhor este momento difícil, já que o produto é mais caro que o tradicional e oferece maior margem.

Contudo, o gourmet não consegue suportar sozinho o problema, pois responde por pouco mais de 10% nas vendas, enquanto os tradicionais, mais baratos, representam mais de 80%.

Ele disse que algumas empresas também estão apostando mais no segmento de cafés superiores, que têm um preço intermediário entre o gourmet e o tradicional, como forma de melhorar suas margens e obter boas vendas para consumidores que podem comprar um produto de maior valor agregado.

Questionado sobre o ritmo de consumo no país, o presidente da Abic manteve a projeção feita em abril, de que o crescimento da vendas no país ficará abaixo do verificado em 2018, quando aumentou 4,8%.

Segundo Silveira, o consumo ficou praticamente estável no primeiro trimestre e aumentou de abril a junho, além de ter sido beneficiado pelo frio mais intenso neste inverno em algumas áreas, o que elevou a demanda.

“Vai crescer o consumo este ano, mas ainda ficará abaixo do visto no ano passado... Isso reflete a economia crescendo menos que o esperado”, destacou, sem estimar um número.

Fonte: Safra ES

 

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